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 P A R I S - Novo território muçulmano -
França - parte 1/2

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As informações e recomendações inseridas neste texto, objetiva facilitar seu programa de viagem para visitar a capital francesa. Escolha o que pretende conhecer e monte seu roteiro para melhor aproveitar sua passagem por aqui...

A capital francesa, outrora charmosa e convidativa, hoje estava se transforrmando  numa grande lixeira física e humana, graças as leis de acolhimento de imigrantes de origens diversas, principalmente os oriundos de países islâmicos, que chegavam aos milhares e tomaram conta do Distrito de St. Dinis, onde já eram a maioria da população. Era uma gente enraivecida, que saia de seu mundo cruel, para infernizar a vida de pessoas que sempre viveram em paz e num harmonioso convívio comunitário.

Essa gente feia e mal encarada, tinha o objetivo explícito de intimidar os residentes, e impor sua doutrina religiosa retrógrada. Não satisfeitos com o desrespeito às leis locais, queriam impor seu modus vivendi na marra, e por conta disso, estavam destruindo ícones da cultura ocidental e ainda, não satisfeitos com suas ações predatórias, invadiram a área central de Paris, jogando lixo por todos os lados, urinando e defecando nas vias públicas, a qualquer hora do dia. A outrora encantadora Paris, não era mais aquela cidade que atraia gente do mundo todo. Enquanto governos de esquerda estiverem no comando, o caos fará parte do cotidiano dessas grandes metrópoles!

 

A França de um modo  em geral, já estava subjugada pelo islamismo. Lamentável ! E para piorar a situação, a capítal francesa estava entre as 10 cidades mais caras no mundo para o turismo. Berço da cultura e da arte, Paris era um destino que ainda merecia ser explorado a fundo e para isso era necessário certo tempo. O ideal era reservar ao menos quatro/cinco dias de estadia na cidade, período que, ainda assim, poderia não ser suficiente, dependendo da quantidade de atrações a serem visitadas. Se tiver coragem de circular pela cidade, enfrente esse desafio ! Para situar os que estava conhecendo a cidade pela primeira vez, uma breve explicação: a capital francesa estava dividida em 20 bairros numerados, os chamados arrondissement. Quanto mais baixo o número, mais centralizado era o bairro. O primeiro arrondissement englobava a área do Museu do Louvre e o entorno da Catedral de Notre Dame. Além disso, o Rio Sena, com seus barcos turísticos em toda a sua extensão, também cortava a cidade em duas partes: a margem direita (Rive Droite) – considerada a mais sofisticada e a margem esquerda (Rive Gauche).

 

Dicas Gerais

 

Visto – Cidadãos brasileiros não precisavam de Visto de turismo para permanência de até 90 dias na França, e em outros países-membros do Acordo de Schengen. Porém, no momento do desembarque, eram exigidos Passaporte válido e outros comprovantes como passagens de ida e volta, o comprovante de recursos financeiros e seguro-saúde válido em todos os países-membros do acordo. Desde maio de 2021, passaram a exigir comprovação de vacina contra o Corona virus, com um mínimo de 60 dias antes da data de chegada a capital francesa.

 

Quando Ir  - A cidade ainda era agradável em todas as épocas do ano; portanto, a escolha do período de estadia dependerá muito dos gostos e dos objetivos de cada visitante. No verão, as ruas ficavam mais cheias, festivas, e o clima incentivava a caminhadas. Já na primavera, a cidade estaria ainda mais colorida e as temperaturas bem mais amenas. No inverno, o dia começa mais tarde e terminava mais cedo e invariavelmente, era sombrio e entristecido. Se não estiver chovendo ou nevando, tudo bem. Poderá sair para caminhar e curtir o inverno parisiense. Lembrete: todas as cidades grandes,  principalmente, quando nevava ficava complicado sair para caminhar, por conta da meleca que se formava pelas ruas e avenidas.

Dinheiro – Paris não era um destino barato, principalmente no que dizia respeito a hospedagem, restaurantes e certos pontos turísticos/passeios. Mas isso não queria dizer que a cidade não tivesse opções mais em conta. A moeda local era o Euro e casas de câmbio/caixas eletrônicos podiam ser encontrados em quase todas as áreas.

