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VENEZA - A Meca dos enamorados - Itália   - parte  1/3

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Veneza fora escolhida em 2022, a primeira mais bela cidade do mundo, em pesquisa promovida pela OMA, uma plataforma de Corretores Imobilários da Inglaterra.

Conhecer VENEZA, era um dos programas de viagem mais desejados, principalmente pelos casais mais jovens, que almejavam curtir bons momentos de amor ou reviver um passado recente. Aqui  listamos as atrações e os passeios mais recomendados: 

 

​Como chegar

Eram quatro os meios de locomoção, que poderiam levar até Veneza: o trem, o carro, o ônibus e para quem chegasse por via aérea, o Aeroporto Marco Polo, que ficava em Tessera, distante 8 km. Veja como ir do Aeroporto, para a cidade de Veneza:

Alilaguna

Era um ônibus aquático que chegava até a Praça São Marco. O preço por trajeto era de 20€ e havia serviço durante todo o dia. Se poderia consultar os horários, e conseguir pequenos descontos no site oficial.

Ônibus nº 5

Realizava o trajeto entre o Aeroporto e a Piazzale Roma, efetuando várias paradas, e o trajeto poderia levar entre 30 e 45 minutos. O preço da passagem era de 10 euros por trajeto, por isso, com a igualdade de preço, era mais recomendável o ônibus da companhia ATVO.

Ônibus azul da companhia ATVO

Era um meio de transporte mais rápido, porque não fazia paradas. Os ônibus costumavam ter uma frequência de meia hora e levar uns 20 minutos para chegar na Piazzale RomaO preço por trajeto era de 10€ e as passagens podiam ser obtidas na bilheteria ou nas máquinas automáticas do hall de chegada, ainda no Aeroporto.

Táxi aquático

Uma opção muito cara, exceto para grupos, já que a capacidade do táxi era de 10 pessoas. O preço costumava ser acima dos 100€ para cada viagem. 

Táxi

Era um pouco mais barato que o táxi aquático, mas não chegava até a porta do hotel. Era melhor pegar o ônibus que escolher esta opção. Para quem chegar por via terrestre, necessariamente precisava passar por Veneza Mestre onde poderá pegar um táxi, o ônibus ou  se estiver dirigindo, pode deixar o carro no estacionamento e pegar o ônibus que levará até a Piazzale Roma, o grande Terminal dos ônibus. A partir desse ponto, precisava atravessar a ponte sobre o Grande Canal e pegar o Vaporeto para seguir até uma das várias paradas, até a Praça San Marco ou seguir até o Lido, onde ficava o final da linha.

Caminhada - Depois de visitar a Praça de San  Marco e entorno, faça uma caminhada pelo labirinto veneziano, e escolha uma das paradas do Vaporetto, como referência para o término desse passeio. Se encantará com a exuberância e luxo do comércio, instalado ao longo das vielas. Será uma experiência agradável. Para quem optar pela hospedagem em Veneza, esse será um dos programas diário.

Curiosidades sobre Veneza

Eram quatro as pontes que atravessavam o Grande Canal:  a Ponte da Academia, Ponte dos Descalços, a Ponte da Constituição e a Ponte Rialto, que era a mais antiga de todas, e a que tinha mais história e ainda contava com uma arquitetura lindíssima. A Ponte Rialto fora parcialmente queimada, já caira por estar lotada de gente, depois foi reconstruída e caira novamente, e por fim, fora reconstruída com rochas para suportar a multidão de gente que passava sobre ela todos os dias.

