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NOVA YORK  - Manhattan - Os Museus e Galerias - 4/4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Memorial Irish Hunger  – North End Avenue  & Vesey Street - 

Conhecido como Memorial Irlandês da Fome, foi projetado para aumentar a conscientização pública sobre os eventos que levaram à fome, de 1845-52, e incentivar os esforços para combater a fome atual e futura, em todo o mundo. Um milhão e meio de irlandeses morreram devido a fome e a diáspora.  O centro para o projeto de Tolle, era uma autêntica casa de campo da era da fome, doada ao Memorial por sua extensa família, os Slacks of Attymass, de County Mayo, na Irlanda.  Brian Tolle era um escultor e artista público de renome internacional.

Memorial Nacional do Salão Federal  –  Wall  Street, 26 - 

Aqui em Wall Street, George Washington fez o juramento de posse como o primeiro Presidente, e este local foi o lar dos primeiros escritórios do Congresso, da Suprema Corte e do Poder Executivo. A estrutura atual era uma Alfândega, mais tarde serviu como parte do Sub-Tesouro dos EUA. Agora, o prédio servia como Museu e Memorial ao primeiro Presidente e aos primórdios dos Estados Unidos da América. Lower Manhattan,  era o lar de alguns dos prédios mais antigos da cidade, incluindo o Federal Hall, um prédio de 1700 que mais tarde se tornou um Memorial Nacional.  A posse presidencial dos Estados Unidos foi realizada em Washington DC por mais de duzentos anos, muitas pessoas não sabiam que a primeira cerimônia ocorreu na cidade de Nova York. Quando os pais fundadores, após redigir a Constituição no final da década de 1780, decidiram que Nova York seria a capital do novo Governo, e o General George Washington fez o juramento de posse como primeiro Presidente dos Estados Unidos em 30 de abril de 1789. A inauguração acontecera na Wall Street, onde ainda hoje se encontrava a estátua de Washington. Abria para visitas de Segunda a Sexta das 9.00 às 17.00h - Fechado aos Sábados e Domingos.

 

Memorial Nacional ao General Grant - West 122nd St &, Riverside Drivre -

Projetado pelo arquiteto John Duncan, o Mausoléu Beaux-Arts de 1897 e monumento ao General Ulysses S. Grant, se inspiraram no Mausoléu de Halicarnasso e no Túmulo de Napoleão, em Les Invalides, em Paris, França, e foi influenciado por idéias do Movimento City Beautiful. O monumento foi originalmente proposto para instalação no Central Park's Mall até que Samuel Parsons Jr. convenceu a viúva do General Grant, Julia, de que o cenário do Rio Hudson com suas vistas panorâmicas era superior. Julia Grant foi sepultada em um sarcófago idêntico ao lado de seu marido, em 1902. Instalado no topo de uma das elevações mais altas da Riverside Drive, o túmulo dominava a paisagem. Como arquiteto paisagista da cidade, Parsons também supervisionou o projeto e a construção do Overlook Pavilion com colunas, que oferece vistas panorâmicas do rio. O pavilhão foi fechado na década de 1970 e reaberto em 2011 após vários anos de reabilitação. Um banco de mosaico projetado pelo artista do bairro Pedro Silva, foi adicionado ao parque em 1970 e restaurado em 2008. O túmulo tornou-se uma unidade do Serviço Nacional de Parques em 1958 e foi listado no Registro Nacional de Lugares Históricos, em 1966.

Memorial Nacional Hamilton Grange –  West 141 Street, 414 - 

O homenageado foi balconista, soldado da Guerra Revolucionária, primeiro Secretário do Tesouro dos Estados Unidos: a vida de Alexander Hamilton era comemorada em The Grange, a casa que ele construiu em 1820, projetada  por John McComb Jr. uma propriedade rural, no centro de Manhattan e que servia como testemunho fiel da arquitetura americana primitiva, era hoje uma homenagem às muitas realizações de seu primeiro proprietário. Hamilton residiu somente dois anos nesta casa e foi morto em duelo com Aaron Burr. Abria a visitação das 9.00 as 17.00h.

