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Z U R I C H -  Território de Einstein, Dada, Lenin, James Joyce e Thomas Mann -   Suíça - 1/2

ETIAS 2025 - Autorização para entrar na Europa

Anunciado em 2016, o  European Travel Information and Authorization System (ETIAS) — Sistema Europeu de Informação e Autorização — está cada vez mais próximo de ser concretizado. A nova regra de entrada de estrangeiros na Europa se baseia no sistema americano, com maior segurança e será válido a partir  de 2025, ainda sem data para início dos procedimentos. O sistema verificará as credenciais de segurança e cobrará uma taxa (atualmente divulgada como sete euros) dos viajantes que visitam os países-membros do Tratado de Schengen, para fins de negócios, turismo, médicos ou de trânsito. Os viajantes, que atualmente visitam a Europa sem Visto, podem entrar na UE e nos países-membros de Schengen, gratuitamente e sem qualquer triagem de segurança digital antes de sua chegada à Europa. Vale lembrar que o ETIAS não será um Visto, mas uma autorização de viagem para viajantes que não precisam de Visto Consular para visitar a Europa.

As informações e recomendações inseridas neste texto, objetiva facilitar seu programa de viagem para visitar esta bonita e agradável cidade da Suíça. Como há muito o que visitar, escolha o que pretende conhecer e monte seu roteiro para melhor aproveitar sua passagem por aqui...

Fora  em 1315 que Zurich unira-se à Confederação Helvética, para formar o que hoje conhecemos como Suíça. A maior cidade suíça, era banhada pelo Lago de Zurich e Rio Limmat – que cortava a cidade. Aqui se concentravam as maiores joalherias e relojoarias do mundo. Tinha a maior Universidade do país, era sede da Escola Politécnica Federal, a mesma cuja professora, ao proceder a avaliação do aluno Albert Einstein, assim escrevera no boletim técnico: aluno mentalmente lerdo, não sociável e sempre perdido em devaneios tolos.

Em 2022 a cidade de Zurich foi indicada pelo site Economist como a

"terceira melhor cidade do mundo para viver" 

 

Prepare-se para uma caminhada pela  Bahnhofstrasse, uma das melhores ruas de comércio da Europa. Na Parade Platz – terminal de bondes – numa das esquinas, está uma das melhores confeitarias européias: a Sprüngli, que também tinha mais duas lojas no Terminal de Trens (Hauptbanhof ). Para não voltar para o hotel sem chocolates, compre um mix com as dez especialidades da casa, por 30 francos suíços. Experimente também os chocolates da Laderach, outra sofisticada marca suíça. Esta região era conhecida como Cidade Velha, e abrigava a primeira Sinagoga de Zurich, na Rua dos Judeus ( expulsos do bairro no século XIV, sob acusação de disseminar a peste e envenenar as águas da cidade ). Na Rua Spiegelgasse, estava a casa onde Lênin morava nos anos 1916/17, e logo adiante estava o Cabaret Voltaire, reduto onde refugiados de diversos países fundaram, em 1916, o movimento dadaísta, que chamaria a atenção para a Primeira Guerra Mundial e suas conseqüencias.

A Bahnhof-Platz, era a praça central dos tradicionais bondes azuis de Zurich e e embarcar num  deles era uma ótima  sugestão para  um passeio. Como a cidade não era grande, uma hora a bordo  seria suficiente para ver  como eram seus bairros principais. Em frente à Bahnhof-Platz, situava-se a Estação Ferroviaria – a Hauptbanhof -, o ponto mais central da cidade. A Catedral Grossmünster, a principal da cidade, ficava num dos pontos mais nobres de Zurich. Depois de visitá-la, siga pela Rua Nieddorfstrasse, onde se encontravam ótimos bares e restaurantes. O lugar ficava especialmente animado, durante a noite, com música ao vivo em vários estabelecimentos.