 

Acqua Alta

Era um fenômeno interessante que assustava o turista que chegavam a Veneza pela primeira vez e que atormentava os moradores. Era  a temida acqua alta, que tratava-se de uma maré alta que inundava algumas partes da cidade. Pela localização nada favorável, em caso de mudanças climáticas e com mais uma contribuição humana em mudar o que a natureza criou, e o que acontecia é que a cidade era cercada pelo mar, e em algumas épocas do ano o vento forte soprava em direção a Veneza, levando uma maré alta que inundava as partes mais baixas da cidade. Como resultado, algumas partes ficavam alagadas por poucas horas e em casos mais graves, a maré podia inundar mais de 70% da cidade. O fenômeno ocorria com mais frequência nos meses de outono e inverno (geralmente entre novembro e dezembro) e, segundo fontes oficiais, a frequência do acqua alta estava aumentando cada vez mais ao longo dos anos, passando de menos de 10 vezes por ano para mais de 60 vezes.

 

Devido à constante extração de água subterrânea, assim como a elevação do nível das águas e exploração de poços artesianos, as consequências dessas ações foi o afundamento de Veneza em função da compressão natural do solo. Estudos relatavam que Veneza já afundara mais de 20 centímetros nos últimos anos e a cada ano afundava cerca de 2 milímetros. Com o número massivo de milhares de turistas por dia, este turismo em alta virou um problemão para os moradores que não estavam nada contentes com a situação que causava preocupação para o futuro da cidade. A população de Veneza estava reduzindo de uma maneira drástica nos últimos anos e, alguns especialistas até mencionaram que Veneza será uma cidade fantasma em 2030. No entanto, isso não quer dizer que a cidade irá paralizar, mas o fato representava um risco para a população que poderia desaparecer e os habitantes principais seriam os turistas no futuro.

Basílica de Santa Maria de La Salute – Campo de la salute - Dorsoduro -

Era um dos grandes monumentos do barroco veneziano, a bela e imponente Basílica di Santa Maria della Salute, consagrada em 1687, era a igreja que guardava a entrada no Grande Canal e que fora erguida como uma forma de agradecimento aos que sobreviveram a uma praga que dizimara cerca de 30% da população, entre 1630 e 1631. Criação de Baldassare Longhena, a Basílica possuia formato octogonal, cúpulas que podiam ser vistas de várias partes da cidade e uma fachada repleta de estátuas de anjos e santos. Seu interior era imponente e muito bonito, chamando a atenção seu altar principal, desenhado por Baldassare, todo em estilo barroco. Esculturas e pinturas criadas por artistas famosos, como Tintoretto e Titian, podiam ser vistas de perto durante a visita.

Em 1630, uma epidemia de peste assolara Veneza e fizera ainda mais vítimas que a anterior, em 1575. Quem a trouxe fora um Embaixador de Mântua, que visitava a cidade. Os venezianos, por considerarem o homem tão importante, decidiram isolá-lo na ilha de San Clemente. Deixaram de lado a idéia de interná-lo em Lazzaretto Vecchio, onde os doentes em cura ficavam. Para assegurar sua privacidade, chamaram um carpinteiro para construir uma cerca de madeira onde se encontrava o Embaixador. Mas o carpinteiro e seu filho que o ajudava voltavam todos os dias para Veneza e, assim, a peste se difundiu. Foi um momento terrível para a Sereníssima. Os nobres se refugiavam em suas casas de campo, as famosas Villas, enquanto a população definhava pelas ruas. A peste acabara cerca de vitimando 47 mil pessoas, mais de 1/4 da população. Em 22 de outubro de 1630, o Dodge Nicolò Contarini prometera publicamente, erguer uma igreja dedicada à Nossa Senhora da Saúde, pedindo sua intercessão para acabar com a peste. Seu interior era maravilhoso e merecia ser visitado.

Cassino -  Via Cannaregio, 2040 –

Registros históricos apontavam que o primeiro Cassino moderno do mundo abrira suas portas na cidade italiana de Veneza, em 1638. Os historiadores consideravam que este espaço para jogos fora aberto para entreter a alta sociedade no tradicional Carnaval veneziano que marcara época. Como a estratégia de entreter o público dera certo, o Cassino Di Veneza passava a ser aberto para as pessoas com maior freqüência, não só para italianos, mas também para visitantes de outros países.