 

Locomoção – O Metrô era muito eficiente, fácil de usar e a quantidade de linhas atendiam muito bem aos que estivessem visitando a cidade. Mas se tiver a oportunidade (e o clima colaborar), não deixe de explorar a cidade à pé ou de barco nos Cruzeiros que cruzavam o Rio Sena. Evite andar de táxi, porque os engarrafamentos do trânsito eram frequentes e perderá muito tempo. Escolha o Metrô ou os ônibus, que eram bons e estavam por toda parte.

 

Segurança – A capital francesa, em geral, era segura, porém os golpes e furtos estavam cada vez mais frequentes, especialmente nos pontos turísticos e no Metrô. Fique muito atento com a sua carteira, bolsa/mochila e outros objetos de valor, pois os assaltantes podiam roubá-lo da maneira mais sutil possível. Também, não dê confiança a pessoas estranhas. Os batedores de carteira, costumam agir em grupos ou trios, geralmente uma mulher e dois homens. Fique de olho, para não ter que antecipar a viagem de volta. !

 

Chegue Cedo – Paris é uma das cidades mais visitadas do mundo, portanto, é raro encontrar a cidade vazia. A fim de evitar certos aborrecimentos, como as enormes filas que se formam na porta de alguns pontos turísticos,  é recomendado chegar cedo ou adquirir ingressos com antecedência. Aos que forem a Paris, com o intuito de comer em restaurantes mais disputados, também se recomenda efetuar reservas previamente. Diversos restaurantes, aceitam reservas por meio de websites, e-mail ou telefone.

Biblioteca Nacional da França -  Quai François Mauriac -  

Instalada no antigo palácio do Cardeal Mazarin, desde 1300 formava juntamente com o sítio François Mitterrand, situado no cais François Mauriac, uma das mais importantes bibliotecas do mundo. Antiga Biblioteca Real, o sítio Richelieu albergava coleções prestigiosas como a Música e as Artes do espetáculo, os manuscritos ocidentais e orientais, os mapas e planos, as estampas e fotografias, assim como as moedas, medalhas e antiguidades. Acolhia regularmente exposições temporárias nas suas Galerias Mansart e Mazarine, com ambiente simplesmente maravilhoso. Decorada com o puro estilo barroco, a Galeria Mazarine, construída de 1644 a 1646 pelo arquiteto François Mansart, era ornada com esplêndidos afrescos, pintados pelo artista italiano Giovanni Francesco Romanelli. O mais impressionante era o abobadado prédio Richelieu, que ficava na própria Rue de Richelieu, no Quartier Vivienne.

 

 

 

Os Museus

Museu Carnavalet -   Rue de Sévigné,  23 - Marais

Depois de vários anos fechado aguardando reformas, reabriu este ano de 2021. Contando com uma riquíssima coleção com mais de 600 mil itens: pinturas, desenhos, gravuras, posters, vitrais, fotografias, esculturas, objetos  arqueológicos em cerâmica, numismática e mobiliário, todos instalados em 140 salas distintas. Uma ala muito interessante de visitar no interior do museu, era a dos objetos e mobiliários que retratavam a vida da população parisiense, nos últimos séculos inclusive o quarto no qual o escritor Marcel Proust morreu, quando escrevia a obra À La Recherche du Temps Perdu.

 

Para marcar a reabertura, o Museu Carnavalet organizou a mostra Revoir Paris,  com imagens feitas pelo fotógrafo Henri Cartier-Bresson. A exposição  propunha retraçar os laços do fotógrafo com a cidade, onde ele praticamente nasceu, viveu e que o alimentou artisticamente. Ele nunca deixou de fotografar Paris, nas pausas entre suas longas viagens. O título Rever Paris evocava justamente o estado de espírito de Cartier-Bresson quando estava na cidade. A exposição, que era cronológica e temática, acompanhava o desenvolvimento de sua carreira, que começou em Paris e, em seguida, madura, quando estava na agência Magnum. Depois vinha o afastamento progressivo da fotografia, quando ele passou a se dedicar ao desenho, no final de sua vida. Não deixe também de passear e relaxar nos jardins do museu, que eram belíssimos. O museu era o mais velho dos museus pertencentes ao município de Paris, datado de 1880. Abria de terça a domingo, das 10.00 às 18.00h. As bilheterias fechavam às 17.15 e às 17.55 para os balcões de vendas. Os quartos fechavam às 17.45h.