 

 

 

O Rio Limmat e a cidade

Para uma vista panorâmica da cidade, o ponto ideal era a Torre de TV Uetliberg, com 870 metros. Os trens partiam da Estação Selnau, e chegavam ao topo em 30 minutos. Inclua em seus passeios uma circulada pelo Langstrasse, o bairro boêmio do 4º Distrito conhecido como Red Light Zone, com seus bordéis, bares e Cafés canábicos. Um crescente processo de modernização, estava provocando uma importante mudança no comportamento e no aspecto físico do bairro, atraindo empresas de finanças, tecnologia, design e restaurantes moderninhos que reuniam a gente jovem. Circular pela Langstrrasse, era ir ao encontro da Zurich contemporânea, onde prédios modernos conviviam em harmonia arquitetônica com clássicos prédios residenciais de telhados enxaimel e charmosas sacadas repletas de flores multicoloridas. Em suas ruas estreitas, circulavam carros, bicicletas e patinetes, movimentando os locais para suas atividades pessoais e profissionais, na maior tranqüilidade.  

Nas proximidades de Langstrasse, cruzando uma Galeria sob os trilhos do trem, chegava-se a Zurich West, a antiga zona industrial. Era onde ficava o Viadukt, um viaduto construído no século XIX, transformado em Centro Comercial. Tinha várias lojinhas de marcas locais, restaurante e uma feirinha, num ambiente agradável e acolhedor.  Um pouco mais adiante, surgia Escher Wyss, o quarteirão do 5º Distrito, onde fábricas se transformaram em casas de jazz, academias, teatros e sede de empresas de tecnologia ou startups. Eram ambientes mais abertos, com praças com muito concreto e pouco verde, ruas largas e menos charmosas. Na região Zurich West estava concentrada a maior parte da vida cultural e social da cidade, com destaque para o Nietturm Bar, de construção em vidro, instalado no alto do Shiffbau, antiga fabrica de barcos e que hoje abrigava lojas, restaurantes e bares. Se estiver passando por aqui, no mês de agosto, teria a oportunidade de se divertir na Street Parade, que acontecia nas ruas centrais, todo dia 8, ou assistir ao Weltklasse Zurich, evento esportivo internacional de atletismo, que acontecia no dia 28.

Ao percorrer suas ruas, descobria-se que por trás deste lado pitoresco, existia uma cidade moderna, em todos os aspectos, que contava com uma excelente rede de transporte público, decorada por um cenário privilegiado, onde se destacavam as águas tranqüilas do Zurichsee e, ao longe, as montanhas dos Alpes.  Procure conhecer a Rua Augustinergasse, uma ruela com aspecto medieval, repleta de bons restaurantes e lojinhas de artesanatos e outras ofertas. Modernos prédios empresariais, sólidas instituições financeiras, e também um bairro incrivelmente bonito, conhecido como Alt Statd, ou Cidade Velha. Com uma população beirando os quatrocentos mil habitantes, atraia turistas graças aos bons hotéis, a gastronomia típica e também por ser um bom ponto de partida para programas diversos, onde se destacavam as montanhas dos Alpes.

O sistema de transporte da cidade era um dos melhores e mais eficientes do mundo. Os Strassenbahn – bondes - saiam pontualmente do Terminal Central, e seguiam para todas as partes da cidade. Se não estiver com vontade de caminhar, sugerimos optar por estes roteiros de bonde, pois esta era a melhor forma de passear pela cidade. Eram suaves, macios e silenciosos. Compre um Day Pass disponível em loja de tabac, era mais barato do que pagar a passagem individual, e escolha a linha 2 para visitar o magnífico prédio da Operhaus.  Depois de visitá-lo, siga à pé até o Seefeld Quai, o parque que margeava o lago. Procure pelo ponto chamado de Zürichhorn, de onde se tinha uma linda vista da cidade e das montanhas. Retorne ao centro, atravesse a ponte do Quai-Brucke e siga até Burkli-Platz, onde existiamm barcos que proporcionavam roteiros turísticos pelo lago. Aproveite e visite nas imediações, o Tonhalle Kongresshaus e a bela Kirche Enge. 