Passeios de Gôndola

O passeio de gôndola era o mais tradicional programa de Veneza, proporcionando um tour pelos canais e se realizado à noite, oferecia momentos de puro romantismo. Durava entre 30 a 45 minutos, o barco geralmente aceitava até 4 pessoas e custava em torno de 80 dólares o passeio, independente do número de passageiros. Existiam pontos espalhadas por toda a cidade, era só chegar num deles, entrar na fila e fechar negócio com o Gondoleiro. Se estiver em uma ou duas pessoas, provavelmente teria outras pessoas aguardando para formar o grupo de 4, e dividir o valor do passeio. Entretanto, se quiser, o passeio poderia ser somente para duas pessoas.

Ponte dos Suspiros -

Talvez seja a ponte mais famosa, que liga o Palazzo Ducale ao prédio onde funcionava uma antiga prisão. Por mais que fosse uma linda ponte, e que conquistava o turista no primeiro olhar, tinha esse nome por conta de prisioneiros que, certamente,  suspiravam ao passar por  ela ao ver o mundo pela última vez.

Praça e Basílica de São Marcos - 

Era uma das igrejas mais bonitas do mundo. Sob forte influência bizantina, fora inaugurada no Século XI, para guardar o que se acreditava serem as  relíquias de São Marcos Evangelista, padroeiro da cidade de Veneza. Seu interior era maravilhoso, com mais de 8 mil metros quadrados de suas paredes e cúpula, revestidos com mosaicos, técnica decorativa muito característica da arte de Bizâncio. A visita estava limitada a um percurso de cerca de 10 minutos, para possibilitar a participação dos milhares de turistas diariamente. Na parte de trás do altar-mor, não deixe de ver a magnífica Palla d'Oro, uma peça do altar, pintada sobre folhas de ouro e coberta de pedras preciosas, do Século X. A visitação era franqueada,  de segunda a sábado, das 9.30 as 17.00h e nos domingos e feriados das 14.00 as 16.30 h. Por ser o centro de Veneza e o lugar com os principais pontos turísticos da cidade, estava sempre repleta de turistas. Procure chegar cedo para pegar o lugar, com um pouco menos de gente. Fique por aqui uma tarde ou uma manhã inteira para passear e conhecer todas as referências turísticas. Tinha ótimos e caros restaurantes e um lugar tradicional para um Café, era o Café Florian.

Piazza San Marco

Palácio dos Dodges

​Para uma visita  completa, faça uma reserva prévia, que lhe permitirá percorrer os itinerários secretos  e os aposentos, onde eram tomadas as decisões mais importantes da República Sereníssima de Venezia; as acomodações dos Dodges e a prisão.  As reservas, deveriam ser feitas direto no site do Palazzo Ducale. Para os visitantes que não fizessem reserva, a visitação era convencional. Estava localizado junto a Praça San Marco, e para chegar de Vaporetto  - linha Piazza di San Marco – desça na parada Vallaresso ou San  Zacaria. Horário: diariamente das 8.30 as 19.00h (de abril a outubro) e o horário de inverno (novembro a março) era das 8.30 as 17.30h. O ingresso custava € 20 e dava direito à entrada também ao Museu Correr, Museu Arqueológico e às salas monumetais da Biblioteca Nacional Marciana.

San Giorgio Maggiore - ​Construída em 1610, seu design era um exemplo clássico da arquitetura renascentista, com fachada de mármore e altas colunas simétricas. A Igreja fora projetada pelo arquiteto italiano Andrea Palladio. Em seu interior, a luz que surgia pelas janelas iluminava os altos arcos e os arranjos de lajotas, em tons de branco e terracota. Situada sobre uma pequena ilha, em frente a Praça de São Marcos, era acessível através dos Vaporetos.