MAD - Museu das Artes Decorativas -  Rue de Rivoli,  107 -

Ao contornar o Museu do Louvre, pela Rue du Rivoli, logo se chegava a este centenário museu. Dos 530 mil itens da coleção permanente, 125 mil eram focados na indústria textil, entre roupas e tecidos datados a partir do século III . Em seus 1.500 m2, abrigava mostras temporárias sobre grandes estilista e marcas, como Christian Dior e Hermés.

Maison Gainsbourg -  Rue de Verneuil, 14 - 

A casa onde o celebrado cantor francês Serge Gainsbourg vivia, foi fechada ao público, desde sua morte em 1991. Nesta primavera, porém, finalmente seria aberta como um museu dedicado à sua vida e obra. O projeto foi liderado por sua filha – a atriz e cantora Charlotte – e a principal atração, certamente seria a famosa e excêntrica área de estar de Serge, com seu piano, bar art déco e enorme coleção de esculturas.

Museu das Tulherias e Museu de L`Orangerie

Situado entre a Praça da Concórdia e o Louvre, este jardim datado do século XVI era repleto de fontes, esculturas e verde. Lá também se encontrava um dos museus mais importantes de Paris, o Musée de l’Orangerie, onde se poderia ver de perto as Nymphéas, de Claude Monet.

 

Museu do Louvre – Rue de Rivoli -

O Louvre tinha a mesma ordem de grandeza do Hermitage, de Leningrado. Havia registros que afirmavam que este era o maior museu do Mundo, outros que o colocavam em segundo lugar. Mas era certamente o museu mais visitado do Mundo! Anualmente milhões de visitantes percorriam seus corredores para registrar fotos com a “Mona Lisa”, provavelmente a obra de arte mais valiosa do Mundo, apesar das suas pequenas dimensões. O seu valor era incalculável e somente era possível observá-la de um perímetro a vários metros de distância. Encontrava-se protegida por um vidro numa instalação de alta segurança. Além da Mona Lisa, a Vênus de Milo, uma das mais famosas esculturas da Grécia e os Apartamentos de Napoleão eram os pontos mais visitados, mas para aceder aos mesmos era necessário percorrer muitos corredores e diversas salas onde eram expostas importantes obras de arte. Durante a II Guerra Mundial, com Ocupação Nazi em Paris, em 1939, quase todas as obras foram retiradas do Louvre e levadas para o Vale de Loire.

 

Museu D`Orsay –  Rue da Légion d'Honneur -

Instalado em uma antiga Estação de Trens, era outra atração imperdível da capital francesa. O local abrigava uma grande coleção de importantes obras, como o Auto retrato, de Van Gogh; as Coquelicots, de Claude Monet; L’homme qui marche, de Auguste Rodin, entre muitas outras obras extraordinárias.

Museu do Exército  - Palácio dos Inválidos

Era parada obrigatória para aqueles que se interessassem por assuntos de guerra, e para os fãs de Napoleão Bonaparte (não deixe de visitar o belíssimo túmulo do Imperador). Durante a visita ao extenso museu militar, era possível realizar um longo percurso através da história mediante diferentes objetos, armas, armaduras, trajes ou material fotográfico. As exposições estavam organizadas de forma cronológica, o que tornava muito fácil seguir o fio da história. Uma das partes mais interessantes do museu continha armas e armaduras de todas as partes do mundo, organizadas segundo sua procedência, embora também resultasse chamativa a extensa área dedicada às duas guerras mundiais. Na zona voltada aos mapas em relevo, era possível ver centenas de maquetes dos Fortes de diferentes localizações. Essas maquetes foram criadas a partir de 1668 para que Luís XVI pudesse realizar seus planos de conquista e o lugar de determinados povoados.

 

Museu Rodin –  A maior coleção do escultor francês Auguste Rodin, poderia ser vista neste museu, inaugurado em 1919, e que abrigava obras importantes e mundialmente famosas, como O Beijo e A Mão de Deus.

