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OSLO - Os Museus e Galerias  - Noruega - 3/3

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Os Museus e Galerias de Arte da Noruega

 

Em Oslo o que não faltava eram museus e galerias de artes. Escolhemos  o que entendemos mais interessantes para o visitante:

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Galeria Nacional da Noruega  -   Universitetsgate, 13 -

Inaugurada em 1837, possuia a maior coleção de pinturas e esculturas do país. Em suas exposições podiam ser vistas tanto obras clássicas quanto numerosas peças de arte moderna. Em um primeiro momento, o museu se instalou no Palácio Real de Oslo, onde permaneceu até 1882. A partir desse ano, foi inaugurado um novo prédio desenhado especialmente para abrigar sua extensa coleção. A coleção da Galeria Nacional era a maior da Noruega e contava com mais de 4.500 pinturas, aproximadamente 1.000 esculturas e uma infinidade de desenhos, gravuras e obras gráficas.

 

Algumas das peças mais importantes do museu eram O Grito e A Madonna, de Edvard Munch, ainda que a maioria das obras do pintor norueguês se encontrasse no Museu Munch. A Galeria Nacional também contava com excelentes obras de grandes artistas internacionais, como El Greco, Picasso, Van Gohk e Monet. Atualmente fazia parte do Museu Nacional de Arte, a Galeria Nacional de Arquitetura e Design que possuia a maior coleção de arte de toda a Noruega, com mais de 4.500 imagens, quase mil esculturas e o mesmo número de moldes de gesso e, mais 17 mil desenhos e 25 mil diversos. Os horários de visitas eram de terça a sexta das 10.00 às 18.00h (quinta até as 19.00h) e as sábados e domingos das 11.00 as 17.00h. 

Holmenkollen Ski Museu & Torre  -  Kongeveien, 5 -

Era o museu mais antigo do mundo, especializado em esquis e na história do esqui. O museu estavasituado dentro do verdadeiro salto de esqui de Holmenkollen, onde os visitantes podiam ter uma vista magnífica de Oslo. O Museu do Esqui, ilustrava 4.000 anos de história do esqui, com gravuras rupestres, esquis da era Viking. Os esquis de várias partes da Noruega, mostravam as tradições e habilidades do artesanato local.

 

Apresentavam modernos esquis de corrida e de cross-country, bem como esquis usados ​​por atletas ao longo do século passado. Uma exposição de snowboard ilustrava essa nova tendência dos esportes de inverno. Os equipamentos polares usados ​​nas expedições históricas de Fridtjof Nansen e Roald Amundsen, mostravam o grande contraste com os equipamentos usados ​​pelas expedições de hoje. A Exposição intitulada Winter Joy, contava a história da vida ao ar livre. O foco da exposição, era a neve, o esqui e a floresta de Oslo. Também mostrava o desenvolvimento de várias modalidades de esqui, como skijumping, cross-country, alpino e biatlo. A família real em esquis, fazia parte da exposição. O museu foi fundado em 1923, e estava situado em um belo prédio de madeira de Frognerseteren, com distância de 2km. de Holmenkollen. Para os Jogos Olímpicos de Inverno em Oslo, em 1952, o Museu do Esqui foi transferido para Holmenkollen. Em 1983, a Skiforeningen (Associação para a Promoção do Esqui, proprietária e administradora do museu) comemorou seu 100º aniversário. Para marcar a ocasião, uma nova seção do museu foi construída ao lado do salto de esqui.

 

Museu da História Natural - Fredericks gate, 2 –

Fazia parte da Universidade de Oslo e inclui o Museu Histórico, no centro da cidade  e o Museu do Navio Viking, na bela área de Bygdøy.

 

Museu das Forças Armadas -  Akershus festning, Bygning, 62 -

Estava localizado perto do Castelo de Askerhus. Exibia informações sobre a participação das Forças Armadas norueguesas  a partir dos Vikings, através das guerras com a Suécia até a Segunda Guerra Mundial e mais um pouco. Cada seção da exposição exibia vários artefatos e informações detalhadas de cada momento.