Grossmünster – Grossmünsterplatz -

A Catedral fora construída no lugar de uma igreja carolíngia, e teve sua estrutura erguida a partir dos anos 1100, sendo inaugurada  um século depois. De acordo com os registros, sua fundação se dera por Carlos Magno, que perseguia um cervo quando seu cavalo caiu de joelhos sobre as tumbas de Felix e Regula, santos padroeiros da cidade. De acordo com a lenda, Felix e Regula eram irmãos e membros da Legião Tebana, que era perseguida em uma caça aos cristãos, no ano de 286 d.C. Chegando em Zurich, os irmãos e seu servo, Exuperantios, foram capturados, julgados e executados. Depois da decapitação, milagrosamente ficaram de pé, pegaram suas próprias cabeças e caminharam quarenta passos morro acima e rezaram antes de caírem mortos. Eles foram enterrados no local em que se deitaram.  

Igreja Prediger-  Zähringerplatz, 6 –

Instalada ao lado da biblioteca central, a Igreja dos Pregadores construída pela primeira vez em 1231 DC como uma igreja românica do então Dominicano Predigerkloster, a Basílica foi convertida na primeira metade do século XIV, seu coro foi  reconstruído entre 1308 e 1350, recebendo uma torre de sino, muito alta para a época. Era considerada como o prédio gótico mais alto da cidade.

Igreja de São Pedro - St Peter-Hofstatt, 1 -

Era a igreja mais antiga de Zurich, datando de antes de 900 dC, fora alterada e ampliada várias vezes ao longo dos séculos. Embora o prédio fosse anterior à Reforma, fora a primeira igreja a ser usada como local de culto protestante. A torre também fora usada como Vigia de incêndio por séculos, pois era muito mais alta do que tudo ao redor. Visite a Igreja de São Pedro para ver a pia batismal barroca, o grande órgão, os lustres de cristal e uma série de afrescos. Para visitar, pegue as linhas 4 ou 11 do bonde até a Paradeplatz, ou as linhas 4, 8, 11 ou 15 até a Rathaus e atravesse a ponte Rathausbrücke.

Igreja Fraumünster – Münsterhof, 2 –

Fundada em 853, pelo primeiro Monarca da Frância Oriental, Luís - o Germânico, a igreja era originalmente um Convento muito importante na sociedade local. Hoje o Convento tornara-se igreja de denominação protestante evangélica. Sua bela construção seguia o estilo românico-gótico e contava com um órgão sinfônico, do mesmo estilo e um espaço para o Coro que abrigava mais de 100 participantes. Uma das maiores atrações da igreja ficava por conta dos seus belíssimos vitrais, feitos pelos artistas Marc Chagall e Augusto Giacometti, que complementavam seu interior, criando uma atmosfera mágica que demonstrava a importância desta igreja para a cultura Suíça. Assistir uma missa nesta igreja seria uma experiência inesquecível.

Tours regulares -

A bandeira Gray Line aqui era operada pela Hans Meier Tours, que realizava diversos passeios pela cidade e arredores no tradicional ônibus vermelho, com áudio guia em vários idiomas, incluindo o português. Informações pelo telefone 41 (0)  44.383.7878.

Rent a Bike

Junto a uma das saídas da Estação de Trens,  estava a Velostation Europaplatz, onde era possível junto a Züri Rolt, alugar uma bicicleta a um custo acessível.  Funcionava das 8.00 as 21.30h.

Informações adicionais

  • A eletricidade era de 230 V e 50 Hz AC;

  • Ambulância para emergência: 144;

  • Polícia: 177;

  • Emergência hospitalar: Ramistrasse, 100 ( Hospital Universitário ).