Petit Palais - Avenida Winston-Churchil -

Era o Museu de Belas Artes e possuia uma coleção permanente, gratuita, que incluia obras de Delacroix, Toulouse-Lautrec, Courbet, entre outros. Deveria entrar no Petit Palais por duas razões fundamentais: a primeira para admirar a beleza desta arquitetura, do início do século XX, que mesclava a arquitetura art nouveau com o estilo clássico de revestimento de pedras. Repare a porta de entrada, com um maravilhoso trabalho de ferro forjado, e as esculturas da fachada  e no interior do museu, veja os mosaicos do solo, as colunas esculpidas, e as pinturas murais. As salas de exposições se abriam para um jardim interno com belo restaurante que também funcionava como um  Cafeteria. 

Pontos Turísticos

 

Arco do Triunfo –  O monumento ficava de frente para a Avenida Champs-Elysées, tinha 50 metros de altura e diversas esculturas adornando os pilares. Nas paredes do local – um dos pontos mais famosos da capital francesa – também estavam gravados os nomes de batalhas e de Generais de guerras.

 

Avenida Champs-Elysées La plus belle avenue du monde, a Champs Elysées era um dos endereços mais movimentados e mais caros de Paris. Eram 1.910 metros de comprimento repletos de lojas de todos os tipos, cinemas, Cafés e restaurantes. Aqueles que curtiam andar à pé iriam gostar do percurso Arco do Triunfo - Champs-Elysées - Praça da Concórdia (onde estava o Obelisco). No caminho, repleto de belas paisagens, aproveite para conhecer o Petit e o Grand Palais, a Ponte Alexandre e o Jardim das Tulherias.

Catedral de Notre Dame Servira de palco de vários acontecimentos importantes, como a coroação do Imperador Napoleão ( por ele mesmo ), a Notre Dame de Paris chegava a receber 10 milhões de visitantes todos os anos. Tanto o interior quanto o exterior da igreja eram belíssimos!. Depois do incêndio, que quase a devastou totalmente, estava em processo de recuperação e as visitas ainda não estavam sendo permitidas. Entretanto, constava que agora em 2023 as visitas já estavam voltando ao normal.

Grand Palais -

Em março de 2021, após um século de vida agitada, o Grand Palais fechou suas portas para entrar em uma importante fase de obras. Deverá durar até os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris 2024, para a Nave e as galerias ao redor, e até a primavera de 2025 para o resto do conjunto. Os caprichos da história e do tempo tornaram imperativa esta restauração: enfraquecido e fragmentado, o monumento sofria de um estado generalizado de dilapidação. 121 anos após sua criação, o Grand Palais estava escrevendo uma nova página em sua história. Para dar conta dos bastidores deste extraordinário projeto e das grandes etapas que o estruturarão até 2025, serão regularmente partilhados online vídeos, textos fotográficos e gravações áudio, testemunhos deste restauro de rara escala que oferecerá ao Grande Palácio um verdadeiro renascimento. Na Avenue Winston Churchill, de frente para o Sena, as obras do Grand Palais estavam a todo vapor.

Hospital Vaugiraud -   Rue Vaugelas, 10 -

Era um capítulo importante e desconhecido para os brasileiros. Os franceses eram gratos aos brasileiros, pela ajuda humanitária recebida em 1918, ao fim da Segunda Guerra, quando nosso país enviou o navio La Plata, com uma Missão Médica Especial,  com 168 profissionais altamente especializados, para montar um Hospital de Emergência, e ajudar na recuperação dos feridos mais graves. Com demonstração de gratidão, pelo esforço do contingente brasileiro instalados num antigo Convento Jesuita, transformando-o no Höpital du Vaugiraudi, que funcionava até  hoje. Para chegar e ver a placa instalada nos jardins, em nossa homenagem, pegue o Metrô Convention ( Linha 12 ) em direção a Porte de Versailles e desça na Estação Vaugiraud e depois uma pequena caminhada pela rua do mesmo nome até o Jardin du Hôpital de Vaugiraud onde está placa: Aqui se ergueu o hospital franco-brasileiro dos feridos de Guerra, criado e mantido pela colônia brasileira em Paris, como contribuição da causa aliada 1914-1918. Placa inaugurada por ocasião do 80. aniversário da presença da Missão Médica Brasileira Especial na França.

Pére Lachaise – Cemintério -  Rue du Repos, 16  - 

Era a morada eterna de várias personalidades, entre elas o pintor Eugéne Delacroix; o espírita Allan Kardec; o escritor e poeta Oscar Wilde; a cantora francesa Edith Piaf; o líder da banda The Doors, Jim Morrison, entre outros. O local repleto de árvores, esculturas e sepulturas bem elaboradas, recebia uma grande quantidade de turistas anualmente.