 

Museu da Resistência Nórdica - Bygning, 21 -

A coleção do museu concentrava-se na resistência norueguesa, durante a ocupação da Noruega pela Alemanha nazista, de 1940 a 1945. O museu exibia equipamentos, fotos e documentos dos anos de guerra. Foi aberto ao público em maio de 1970, por Sua Alteza Real o Príncipe Herdeiro Harald, em comemoração ao 25º aniversário da libertação da Noruega. Tinha como objetivo oferecer uma apresentação autêntica da ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Do prelúdio, passando pela invasão e resistência, à libertação e paz, o Museu proporcionava uma visão completa de eventos e temas importantes usando sons, imagens, textos, objetos autênticos e modelos realistas.

​Museu de Arte Internacional da Criança – Lille Froens vei, 4 -

Era uma instituição pioneira, sendo o primeiro Museu de Arte Infantil, em escala real, do mundo. Hoje, a coleção de arte do museu, continha obras de crianças e jovens de mais de 180 países. Foi criado em 1986, pela Fundação de História Arte e Cultura Infantil. Seu idealizador, Rafael Goldin e  sua mulher Alla Goldin,  conceberam e desenvolveram a idéia deste Museu. Atualmente, era administrado pela filha, Angela Goldin.​

Museu de Arte Moderna Astrup Fearnley – Strandpromenaden, 2

A Coleção Astrup Fearnley, era uma coleção de arte moderna e contemporânea, incluída entre as mais significativas de seu tipo no norte da Europa. O museu complementava as obras da coleção permanente, com exposições rotativas com artistas de renome internacional. A coleção se concentrava na aquisição de obras individuais e inovadoras. Jovens artistas americanos, costumavam dominar, mas personagens significativos da Europa, Brasil, Japão, China e Índia, estavam agora incluídas. O prédio do museu fora projetado pelo renomado arquiteto italiano Renzo Piano. Era composto por três pavilhões, que residiam sob um telhado de vidro com a forma de uma vela náutica. O prédio acenava com seu entorno marítimo, também de outras maneiras: colunas de aço, armadas com cabos, espelhavam os mastros dos veleiros no porto próximo, enquanto o revestimento cinza prateado do prédio, testemunhava a exposição ao clima à beira-mar. O museu era ladeado pelo Parque de Esculturas Tjuvholmen, também projetado por Renzo Piano.

 

Museu de Edward Munch  - Edvard Munchs Plass, 1 - 

Era um prédio monumental homenageando a vida e a obra de Edvard Munch,  foi inaugurado na orla de Oslo. Era um dos maiores museus do mundo dedicados a um único artista, o Complexo levou mais de uma década para ser construído e possuia 13 andares distribuídos em 26 mil m², que abrigavam 11 galerias conectadas por escadas rolantes em zigue-zague. Com essas dimensões, a nova sede do Munch, em Bjørvika, era quase cinco vezes maior do que a antiga, que ficava no bairro periférico de Tøyen. O principal motivo da mudança, porém, foi a preocupação com a segurança. Das quatro pinturas que compõem a famosa série O Grito, considerada a obra mais importante do expressionismo, duas pertenciam ao Museu Munch e uma delas foi roubada em plena luz do dia em 2004. O quadro em questão só foi recuperado dois anos depois, o que gerou bastante debate em torno da necessidade de construir uma instalação mais protegida.

Agora, duas das pinturas de O Grito, além de uma reprodução da imagem em litografia, estavam sãs e salvas no novo prédio do museu (as outras duas versões se encontravam respectivamente em coleção particular e na Galeria Nacional da Noruega. No entanto, as três imagens que pertenciam ao Munch, nunca eram expostas ao público ao mesmo tempo, e o visitante só descobriria qual delas veria quando chegasse ao sétimo andar. A visita ao MUNCH terminava em um terraço ao ar livre, com vista para o Fiorde de Oslo, flanqueado por um bar e um restaurante. Os ingressos custavam NOK$ 160 e deviam ser adquiridos com antecedência.

​Museu de Historia Natural  da Universidade - Sars' gate 1 –

Fazia parte da Universidade  e incluia o Museu Histórico, no centro da cidade  e o Museu Navio Viking instalado na bela área de Bygdøy.  A maior coleção de objetos naturais da Noruega estava à disposição do público no Jardim Botânico, nas estufas e no Museu Zoológico, que juntos formavam o Museu de História Natural.