Wasserauen Ebenalp -

Quando estiver circulando pela região de Zurich, aproveite para visitar o Ebenalp, o cume mais ao norte dos Alpes Appenzell, uma montanha que era um destino popular para caminhadas, acessível de teleférico a partir de Wasserauen e que atraia cerca de 200.000 visitantes a cada ano. Do alto do planalto, se tinha uma vista panorâmica das colinas de Appenzell, que se localizava a pouco mais de 90 km de distância de Zurich. De trem, levava cerca de duas horas. Era preciso viajar da Estação Central de Zurich até Gossau, fazer a baldeação e seguir até o vilarejo de Wasserauen, onde estava o teleférico para Ebenalp. A estação de trem ficava em frente ao ponto de embarque do teleférico. O bilhete ida e volta para todo esse trajeto, custava 20 francos suíços. Para pesquisar os horários, consulte o site da empresa SBB (sbb.ch). Quem tinha o Swiss Travel Pass, poderia utilizar todos os meios de transporte do país ilimitados.

Se estiver em Vaduz, a capital do Principado de Liechtenstein, para chegar a Zurich levava apenas uns 40 minutos de carro. Havia um grande estacionamento perto da bilheteria do teleférico. Em certos momentos do verão, costumava ficar cheio de turistas e praticantes de caminhadas e esqui. Então, melhor não arriscar e chegar cedo para garantir a vaga e não enfrentar filas para subir pelo teleférico O ingresso do teleférico Wasserauen-Ebenalp custava a 20 francos, só para subir ou 35 para subir e descer. Com o Swiss Travel Pass, havia 50% de desconto. De maio a novembro, a operação começava as 7.30h. Nos outros meses, o início era mais tarde. Os horários de encerramento variavam conforme a época. As partidas do teleférico ocorriam a cada 15 minutos e a última subida acontecia 15 minutos antes do encerramento das atividades do dia. A viagem de Wasserauen para Ebenalp durava seis minutos.

Existiam diversas opções de trilha lá no alto. Quem tivesse disposição e tempo, poderia, inclusive, descer andando e pagar o teleférico só para subir. O passeio de Ebenalp para Wildkirchli, começava com uma descida, com vista deslumbrante de cerca de dez minutos até as cavernas, localizadas a 1.500 metros acima do nível do mar. Elas se tornaram conhecidas em 1904, quando foram encontradas pela primeira vez vestígios de que o homem vivera nos Alpes, durante o período Paleolítico (45.000 a 30.000 a.C.). Nesse ponto, havia uma pequena capela. Com mais uns cinco minutos de caminhada, chegava-se ao Refúgio Berggasthaus Aescher, que funcionava como Pousada e restaurante. A construção era belíssima, e a vista deslumbrante. O Huffington Post, em 2016, um jornal on-line mais lido dos EUA, classificara o Berggasthaus Aescher, como o restaurante mais interessante do mundo e também ganhou uma foto na capa do especial Destinations of a Lifetime, da National Geographic.

Gastronomia

 

Algumas dicas do que pedir nos restaurantes:

O prato típico era a Raclette (fatias de queijo derretidas com batatas, geralmente servidas com condimentos). Populares também, eram a Zurich Geschnetzeltes (carne de veado, servida com creme de cogumelos e molho de vinho branco),  a Zürcher Eintopf (panelada de carne com vegetais), Rippli (costela, servida com bacon, batatas e feijões) e o Sauerkraut (tinha muitas variações, quase todas incluindo batatas ou carnes).

 

Mas se não quiser arriscar, ou tiver dificuldade com a pronúncia do nome do prato, podia optar pelo tradicional fondue, outra preferência nacional suíça. A cidade tinha nada menos do que 54 museus e 1.225 fontes de água potável, cristalina e refrescante. Nenhuma fonte era mais procurada do que a Munsteerhof, de cuja bica, toda a segunda-feira de abril, brota vinho tinto, numa promoção organizada pelas cooperativas local para marcar a chegada da Primavera.