Sacré Coeur de Montmartre - (Basílica do Sagrado Coração) –  

Estava localizada no ponto mais alto de Paris e desde a época da ocupação romana, já abrigava templos dedicados a Marte e Mercúrio. A colina de Montmartre havia também abrigado uma capela dedicada a Saint Denis, o primeiro mártir da França. Era um lugar sagrado, de culto e adoração. Hoje  era um dos bairros mais charmosos da capital, conhecido pelos seus Cafés, cabarés e ruas repletas de artistas e de turistas!.  Em 1871, a França foi derrotada pela Alemanha, na guerra franco-prussiana (1870 -1871), marcando a queda de Napoleão III,  e o fim do sistema monárquico francês. Além de perder uma parte do seu território – o que corresponde hoje à região de Alsácia-Lorena – a França ainda foi obrigada a pagar uma indenização de cinco bilhões de francos de ouro, para cobrir os danos causados à Prússia. 

 

Com a queda de Napoleão III, iniciava-se a Comuna de Paris, um governo revolucionário, onde mais de 30.000 pessoas foram mortas, e boa parte dos parisienses morreram de fome. Para os católicos, esses tempos difíceis não estavam acontecendo por questões políticas e sim por questões espirituais, era uma punição de Deus. Por isso, eles decidiram construir uma igreja dedicada ao culto do Sagrado Coração de Jesus, como forma de pedir perdão à Deus, pelos últimos eventos e pelas faltas cometidas. Os vitrais originais sofreram com os bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial e foram restaurados em 1946. O sino da igreja, tinha 3 metros de diâmetro e era um dos mais pesados do mundo, com quase 19 toneladas. Para se ter uma visão mais espetacular de Paris, era só subir até o Domo e ter disposição para subir mais quase 300 degraus. A entrada, era pelo exterior da Basílica, pelo lado esquerdo e custava 10 Euros.

 

Saint Chapelle –  Boulevard du Palais, 10 - 

Eram duas capelas construídas entre 1246 e 1248, idealizadas por Luís IX, para receber a coroa de espinhos de Jesus. Na capela superior, o visitante  encontraria as famosas janelas com vitrais, que contavam histórias da Bíblia. E, se o dia estiver ensolarado, o efeito nos vitrais será um show à parte!

 

Torre du Montparnasse   Avenue du Maine, 33 -

Desde o alto da Torre Montparnasse, que tinha 210 metros de altura, tinha-se uma espetacular visão 360º da capital francesa. Monumentos/pontos turísticos como a Torre Eiffel, a Basílica do Sagrado Coração e Museu do Louvre podiam ser facilmente identificados lá de cima. Em boas condições climáticas, era possível visualizar até 40 quilômetros à frente.

Torre Eiffel – Era o monumento francês mundialmente mais famoso, criado pelo engenheiro Gustave Eiffel, foi inaugurada em 1889. A torre tinha 300 metros de altura, 7,3 mil toneladas de ferro e recebia milhões de visitantes todos os anos. Não deixe de subir ao topo e admirar uma das vistas mais bonitas de Paris!

Gastronomia

Angelina - Rue de Rivolli, 226 -- 
Era uma excelente e típica confeitaria francesa. Era uma das mais famosas e que muito turistas conheciam, e onde parisienses e franceses do interior apareciam para visitar e saborear suas delícias. Estava localizada perto do Louvre, e poderia ser que encontrasse um pouco de fila para entrar. Experimente sentar e tomar um café ou comer um doce no salão interno.

Café de Flore - Boulevard Saint-Germain, 172 -

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Café de Flore, situado no bairro de Saint-Germain-de Prés, era o local onde o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre produzia e se encontrava com os amigos. Com a companhia de Simone de Beauvoir, Sartre também frequentava o Les Deux Magots. O Café de Flore, maior rival do Les Deux Magots, era o preferido de Pablo Picasso.

Chez L`ami Jean – Rue de Mallar, 27 - bairro de Gros-Caillout - Sétimo Arrondisement -

O restaurante era ideal para os que buscavam algo mais especial. Comandado pelo Chef Stephane Jego, tinha um ambiente incrível, deliciosos pratos e excelente atendimento. Faça a sua reserva com antecedência!