 

Museu do Folclore Norueguês –  Museumsveien, 10 - Bygdøy - 

Era um Museu ao ar livre, reunindo cerca de 160 prédios históricos. A principal atração era a Igreja Gol Stave, de aproximadamente 1200 d.C. O museu focava no período de 1500 até os dias atuais, e as exibições internas apresentavam  artesanato, arte sacra, costumes e folclore da Noruega e da cultura Sami. Promovia diversas exibições temporárias, programas de audiência e atividades para crianças de todas as idades.  Abria a visitação de 1º  de Janeiro a 30 de abril das  11.00 as- 16.00h;  de 1º  de Maio a 30 de Setembro, das 10.00 as17.00h e de 1º de Outubro a 31 de Dezembro, das 11.00 as 16.00h. Para chegar pegue o Folkmuseet –

 

Museu do Navio Polar Fram - Bygdøynesveien, 39 – Bigdoy

​As exposições do museu giravam em torno do imponente navio Fram, um dos barcos de madeira mais resistentes do mundo, que foi utilizado para realizar três importantes expedições polares, chegando mais ao norte e mais ao sul, que nenhuma outra embarcação na história, e que resultaram na conquista dos pólos, marcando a história de Oslo. Lamentavelmente, a expedição mais conhecida do Fram, foi a sua participação em uma corrida ao Pólo Sul, na qual uma das equipes exploradoras conquistou fama a nível mundial, enquanto seus oponentes não conseguiram sobreviver à viagem de volta. Essa seria a grande e última aventura do Fram, que se viu obrigado a permanecer ancorado até 1935, quando foi criado o museu que narraria a sua história. 

 

​​Durante a visita era possível subir a bordo do Fram, para conhecer seu interior, imaginando como seria o dia-a-dia a bordo, enquanto  percorria os quartos, a sala das caldeiras e o convés. As exposições mostravam o caráter ousado e explorador do homem Viking, narrando aventuras vividas durante a exploração dos pólos. Era possível ver fotografias antigas, além de numerosos objetos originais, que se mantinham intactos para documentar a forma de vida dos exploradores durante suas viagens. O museu incluia o percurso por uma passagem de gêlo, o que tornava a experiência ainda mais interessante, além de algumas projeções sobre a história do barco. Também era possível desfrutar de um espetáculo audiovisual, que simulava as auroras boreais.  Para chegar use o Metrô – linha 1 a 5 ou o ônibus das linhas 20 e 60.

 

Museu dos Barcos Viking -  Museumsveien 10, em Bygdøy.

Contava com três enormes peças-chave, em torno das quais giravam as exposições, os três barcos Vikings muito bem  conservados, junto aos quais foram encontrados restos de tapeçarias, móveis e diferentes elementos, com os que foram enterrados quando deixaram de navegar. Estes eram os barcos que podiam ser vistos no museu:

 

​​Gokstad

Encontrado em 1884, remontava aproximadamente ao ano 890, tem 23 metros de comprimento e 5 m. de largura e em seu interior, foram encontrados vários utensílios que podiam ser vistos no museu. 

 

​Oseberg

Descoberto em 1904, foi o último a ser encontrado e era o que possuia o melhor estado de conservação. Construído em madeira de carvalho, por volta do ano 820, era o mais atraente dos três barcos graças à sua bela decoração, na que ainda podiam ser vistos alguns restos de pintura da época. 

 

Tune 

Foi o primeiro a ser descoberto, em 1867. Infelizmente, foi encontrado em péssimo estado de conservação e, atualmente era possível ver apenas sua plataforma. Apesar de ser pequeno, impressionava pela imponência dos barcos e pela história que narrava, sendo capaz de maravilhar seus visitantes com sua temática Viking, pouco comum no resto de museus. Horário de visitas eram de segunda a domingo, das 9.00 as 18.00h. Ficava na Peninsula de Bigdoy.