Torre Veneziana ou Campanário de São Marcos -

Instalado de frente para  a Praça de San Marco, com quase 100 metros de altura, oferecia uma vista maravilhosa de Veneza, do Grande Canal e da Laguna. Para subir, a fila era sempre enorme e se não quizesse enfrentá-la, pagava-se 5 Euros para uma reserva antecipada e com hora marcada, para subir pelo elevador.  Funcionava de abril a outubro,  diariamente, das 8.30 as 21.00h (de 1º a 15 de abril, somente até às 17.00h) e de novembro a março, abria diariamente, das 9.30 as 17.30h. O ingresso custava 10 Euros.

 

Carnaval

A festa começava no dia 26 de dezembro, e seguia até a quarta-feira, que marcava exatos 40 dias, antes do domingo de Páscoa. Misturando pessoas de diferentes classes, credos, culturas e até de nações, era uma festa em que todo mundo era igual e na qual quase tudo era permitido. Em Veneza, o uso de máscaras não era exclusivo dos períodos de Carnaval. No entanto, leis do século XIV, proibiram seu uso à noite, em Conventos e Igrejas. A desobediência dava até dois anos de cadeia e multa, mas pouca gente cumpria a lei à risca. Em 1608, as máscaras foram liberadas, mas apenas durante os dias da festa. As máscaras eram inspiradas na comedia dell"arte, manifestação de teatro popular que imortalizara personagens como Arlequim, Pierrô e a Colombina.

Durante o Carnaval, ninguém era de ninguém. E a única proteção que era exigida, era uma máscara. Elas garantiam anonimato aos casais recém-formados, que transavam nos becos e ruas mal iluminadas: não se sabe se quem estava por trás delas era uma dama da Corte, um nobre, um comerciante ou uma camponesa. Valia tudo, mesmo.  Na Praça São Marcos ocorria o desfile de fantasias, chamado de liston. A bauta (meia-máscara usada com capa e chapéu) e a roupa de Pantaleão (outro personagem da commedia dell"arte, eram comuns ao lado de pierrôs e colombinas. Homens se vestiam de mulher e mulheres, de homem. Havia fantasias de padre, diabo, bôbo e até de animais selvagens, como ursos e lobos Toda essa festa, era movida a muita comida e bebida. Consomia-se cerca de 20 mil litros de vinho, carnes, panquecas e muita massa. As refeições terminavam com o frittelle, um bolinho doce frito. Como a Quaresma se aproxima, a idéia era abusar de tudo para compensar os desejos futuros.

Além da bebedeira, da música e do sexo liberado, durante o Carnaval acontecia uma série de eventos tradicionais, em feiras e festas religiosas. Eram competições, demonstrações de força e exposições de animais. No número conhecido como Vôo do Turco, por exemplo, um homem atravessava a Praça São Marcos, em uma corda esticada a 20 metros de altura. No local, também podia acontecer corridas de cavalos, batalhas de cavaleiros, peças de teatro e guerra de ovos. A população de Veneza, que em 2019 tinham pouco mais de 270 mil pessoas, duplicava nessa época do ano. Os turistas chegavam ao porto e se hospedavam em pequenos hotéis ou, simplesmente, dormiam pelas ruas. A cidade, já tradicionalmente habitada por povos diferentes, recebia gente de toda a Europa, árabes, turcos e africanos, que ajudam a espalhar a fama da festa pelo mundo à fora. 

As músicas renascentistas, ainda eram as preferidas. Eram umas quadrinhas fáceis de memorizar, nas quais o final de cada verso, era repetido no seguinte. Mas o pessoal se divertia também ao som de operetas, cantatas e fugas tocadas em alaúdes, cravos e espinetas. No último ano, a novidade fora o rommelpot holandês, um instrumento feito com uma bexiga de porco, esticada sobre uma botija, com um pouco de água. Tocado com uma vara de junco, emitia um som parecido com o grunhido de um porco, ou uma cuíca. O Carnaval também era um período de violência. Por conta do excesso de bebidas, não poderia faltar brigas e ofensas ao poder público e aos políticos. 