 

Hediard - Place de La Madelaine, 21 - 

Existia desde 1854, e seus atuais proprietários, descendentes do primeiro dono ( Ferdinand Hediard ), criaram  o restaurante La Table D`Hediard, com uma cozinha famosa, além de oferecer uma variedade incrível de queijos, vinhos, temperos, chás, cafés do mundo todo, geléias, compotas e uma infinidade de outras opções para o bom gourmet.   

La Cantine de Belleville - Boulevard de Belleville, 108 - Metrô: Belleville (Linhas 2 ou 11) -

Era uma brasserie, com comida tradicional francesa e a velha  formule: entrada + prato principal +  sobremesa, por um preço fixo. Cada fórmula, saia em média por 20 Euros no jantar e a 15 euros no almoço. Funcionava das 9.00 às 2.00 da madrugada. ​Alguns pratos recomendados: sopa de marrons, Tartare de Boeuf, Andouillette (fraldinha com batatas assadas e molho de  mostarda), Faux Fillet (Contrafilé ao molho de pimenta e batatas assadas) e Lasanha. E para finalizar a experiência, o Crème Brûlée, Mousse au Chocolat, ou Cheesecake Coulis de frutas vermelhas. 

 

La Felicità – Parvis Alan Turing, 5 - 
Era um dos 9 restôs do grupo italiano Big Mamma,  este ficava ao lado do maior pólo de StartUps da Europa,  a Station Of – era necessário agendar horário. Havia um Tour de turismo com duração de 1 hora, que terminava  ao lado do La Felicità.

 

La Fregate – Avenue Ledru-Rollin, 30 - Quai-de-la-Râpée-Gare-de-Lyon -

Ficava próximo aos museus D`Orsay e Orangerie, era um bom restaurante e Café aconchegante, com um cardápio repleto de delícias.

Le Pareloup - Rue Beaugrenelle, 16 - Metrô: Charles Michels (linha 10) -

Era um Bistrô especializado em carnes de excelente qualidade, e também servia a tradicional fórmula básica, a 20 Euros. Até dezembro de 2019 tinha uma atendente de origem portuguesa, e também oferecia cardápio em português. Entre os pratos mais conhecidos, estava a salada de queijo de cabra regada ao mel, as ostras frescas Jean d`Cancale, o foie gras e alguns pratos à base de carne de frango.

Le Procope - Rue de l'Ancienne Comédie, 13 -

Fundado em 1686, era considerado o primeiro Café literário do mundo. Foi erguido numa antiga casa de banhos turca, por um italiano radicado na capital francesa, onde funcionava até hoje. Estava situado próximo ao teatro Comédie-Française e virou point de artistas. No primeiro andar havia uma mesa que era ocupada pelo filósofo iluminista Voltaire. Além dele, frequentavam a casa Jean de La Fontaine, Balzac, Beaumarchais, Verlain, Rousseau e Victor Hugo

Le Refuge des Fondues - Rue des Trois Frères, 17 -

Dica para os que desejassem experimentar uma fondue em Paris, mas sem gastar muito. O ambiente era inusitado, com mesas enormes e que ocupavam praticamente todo o espaço, além das bebidas que eram servidas em divertidas mamadeiras de plástico.

 

Le Relais de L`Entrecôte - Boulevard du Montparnase, 101 -

Oferecia suculentos steaks bovinos envoltos em um molho misterioso, salada e as batatas fritas mais sequinhas e crocantes da cidade. Este era o menu do restaurante que fazia sucesso e estava sempre lotado. As sobremesas  também eram excelentes!

Le Train Bleu - Place Louis Armand - Gare de Lyon -

Estar no Le Train Bleu era praticamente voltar alguns anos e chegar na Belle Époque francesa, graças à sua maravilhosa decoração. As cadeiras, mesas e demais móveis eram de época e a decoração de madeira e dourado davam o toque especial. Contava com duas salas onde estava o restaurante e também uma área de bar com salões. Era um passeio tanto gastronômico quanto cultural. Mas era preciso fazer a reserva para garantir uma mesa!  Esse era um daqueles restaurantes em que se aproveitava não só a comida, mas toda a experiência porque era impossível não se apaixonar pela elegância do ambiente que remetia a luxuosos passeios de trem daqueles que vemos na televisão com mesa posta e louça impecável.  Abria das 7.30 às 22.30h para o Bar e o restaurante funcionava das 11.15 às 15.00h e das 19.00 às 22.30h.