  • Bodega Española Münstergasse, 15 – Rathaus

  • 4Leoni Firenze Luisenstrasse, 43 -

  • Fribourger Founduestübli Rotwandstrasse, 38 –

  • Gran Café Motta Limmatquai, 66 – Rathaus -

  • La Stanza Bleicherweg, 10 – Paradeplatz –

 

  • Rheinfelder Bierhalle Niederdoffstrasse, 76 – Centro

Onde dormir

Basilea - $$$ - Zähringerstrasse, 25 – Cidade Velha -

A localização era boa, os 55 quartos eram bons e alguns eram reservados para não fumantes. Aceitavam hóspedes PNEs. O acesso a internet era grátis, e o café da manhã era considerado bom pelos hóspedes do Basilea.

Fransziskaner Hotel - $$$$ - Niederdorfstrasse, 1

Estava localizado no bairro Niederdorf, a 10 minutos de caminhada da Estação Ferroviária e próximo ao lago. Os quartos eram amplos e modernos e estavamdecorados com temas de especiarias, flores e estilos musicais. Um terminal de computador,  estava disponível no primeiro andar e Internet a cabo. A parada do tram Rathaus, ficava a 3 minutos a pé.

Geroldswil Swiss Quality Hotel - $$$ - Huebwiesenstrasse, 36 – 

Situado no bairro Geroldswil, dispunha de 71 quartos equipados com camas large ou duplas, ar condicionado, TV HD, frigobar, banho completo com amenities cortesia e secador de cabelos. Tinha um restaurante muito procurado pelo pessoal local, um bar/lounge, um Business Center 24 horas, Wi Fi grátis, sauna seca, computador disponível na Recepção, loja de Conveniência, serviço de lavanderia e caixa eletrônico, para serviços bancários. Tinha estacionamento com manobrista.

 

Hotel Bristol Zurich –$$$ -  Stampfenbachstrasse,  34 -

Sua localização era ótima e os quartos muito bons e amplos. Tinha opções de hospedagem individual, duplo, triplo e até o quádruplo. O acesso ao WiFi era grátis, tinha estacionamento e aceitavam pets. Para as reservas feitas pela internet, disponibilizavam o transfer de chegada e saída.

Hotel Hirschen - $$$ - Niederdorfstrasse, 13 - 

Dispunha de 27 confortáveis e bem arejados quartos, distribuídos em nove andares, dotados de camas padrão King, ar condicionado, frigobar, cafeteira, Wi Fi grátis, banho completo e amenities cortesia. Serviço de Recepção 24 horas com equipe multilíngüe, restaurante, café da manhã tipo buffet e um terraço na cobertura, que proporcionava uma boa visão da cidade.

Limmathof - $$ - Limmatquai, 142 – Centro -

Era bem localizado, próximo do centro, da Estação Central de Trens e da região turística. O hotel era bem cuidado, tinha elevador e amplos espaços internos. Seus 55 quartos estavam quase sempre ocupados, tanto pela qualidade do que oferecia quanto pelo bom preço praticado, o que atraia principalmente os jovens.

Senator Hotel - $$$$ - Heinrichstrasse, 254 -

Era um ótimo hotel e muito bem localizado. Os quartos  embora pequenos, eram bons. Já paramos em duas oportunidades neste hotel e recomendamos. Não tinha café da manhã. Desde 2017, estava operando sob nome de Züry by Fassbind Hotel.

Sorel Seelfed – $$$ - Seefeldstrasse, 16 – Seefeld Distrito -

Tinha 64 quartos confortáveis, dotados de calefação, ar condicionado, Wi Fi grátis, bom banho e excelente café da manhã. Disponibilizava acesso a academia de ginástica, ao Business Center, piscina, ao bar e restaurante. Tinha serviço de lavanderia e o estacionamento era grátis.

Youth Hostel – $$ - Mutschellenstrasse, 114 – Morgental

Eram 76 quartos, com acomodação para até 8 pessoas e também quartos para casal ou dois individuais. Era uma opção econômica muito bem recomendada.