 

Museu do Transporte de Oslo -  Vognhall 5, Gardevein, 15 –

​Reunia velhos bondes, ônibus e carruagens puxadas por cavalos, proporcionando um agradável passeio na histórica linha de ônibus Bussringen. Funcionava somente três dias por semana e para quem não conseguisse visitá-lo, havia passeios de bonde antigos, que circulavam pela cidade no último domingo do mês.

Museu Emanuel Vigeland – Grimelundsveien, 8 –

Um segredo bem guardado e uma atração verdadeiramente alternativa em Oslo, era o Mausoléu de Emanuel Vigeland, irmão mais novo do escultor do Parque Vigeland, Gustav Vigeland. A principal atração do prédio era uma sala escura, com abóbada de berço, totalmente coberta com afrescos. A pintura VITA, de 800 metros quadrados, mostrava cenas dramáticas da vida humana, desde a concepção até a morte.

Museu e Teatro Ibsen -  Henrik Ibsens Gate, 26 –

Henrik Ibsen foi  o dramaturgo cujas peças foram mais representadas depois de Shakespeare. Seus últimos anos de vida foram vividos ​​em Oslo. O turista encontrará registros da sua vida nos seguintes locais:  Museu Ibsen, o último andar onde viveu, o caminho que fazia diariamente,  o Café que freqüentava no  Grand Hotel e a sua sepultura, em Æreslunden.  

Museu & Torre Holmenkollen Ski – Kongeveien, 5 - 

Era considerado o museu mais antigo do mundo, especializado em esquis e na história do esqui. Estava situado dentro do verdadeiro salto de esqui de Holmenkollen, onde os visitantes podiam ter uma vista magnífica de Oslo. O Museu do Esqui  ilustrava 4.000 anos de história do equipamento, com gravuras rupestres, esquis da era viking. Os esquis de várias partes da Noruega mostravam as tradições e habilidades do artesanato local. Apresentavam modernos esquis de corrida e de cross-country, bem como alguns usados ​​por atletas ao longo do século passado. Uma exposição de snowboard ilustrava essa nova tendência dos esportes de inverno. Os equipamentos polares usados ​​nas expedições históricas de Fridtjof Nansen e Roald Amundsen, demostravam o grande contraste com os equipamentos usados ​​pelas expedições nos dias atuais. A Exposição intitulada Winter Joy, contava a história da vida ao ar livre. O foco da exposição era a neve, o esqui e a floresta de Oslo. Também mostrava o desenvolvimento de várias modalidades de esqui, como skijumping, cross-country, alpino e biatlo. A Família Real em esquis, fazia parte da exposição. Foi fundado em 1923, e estava situado em um belo prédio de madeira de Frognerseteren, com distância de 2 km. de Holmenkollen. Para os Jogos Olímpicos de Inverno em Oslo, em 1952, o Museu do Esqui foi transferido para Holmenkollen.

Museu Ferroviário – Gardeveien, 15 –

Fundado em 1896, até 1912 a coleção estava alojada no segundo andar da Estação Hamar e agora ficava no parque do museu, em Martodden, perto do Lago Mjosa. Mantinha uma coleção única relacionada com a história ferroviária norueguesa que incluia várias das mais antigas estações de construção da Noruega, que foram transferidas para o parque. O museu também possuia algumas locomotivas e carruagens, que datavam dos primeiros dias da ferrovia na Noruega. Entre as peças estava uma das maiores locomotivas a vapor da Noruega - conhecida como Dovregubben e carruagens que faziam parte do Trem Real da Noruega. O parque do museu era organizado, com trilhos, sinais, corredores de locomotivas, vagão-restaurante em funcionamento e aberto ao público e o Narvesen Quiosque, de jornais. Dois trens circulavam nas dependências do museu durante o verão:  o Tertitten, um trem de bitola estreita e  o Knertitten, um mini trem. O museu também possuia uma grande biblioteca e coleção de fotos desde 1860 até os dias atuais, registradas por fotógrafos profissionais, ferroviários e particulares. O Museu estava conectado à Linha Dovre, por um ramal.