Ponte di Rialto ​

Era um dos pontos turísticos mais bonitos da cidade. Servia para cruzar o Grande Canal e acabara virando um pequeno centro de compras, pois tem diversas lojas e barracas à sua volta. Por ser a mais velha ponte construída para cruzar o Grande Canal e por manter uma arquitetura histórica italiana, era também um dos símbolos da cidade.                                                              

Onde dormir

Independente da onde se hospedar em Veneza, para chegar a seu hotel precisaria pegar um Vaporetto, na Estação de Trens Santa Lucia ( Termini ) ou do Aeroporto, que eram os barcos, tipo ônibus, que circulavam por linhas e Estações, por toda Veneza. Veja qual era a Estação mais próxima de seu hotel e descubra qual Vaporetto  deveria pegar e em qual estação teria que descer.

Região de San Marco - ​A melhor maneira de definir onde ficar, era escolher em qual região iria reservar seu hotel. A região de San Marco, era o centro turístico da cidade e a melhor localização da ilha. Aqui estaria perto dos principais pontos turísticos, como a Piazza San Marco e próximo das demais atrações. Por ser a melhor localização e a mais turística, era também a mais cara. Uma dica: veja se consegue um hotel com quartos de frente para o Grande Canal.

Região de Castello e San Polo - ​Eram ótimas as opções de hospedagem para quem quizesse gastar menos com hotel. Faziam divisa com San Marco e, se  pegar um hotel numa área mais próxima da Praça San Marco, seria uma excelente localização. Essas duas áreas eram muito frequentadas por turistas e tinham ótimas opções de hotéis, restaurantes e comércio.

Hotéis sugeridos visitados pelo administrador do site ou indicados por clientes

Best Western Monte Carlos - $$$ - Calle degli Specchieri -

Estava localizado no coração de Veneza, a 50 metros da Praça de São Marcos, em um antigo palácio do século XVII. A aparência externa não chamava a atenção, mas em seu interior havia qualidade e um atendimento perfeito.

Best Western Plus Hotel Bologna - $$$$ – Via Piave, 214 – Veneza Mestre -

Comentamos no link de Veneza Mestre ou em Marghera, sobre as vantagens de se hospedar nessas duas cidades vizinha a Veneza. Para ir a Veneza, pegue o ônibus 6 L, no ponto que ficava a uma quadra do hotel, e deixava no estacionamento da Piazzale Roma ou vá de trem, que passava na Estação em frente ao hotel, a cada 15 minutos e a passagem  custava 3 Euros. Os apartamentos eram modernos, tinha um banheiro com uma boa ducha e secador de cabelos,  ar condicionado, TV via satélite, Wi Fi grátis e um café da manhã ótimo. O elegante restaurante servia cozinha típica veneziana, para almoço e jantar. Era muito bem recomendado Nota dez!

Best Western San Marco – $$$$ - fica ao lado da Praça de San Marco –   

Tinha 56 quartos dotados de ar condicionado, TV via satélite, camas de casal ou duplas, um bom banho com amenities cortesia e serviço diário de Camareira. Tinha um bar lounge e um bom restaurante. O Wi Fi era cortesia, o serviço de Recepção funcionava 24 horas, serviço de lavanderia, o café da manhã era do tipo buffet e estava incluido.

Hotel Abazzia –  $$$ - Calle Priuli dei Cavaletti, 68 -

Oferecia quartos de luxo com ar-condicionado, TV HD com canais via satélite e acesso à internet por cabo de alta velocidade. Estava situado a poucos passos da Estação Ferroviária de Santa Lucia e da principal área de estacionamento da Piazzale Roma. Alguns dos quartos dispunham de vista do Grande Canal.