MOFAD -   Museu de Comidas e Bebidas - Bayard Street, 62 –

Estava situado numa rua entre os bairros de Greenpoint e Williamsburg. Era um ótimo passeio para fazer em família e com crianças. Criado em 2013, ainda era pouco conhecido entre turistas e por isso era um lugar tranquilo, sem filas e sem estresse. Tinha uma maquina de aromas, uma geringonça que reproduzia aromas de diferentes alimentos. Segundo o museu, era uma invenção própria e única. O ingresso que dava direito a uns beliscos gastronômicos custava entre 15 para adultos, 10 dólares para idosos  e 7 dólares para crianças entre 7 e 14 anos.

Museu Americano de Arte Moderna – MoMA – West 53rd Street, 11 –

Mais conhecido como MoMa, era um dos locais com maior acervo de arte moderna no mundo. O lugar era muito grande e abrigava obras de artistas como Pablo Picasso, Andy Warhol, van Gogh, Monet, Cézanne, Frida Kahlo, Dalí etc. O MoMa tinha exposições permanentes e temporárias - suas coleções estavam em constante mudança. A obra mais conhecida era  A noite estrelada, de Vicent van Gogh. Tinha vários andares e as exposições não seguiam uma ordem cronológica. A sugestão era começar a visita pelo quinto andar, onde estavam algumas de suas obras mais caras e apreciadas, que faziam parte da coleção permanente. No quarto piso encontrará, principalmente, pinturas e esculturas, além de obras de Andy Warhol e Roy Lichtenstein. No terceiro piso, o foco das salas estava em arquitetura, design e fotografia, enquanto no segundo piso havia ilustrações, livros e pinturas. No térreo, não deixe de visitar o jardim de esculturas. A entrada custava U$ 25, porém, às sextas-feiras, entre 16.00 e 20.00h, era gratuita. Caso queira conhecer o museu no horário em que a entrada era franca, chegue com antecedência e prepare-se para enfrentar longas filas. Um dos museus de arte moderna mais importante do mundo, tinha em seu acervo mais de 200 mil obras, entre as quais telas famosas como Les Demoiselles D`Avignon, de Pablo Picasso.

Museu  Americano do Folclore e Arte –   Lincoln Square, 2 –

Estava localizado no coração de Manhattan, perto do Carnegie Hall e do MoMa. Foi fundado em 1961 e era considerado um dos maiores museus da cidade. Abrigava objetos que contavam a história dos Estados Unidos ao longo dos anos, com impressionantes coleções de arte popular, a exemplo da maior coleção exposta do artista Henry Darger, no país. Seu acervo possuia mais de 7.000 objetos com peças datando do século XVIII até hoje. Ao visitá-lo era possível admirar esculturas, pinturas, cerâmicas, mobílias, arquivos, filmes, fotografias e outras peças. O interessante deste museu era que as peças  expostas não foram criadas por artistas com formação formal, mas por artistas autodidatas. E na sua maioria foram doadas para o Museu ao longo dos anos. Havia uma grande biblioteca para visitar, um bar/café e uma loja para comprar lembranças. Nas sextas-feiras, o visitante podia desfrutar de música ao vivo (das 17.00 as 19.30h). Abria de Terça a sábado, das 11.30 as 19.00h (nas sextas, abre e fechava meia hora mais tarde) e domingo das 12.00 as 18.00h.  A entrada era gratuita.

Museu Americano de História Natural – e o Hayden Planetário – Central Park West, 200  com   a 79th Street.

Era bem recomendado para quem vinha a Nova York com crianças. Sabendo-se que muitos eram fascinados por dinossauros, aqui tinha exemplares de sobra para encantá-los e despertar sua imaginação. O prédio de quatro andares estava dividido em diferentes seções que contemplavam boa parte da história natural do nosso planeta.

Museu Brooklin –  Eastern Parkway, 200  –

Fundado em 1895, está localizado na área central do bairro de mesmo nome. Era o segundo maior museu de arte da cidade de Nova York e um dos maiores dos Estados Unidos. Sua coleção ia desde obras-primas do antigo Egito até arte contemporânea e de diversas outras culturas. Era muito conhecido pelas suas caríssimas coleções de pinturas dos séculos XVII, XVIII e XIX de vários estilos artísticos. Diferente e encantador, o museu trazia em seu acervo variedade enorme de estilos. Em um andar estavam um caixão em formato de tênis Nike e, no outro, uma obra de Monet. Assim era o Museu do Brooklyn, um dos principais dos Estados Unidos e uma das principais instituições de arte do mundo. Era um espaço diferente em Nova York, pois suas iniciativas fogiam ao tradicional na arte – suas coleções representavam quase todas as culturas, cantos e épocas do mundo.  