Museu Judaico de Oslo - Calmeyers gate 15B -

Desde janeiro de 2005 alugava grandes partes do primeiro andar de uma antiga Sinagoga, essencial para a preservação dos vestígios da antiga Sinagoga de Oslo, antes da guerra. Quando iniciaram a restauração, durante o inverno de 2005, o prédio estava totalmente degradado, depois de décadas ao abandono. ​Toda a decoração original foi recuperada, onde foram encontrados resquícios de pinturas e ícones religiosos e alguns dos móveis originais. Entre outros itens, foram recuperadas as principais partes do gabinete da Torá, paredes laterais dos bancos, lustres e candelabros elétricos, juntamente com partes da grade da galeria feminina e textos religiosos que o Rabino e o cantor usavam.

Museu Kon-Tiki - Fica na Península de Bigdoy.

As exposições giravam em torno da embarcação Kon-Tiki, com a qual foi realizada uma expedição de 7.000 quilômetros, em uma viagem pelo desconhecido. O líder da expedição, o norueguês Thor Heyerdahl, por mais de 20 anos se obcecou com uma idéia que não saía de sua cabeça. Com apenas 11 anos, ficou maravilhado pela semelhança entre as estátuas de pedra de uma das ilhas do Pacífico, com as da América do Sul, na Ilha da Páscoa. ​​Aos 33 anos, decidiu provar a sua teoria e enfrentar o que parecia impossível, indo da costa do Peru à imensidão do Pacífico, em uma pequena balsa de madeira, onde apenas um dos tripulantes tinha conhecimentos sobre navegação. Após passar 101 dias no mar, a expedição foi concluída de maneira exitosa. A balsa chegou à terra firme, na costa da Polinésia, mudando a concepção das primeiras viagens marítimas, sobretudo a vida dos corajosos marinheiros que participaram da aventura. A expedição serviu de inspiração para outras viagens, como a realizada à Ilha de Páscoa, ou para os que cruzaram o Atlântico a bordo dos botes Ra y Ra II, que saíram do Marrocos e foram até Barbados.  Horários de visitas era em geral das 10.00 as 17.00 horas.

​Museu Marítimo Norueguês -  NMM  - Bygdøynesveien 37 - 

Foi criado com o propósito de coletar, pesquisar e ensinar sobre o patrimônio cultural marítimo norueguês. Tinha uma grande variedade de exposições internas e externas interessantes, em um ambiente marítimo único. Atualmente o NMM era um museu de história cultural e também um museu arqueológico administrativo, com importantes responsabilidades pelo patrimônio cultural, acima e abaixo do mar, em dez Condados do país. O museu estava ativamente envolvido na preservação de embarcações históricas e era possível reservar viagens com algumas das embarcações do museu, incluindo a escuna Svanen, construída em 1916, e o barco renascentista Vaaghals, uma reconstrução de um achado arqueológico de Bjørvika, em Oslo. O museu estava localizado ao lado do Museu Fram e do Museu Kon-Tiki em Bygdøynes, na península de Bygdøy.

Museu Nacional de Arte, Arquitetura e Design –  Brynjulf Bulls plass, 3 -

Incluia cinco museus - a Galeria Nacional, Museu de Artes Aplicadas, Museu de Arte Moderna, Museu de Arquitetura e Exposições Estaduais. Essas instituições se fundiram dia 11 fevereiro de 2003, mas ainda mantinham escritórios administrativos separados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu Nacional de Oslo –  Brynjulf Bulls plass, 3 - 

Inaugurado em junho de 2022, com 13.000 metros quadros e com uma coleção que reunia mais de 6.500 obras, era o maior prédio cultural da região nórdica. Na véspera da inauguração, o museu promoveu um jantar oficial com 200 convidados com a presença da Rainha Sónia, o Príncipe Haakon e a Princesa Mette-Marit, assim como o Primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o arquiteto Klaus Schuwerk. Foi construído para abrigar, preservar e exibir a grande coleção de artes visuais, artesanato, design e arquitetura, que remontava à antiguidade e vinha até aos dias de hoje.  Esta era agora a casa de obras-primas de vários mestres internacionais, como a Madonna, de Edvard Munch ou a versão mais famosa do seu  O Grito. Concebido havia 20 anos, o novo Museu Nacional de Oslo levou mais de oito anos para ser concluído no fiorde, no centro da capital norueguesa, e custou cerca de 600 milhões de Euros. A coleção do museu incluia impressionantes 100.000 objetos, com destaques como a tapeçaria norueguesa Baldishol e uma variedade de paisagens flamencas, da Idade de Ouro. Mas o destaque do novo prédio era o Light Hall, de 2.400 metros quadrados, no topo – um cenário verdadeiramente deslumbrante para as muitas obras-primas do museu.