 

Les Pilosophes  Rue Vieille du Temple, 28 -

Situado numa esquina do Le Marais,  era um charmoso restaurante com um cardápio especial. Boas pedidas, eram a tábua de queijos, o steak tartare e o tradicional Boeuf Bourguignon, deliciosa carne ensopada, cozida ao vinho. Depois do almoço ou jantar, não deixe de explorar a área em volta, com suas ruazinhas charmosas que proporcionavam um pouco de conhecimento do modus vivendi do parisiense.

Mokus l’Écureuil - Avenue Kléber, 116 -  
Era uma boa pizzaria muito bem localizada, próximo da Torre Eiffel, o valor era bem justo e serviam uma pizza muito boa. Funcionava no esquema service continue, ou seja, onde se pode chegar a qualquer hora que todos os itens do cardápio estariam disponíveis.

Patisserie Stohrer  - Rue Montergueil, 51 – Rue Cambronne, 95 e Rue de Levis, 58 -

Em 1725, Louis XV casou-se com Marie Leszczynska, filha do Rei Stanislas, da Polônia. Foi quando o Chefe pâtissier polonês Nicolas Stohrer, mudou-se também para Versalhes para acompanhar a então Rainha. Cinco anos mais tarde, em 1730, Stohrer abriu sua própria loja na Rue Montorgueil. Em sua cozinha, criou e aperfeiçoou doces maravilhosos para a alegria da grande Corte. Nascia então a Confeitaria mais antiga de Paris. Stohrer foi o grande criador da sobremesa, Baba au Rum, e Ali-Baba, regado com Rum e coberto com creme de baunilha e uvas secas e o Baba chantilly. Para chegar use o Metrô  Senter ( linha 3 ) ou Metrô Ettiéne Marcel, linha 4. Era uma recomendação expressa para quem apreciasse doces finos, diferentes e de alta qualidade!

Quartier Latin – Cluny La Sorbonne

Era um dos melhores lugares para curtir Paris, principalmente no período da noite. Sentar em um restaurante ou bar e pedir um vinho, aproveitar da música e apresentação de artistas de rua… Era muito Paris!

 

DICAS – para visitar pela cidade

 

Brasserie Bofinger - Rue de la Bastille, 5/7 - 

Era um lugar imperdível. Famoso por ter servido de local para reuniões de grandes intelectuais do passado, também se destacava por servir um delicioso foie gras de canard à moda da casa, um carré e uma bouillabaisse Bofinger.

Galerie de Valois Rue du Valois -

Estava localizada no 1º arrondissement, integrada às ruas que cruzavam o Jardim do Palácio Real. Corria ao longo da Rue de Valois, no lado leste do Jardim. Começava no peristilo de Valois, terminava no peristilo de Beaujolais. Cada arcada era numerada de modo que, para a mesma loja que ocupva várias arcadas, vários números eram atribuídos a ela. Para chegar era pegar o Metrô Palais Royal ( linhas 1 e 7 ).

Galerie Vivienne - Rue de la Banque, 5 - 2o Arrondisement - 

Repleta de bares e cafeterias, foi construida em 1823 e possuia 3 entradas: uma pela Rue Vivienne, outra na Rue de la Banque e a terceira pela Rue des Petits-Champs. Encontraria nesta Galeria, belas lojas e um bom restaurante/casa de chá chamado À Priori Thé. Na entrada da Rue Vivienne, estava a loja de Jean-Paul Gaultier. - 