Hotel Antico Panada - $$$ - San Marco, 646 - Veneza -

Desde 1889 oferecia hospitalidade em ambientes íntimos e familiares, envoltos por uma atmosfera agradável e decorados com valioso mobiliário clássico e da época setecentista veneziana. Ficava numa localização privilegiada, a poucos metros da Piazza San Marco. Para chegar vindo do continente em trem, pegue um Vaporeto na Estação Santa Lucia e siga até a Estação San Marco, atravesse a praça, passe sob a Torre do Relógio e vire à direita na Calle Larga San Marco e depois na segunda à esquerda, na Calle degli Specchieri, onde ficava o hotel. Os quartos tinham ar condicionado, TV HD, Wi Fi grátis e bom banho, e cama large ou duplas.O café da manhã estava incluído, tinha  restaurante, serviço de lavanderia, Concierge e Recepção 24 horas e o Bar dos Espelhos, funcionando até as 24 horas.

Hotel Cà D`oro – $$$ - Corte Barbaro – Cannaregio –

Situado a 5 minutos a pé da Ponte Rialto, possuia um terraço na cobertura, onde se poderia desfrutar do chá da tarde ou  um drinque com vista para o Grande Canal. Os quartos com mobiliário clássico dispunham de ar-condicionado, frigobar e TV via satélite. Alguns também tinham vista para o canal Rio di Ca' Dolce. Dispunha de excelente buffet de café-da-manhã. Oferecia ingressos gratuitos para o Cassino Municipal. O ponto do Vaporeto Ca' D'Oro ficava a 200 m. do hotel.

Hotel Castello - $$$ - Campo San Filippo e Giacomo – Castello -

Tinha uma ótima localização, nas proximidades da Basílica de San Marco e da praça. Tinha quartos elegantes, com tapetes persas e lustres em vidro Murano, eram confortáveis e com ar condicionado, camas tamanho Queen, TV HD por satélite, Wi Fi grátis e banho, com amenities cortesia. Tinha bar, restaurante e um ótimo café da manhã continental  incluído na diária, quartos para hospedar famílias, para não fumantes e uma Recepção funcionando 24 horas.

Hotel Marconi – $$$ - San Polo, 729 – San Polo

Estava situado junto ao Grande Canal, em frente à Ponte de Rialto. Os quartos apresentavam uma decoração em estilo veneziano e dispunham de TV HD via satélite. Os quartos compactos contavam com frigobar, ar-condicionado e banheiro privativo com secador de cabelo e amenidades de banho. Alguns tinham um toque clássico, e outros possuiam móveis venezianos requintados de época. Servia um bom café da manhã em estilo Buffet. Oferecia ingressos gratuitos para o Cassino. Na área havia mercados antigos e bons restaurantes.

Hotel Mercúrio – $$$  - Calle del Fruttariol – San Marco - 

Localizado nas proximidades do Teatro La Fenice, era um  hotel pequeno e sob administração familiar. Os quartos eram relativamente pequenos e instalados em dois andares, sem elevador e tudo muito limpo. No pavimento térreo, ficava o restaurante Anônimo Veneziano, com uma proposta de cardápio muito boa e um excelente atendimento. 

Rialto Suites 1602 - $$$$ - Calle de Becarie - San Polo –

Situado no bairro de San Polo, perto do Ca' d'Oro estava a 300 metros da Ponte de Rialto. Os modernos apartamentos com ar-condicionado eram compostos por 2 quartos, sala de estar, cozinha totalmente equipada com lava-louças e chaleira elétrica, e 2 banheiros com bidê e roupões de banho. Pela modernidade se diferenciava dos demais hotéis antigos e clássicos da cidade.

Hotel San Zulian - $$$ - San Marco, 527 - 

Era outro hotel localizado nas proximidades da Praça San Marcos. Funcionando desde 1800, e hoje completamente remodelado, os quartos tinham ar condicionado, TV por satélite, Wi Fi grátis, banho muito bom, quartos para não fumantes, e um bom restaurante.