 

Museu Nórdico da Bíblia -  Nedre Siottsgate 4C -

Foi inaugurado em maio de 2018 pelo membro do Storting Kristin Ørmen Johnsen. Foi criado por iniciativa de Rune Arnhoff, um colecionador de Bíblias que possuia a maior coleção de Bíblias nos países nórdicos. Era administrado como uma Fundação, dirigida por cerca de 40 voluntários. O museu tinha a maior coleção da região nórdica com mais de 3.000 Bíblias e continha uma seleção variada de Bíblias nórdicas e não nórdicas. Algumas das mais raras, eram uma edição da Bíblia de Gustav Vasa, de 1541, a Bíblia de Christian III, de 1550 (a Bíblia da Reforma); uma página original da Bíblia de Gutenberg, uma Bíblia latina (Vulgata) de 1487, a a primeira Bíblia Sami, publicada em 1811; uma edição da primeira tradução finlandesa da Bíblia impressa na Finlândia, em 1685 e um pergaminho - manuscritos de  1250.  Havia também exposições temáticas sobre a versão King James, a Bíblia mais impressa e uma coleção de Bíblias em miniatura, incluindo a menor Bíblia impressa do mundo.

​Museu Norueguês da História Cultural -   Museunsvelen 10 – Bigdoy –

Era também conhecido como o Museu do Folclóre Norueguês era um dos maiores museus ao ar livre do mundo e um dos mais interessantes da cidade. Durante a visita desfrutará da natureza do entorno e também saberá mais sobre a cultura e história da Noruega. Era um passeio ameno, agradável e ideal para crianças e para os mais velhos.  ​Horário de visita eram de 15 de maio a 14 de setembro: de segunda a domingo, das 10.00 as 18.00 horas; de 15 de setembro a 23 de dezembro, de segunda a sexta, das 11.00 as 15.00 horas.

​Museu Norueguês de Ciência & Tecnologia – Kjelsåsveien, 143 –

Era o Museu Nacional da Noruega, para ciência, tecnologia, indústria, transporte e medicina. O propósito era demonstrar as implicações do progresso da Ciência e Tecnologia, social e culturalmente, ao longo dos tempos. O museu era uma instituição educacional com coleções, exposições, publicações e outras atividades, o que o tornava um local de aprendizado para todos. Por meio de suas coleções e exposições, narrava o desenvolvimento da Noruega, de uma sociedade agrária a uma sociedade industrial complexa. Reunia exposições sobre transporte e aviação, história industrial norueguesa, energia e eletricidade, indústrias de madeira e metal, petróleo, gás e plásticos, relógios e relógios, máquinas de calcular e computadores, bem como era um centro de ciências.

Museu Popsenteret da Noruega – Bygg T - Trondheimsveien, 2 –

Era um museu interativo de música com base na capital, exibindo a vasta história da música e cultura popular norueguesa, com foco particular em Oslo e regiões vizinhas. Utilizava tecnologia audiovisual de ponta, convidando os visitantes a gravar uma música em seus estúdios. Experiências interativas envolventes, exposições e estúdios de bricolagem - aprenda a tocar teclado com Röyksopp, baixo com o baixista do A-Ha, guitarra com o guitarrista da lendária banda de rock norueguesa Raga Rockers e muito mais. Sinalização e legendas, em inglês durante as exposições e um guia de bolso para ajudá-lo em sua visita. Passeios em inglês, de Popsenteret, estavam disponíveis mediante reserva com antecedência.

​Museu  Zoológico

Apresentava exposições permanentes e variáveis ​​que mostravam a vida selvagem na Noruega e no resto do mundo. Aqui poderia ver uma réplica real de uma represa de castores, cenas da vida selvagem do Ártico e uma exposição internacional, com exibições que iam desde pingüins na Antártida até chimpanzés e Ocapis, nas florestas tropicais africanas.

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