Lavatório Madeleine - Place Madeleine -

De acordo com especialistas em turismo o Lavatório Madeleine, construído em 1905, tem atraído turistas curiosos. Localizado junto à Igreja de La Madeleine, o banheiro público passou por uma recente reforma que o colocou novamente no mapa da cidade. Após 12 anos fechado, o Lavatório Madeleine reabriu suas portas no dia 20 de fevereiro de 2023. O que antes era apenas um banheiro público, agora se tornou um ponto turístico, conquistando seu lugar na lista de referências para os visitantes da capital francesa. A arquitetura do Lavatório Madeleine, com seu estilo art nouveau, encantava os visitantes com suas belas cerâmicas, vitrais e espelhos. Representava uma corrente artística que marcou o final do século IX e o início do século XX. Com duas galerias distintas, uma para homens e outra para mulheres, este banheiro público impressionava não só pela sua decoração impecável, mas também pela sua funcionalidade. Cada cabine do Lavatório Madeleine era um lavabo individual, garantindo total privacidade para seus usuários. As cabines eram decoradas com madeira de mogno envernizada, belíssimos vitrais, pastilhas cerâmicas, e mosaicos coloridos. Atualmente, as galerias eram acessíveis apenas por escadas o que ainda dificultava o acesso de pessoas com mobilidade reduzida.  

Place de la Contrescarpe -

Possuia vários Cafés, pubs e livrarias, sendo muito frequentada, por jovens artistas e intelectuais e também servia de palco para manifestações sociais, culturais e para o Grande Baile, em homenagem ao Dia da Bastilha.

Passage des Panorames -

As Les Galeries situavam-se entre o Boulevard Montmartre e a Rue de St. Marc. Aí estava a Passage des Panorames, com suas livrarias, papelarias, sebos, lojas para desenhistas profissionais, Cafés, Associações de classe, joalherias, galerias de arte e antiquários. Ficava no lado ímpar do Boulevard Montmarte. Sugestão para comer: restaurante Passage 53 e L’Arbre a Cannelle,

Passagem Jouffroy -

Desde que foi construída, em 1836,  tem sido uma das Galerias cobertas mais visitadas da capital. Situada nos Grands Boulevards e na continuação de Passage des Panoramas, devia seu charme a sua bela arquitetura de ferro e vidro e seu piso de mármore. Destacava-se pela variedade e originalidade dos estabelecimentos que abrigava. As crianças e os adultos visitavam o Musée Grévin, e seus famosos modelos de cera. O Salon des Miroirs, era uma antiga Brasserie do século XIX, que era usada apenas para locação privada e se transformava em um clube nas noites de sábados. Junto, o Hôtel Chopin era um local original, para uma agradável hospedagem. Os gourmets podiam fazer uma pausa no Valentin, e sua sala de chá era imperdível. Era acessível também através da Rue de la Grange-Batelière, 9.

 

Marché Maubert - Place Maubert -

Era um recanto incrível, com sua feirinha agitando o bairro, com a venda de artesanatos, roupas, flores, queijos, vinhos, frutas e produtos frescos em geral. A Praça era acessível pela Linha 10 de Métro, até a Estação Maubert - Mutualité

 

Marché Raspail -

Era uma feirinha instalada no Boulevard Raspail, entre a Rue Cherche-Midi e a Rue de Rennes. Funcionava regularmente todos os dias, e nos fins de semana era incrementada com produtos oriundos do interior do país. Aqui encontraria tudo o que de melhor o parisiense utilizava para a alimentação diária.

Paul -  Rue De Seine, 77  - e Avenida da Ópera, 25 --

Fundada em 1889, era uma rede com várias casas espalhadas pela cidade. Fundada pela família Mayot, as lojas da Paul ofereciam sanduíches maravilhosos e em algumas de suas lojas, o petit dejéuner e almoço a preços populares. Suas variedades de sanduíches eram o ponto forte da casa. Impossível sair sem experimentar, pelos menos um...Eram nada menos do 20 pontos espalhados pela cidade com restaurante, confeitaria, padaria e sanduicheria.

 

Poilâne -  Rue Cherche-Midi, 8 -

Existia desde 1932, sendo uma das mais famosas boulangeries da capital francesa. No passado, servia de referência para artistas como Salvador Dali, que trocavam trabalhos por pães da Poilâne. Experimentar seus pães ou  leve-os para o hotel. 

Rue Mouffetard -

Ficava próxima a Place de la Contrescarpe, oferecendo inúmeros mercadinhos, fruteiras, bistrôs, Cafés, sorveterias, galerias de arte, livrarias, e restaurantes. Destaque para o restô L`Assiete Aux Fromages – que no começo vendia somente queijos para degustação, e agora se especializara em fondues e raclettes, elaborados sob a receita do dono e Chef grego George. Depois, dê uma circulada pela Place.

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