Villa Stela – $$$ Via Sandro Gallo, 111 -  Lido –   

Era um pequeno e charmoso hotel situado no bairro do Lido, instalado em prédio que servira de residência para uma nobre família veneziana. Desde 1940, e hoje era administrado por uma família de mulheres representadas pela Stella e Michaela, que encantam os hóspedes com gentilezas e uma excelente prestação de serviços. Este pequeno hotel boutique, tinham apenas 12 quartos, carinhosamente decorados e bem equipados. O café da manhã podia ser servido junto a um jardim ou no próprio quarto, e era facultado decidir o que gostaria de saborear na manhã. Puro charme!.  Tinha acesso livre a internet.

Hospedagem alternativa

A opção mais econômica, era ficar em Marghera, que estava interligada a Veneza Mestre e tinha várias ofertas de hotéis bons e baratos, como o Lugano Torreta, Villa Adele, Vienna, o Albergo Mondiale e os apartamentos de uma organização de hospedagem denominados Park House, Best Vacation, Garden  House, Holiday, Vacation House e Amazing House.  Para ir a Veneza, pegava-se o ônibus 6 L ou o N 2 e para ir até Mestre, o Tram T 2.

Onde comer

Pizzería L´Angelo - Calle Della Mandola, 3711 – San Marco -

Não tinha mesas nem cadeiras, apenas uma porta de acesso para pedir uma pizza em fatia. Eram tão boas e baratas, que formava fila, o que fazia lembrar as Pizzerias Rustica, de Miami Beach. Como tinha um Supermercado por perto, a sugestão era passar no Super, pegar um vinho e ir ao encontro das  pizzas do Angelo e de sua parceira.

Ristoranti Beppino Pizza - Calle Larga - S. Marco -

Era um restaurante simples, que ficava numa rua cheia de restaurantes e próximo da Piazza e Basilica de San Marco. Como nessa rua tinha vários restaurantes engana turista, o visitante era assediado pelos garçons. O Beppino parecia ser pequeno, mas tinha um segundo piso,  com mais mesas. A comida era boa, farta e os preços compatíveis com a oferta e os serviços.

Ristorante e Pizzeria Al Sportivi - Campo de Santa Margarita – Dorsoduro –

Muito bem localizado, de frente para o largo de Santa Margarita, era outro restaurante típico italiano, com tratamento excelente, pratos ótimos e bem servidos, qualidade de primeira e preço justo.   Experimente a sopa de frutos do mar, uma das especialidades da casa. Para o almoço ofereciam um menu turístico, mais simples, saboroso e bem em conta.

Ristorante e Pizzeria da Totò - Spadaria, 676 -

Ficava meio escondido no caminho entre San Marco e Rialto e quando localizá-lo, certamente teria um empregado na porta, convidando os clientes a entrar. O cardápio era bom e variado e os preços estavam dentro do padrão da cidade. Como trocou de dono antes da pandemia, a equipe ainda estava em treinamento, mas nada que prejudicasse o andamento do negócio. A proposta, era também ser considerado um dos melhores italianos da cidade. 

Trattoria Al Gazzettino - Sotoportego de le Acque, 4997 -

Era recomendado como um dos melhores ristoranti italianos de Veneza. A esposa do proprietário comandava a cozinha e preparava pratos especiais, que não constavam do cardápio. O local era pequeno, tinha 2 entradas e fechavam uma delas com uma mesa a mais, e aí a entrada era pelos fundos! Faça reserva. Comida muito saborosa, e restaurante inteiro cantava parabéns, quando tinha algum aniversariante e o dono apagava até as luzes.

Trattoria Antica Sacrestia -  Calle de la Corona, 4463 -  Castelo -

Era outro que ficava meio escondido, mas algumas placas ajudavam a localizá-lo. Era uma antiga casa utilizada pelos padres, para servir comida aos pobres. Foi vendida e transformada num ambiente charmoso e diferente Os pratos eram fartos, tinha antepastos maravilhosos, muitos frutos do mar e tudo era muito bem elaborado. Os garçons eram muito simpáticos e o proprietário Sr. Pino, caprichava no atendimento. Especializado em pastas e frutos do mar.

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