Curiosidades sobre a Suíça e seu povo

1. A Suíça era composta de 26 Cantões, que funcionavam como Estados, e que possuiam seu próprio Governo, Constituição e Legislação;​

​2. Existia quatro línguas oficiais no país: alemão (falado por 64% da população), o francês (20,4%), o italiano (6,5%) e ainda o Romanche (1%), falado em dois Cantões do país;​

3. Era na Suíça que estavam localizadas as fábricas dos relógios mais prestigiados do mundo: Rolex, Audemars Piguet, Baume et Mercier, Breitling, Chopard, Franck Muller, Jaeger-LeCoultre, Longines, IWC, Patek Philippe, Piaget, Rado, TAG Heuer, Tissot e Vacheron Constantin;

4. O país possuia uma das leis mais brandas do mundo quando o assunto era armas. Existiam cerca de 2/3 a 4/5 milhões de armas, para uma população de oito milhões de pessoas;​

5. Sete bilhões de barras de chocolate Toblerone,  eram fabricadas todo ano na cidade de Berna, a capital do país;

​6. Em 1963, o Governo teve a iniciativa de criar acomodações em bunkers anti-nucleares, para seus cidadãos, sendo um dos únicos países a ter abrigo para quase todos os seus habitantes. Havia mais de 7 mil sirenes na Suíça para alertar a população sobre possíveis emergências, e isso incluia acidentes nucleares;

​8. Entretanto, o país não era tão liberal assim, as mulheres só conquistaram o direito de votar, nas eleições em 1971, um pouco atrasado comparado ao resto do mundo;

​9. Havia mais bancos na Suíça do que dentistas. A moeda oficial da Suíça, não era o Euro, até porque o país não fazia parte da União Européia. A moeda oficial do país era o Franco Suíço, que também era usada em outro país, Liechtenstein. A moeda suíça era uma das mais fortes e estáveis do mundo, assim como o Dólar e o Euro; 

​10. De acordo com o Código Penal de 1918, o suicídio não era crime na Suíça. Por ser um ato legal, esse podia ser um dos motivos do país possuir uma das maiores taxas de suicídio do mundo. Também era permitido o suicídio assistido, que ocorria quando uma pessoa não conseguia cometer o ato sozinha, e podia solicitar a ajuda de uma outra pessoa;

11. Existia um partido político chamado de Anti-PowerPoint, que lutava contra o uso excessivo do software, em apresentações empresariais e do governo;

​12. Existiam nada menos do que 1.224 fontes d’água, em Zurich. Portanto, não seria necessário comprar agua para beber;

​13. Negar a existência do Holocausto era considerado crime;

​14. Em Berna, uma estátua com mais de 500 anos, de um homem comendo um bebê, chamava atenção dos turistas e moradores. Ninguém sabia o real motivo por terem colocado a estátua naquele local;

 

​15. Apesar do alto número de armas de fogo e da taxa de suicídio, a Suíça possuia uma das menores taxas de criminalidade entre todos os países desenvolvidos, além de ser considerado um dos países mais seguros do mundo e com uma das maiores expectativas de vida;

 

​16. Os cidadãos eram obrigados por lei, a ter um Plano de saúde, desde o nascimento. Além disso, se alguém de qualquer parte do mundo passar a viver no país, precisará providenciar a assinatura de um convênio médico,  em até três meses. Isso porque toda a rede assistencial era oferecida de forma privada. Quem visitar a Suíça precisará contratar um seguro saúde por dois motivos: Primeiro, por não haver nenhum tipo de atendimento gratuito — nem no caso de emergências. Segundo, porque o país era signatário do Acordo de Schengen, que determinava uma série de exigências aos turistas;

 

​17. Nunca entre na casa de um suíço, calçando seus sapatos. No país, era comum retirar os sapatos, na hora de entrar em uma casa. A maioria dos suíços costumava ter um armário, ou um local específico na entrada de suas casas, para que os sapatos possam alí ser depositados.

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