 

Além das obras-primas de Cézanne e Degas, o museu trazia rica coleção egípcia com 4 mil peças. Reserve um tempo a mais neste espaço para apreciar como os egípcios, de fato, não acreditavam na morte. Valia tudo para alcançar a vida eterna: de feitiços e rituais a embalsamamento e construção de tumbas. No 5º andar estava localizado a parte mais moderna do acervo, e uma enorme mesa de banquete que homenageava as principais mulheres da história. Em 2013 um projeto permitiu que o público brincasse de Curador e escolhesse suas obras preferidas em cinco estúdios da cidade. Abria as quartas-feiras, sextas-feiras, sábado e domingo – 11.00 as 18.00h e as quintas-feiras – das 11.00 as 22.00h. Ingressos: Adulto – U$ 12; Idoso (62 anos ou mais) e estudantes com identidade – U$ 8; Criança (abaixo de 12 anos e acompanhado por um adulto era grátis.  Nos primeiros sábados de cada mês, e exceto no mês de setembro) – abria das 11.00 as 23.00h.

Museu da Broadway –  West 45th  Street, 145 –

Quando for a um show da Broadway, no verão,  considere chegar algumas horas mais cedo. Dessa forma,  poderá passar algum tempo explorando o Museum of Broadway, a primeira instituição dedicada à história do Great White Way. As exposições incluiam The Making of a Broadway Show, e uma história de mudanças no jogo musical.

 

Museu da Cidade de Nova York – 1220 da 5th Avenue – (entre a 103rd e a 104th Street ) –

Fundado em 1923 e localizado próximo do Central Park, na 5th Avenue retratava a cidade do coração dos nova iorquinos. Havia muitas exposições digitais contando essa história, além de fotos, pinturas, desenhos, roupas, objetos decorativos, dentre outros considerados de cunho pessoais.

Museu da Coleção Frick –  East 70th Street, 1 -

Era um museu de arte instalado na antiga casa do magnata do aço, Henry Clay Frcik. O projeto da mansão foi feito por Thomas Hasting e construída em 1913. O museu fora considerado em 2008, um prédio do Registro Nacional de Lugares Históricos e um marco histórico nacional. O museu tinha em sua coleção 16 galerias organizadas de acordo com a idéia de Frick, com seus objetos pessoais. Entre as obras mais importantes, estavam O Progresso do Amor, de Jean-Honoré Fragonard; três pinturas de Johannes Vermeer, e São João, o Evangelista, de Piero della Francesca. Abria de Terça a Sábado das 10.00 as 18.00h. e aos Domingos das 11.00 as 17.00h. As quartas-feiras, das 14.00 as 18.00h, os visitantes decidiam quanto pagar pelos seus ingressos. A fila era formada fora do museu e a entrada garantida se ingresasse na fila antes das 17.00h. Os últimos ingressos eram vendidos as 17.30h. O ingresso custava  U$ 22 para adultos e U$ 12 para estudantes e crianças.

 

Museu da Imigração – Orchard Street, 103 – Lower East Side - ( Tenement Museu )

Fundado em 1988 pela historiadora Ruth Abram, reunia exposições onde contava a história de imigrantes que aqui chegaram,  a exemplo de irlandeses e italianos. A herança da imigração e as contribuições destes povos para a identidade americana estavam bem representadas neste museu. A fundadora escolheu um prédio que estava em ruínas para construir o museu que, conforme ressalta o presidente do museu, Kevin Jennings, reconhecia as contribuições de imigrantes, migrantes e refugiados para a cultura estadunidense.

 

Museu da Moda e Instituto de Tecnologia – FIT –  West 27th Street , 227 -  

Era um museu de nicho associado a uma instituição educacional. O espaço não era dos mais bonitos e a fachada podia até passar despercebida por quem andasse distraído pela Big Apple. O interior tinha uma iluminação feita especificamente para realçar as roupas, tecidos, texturas e detalhes. A coleção permanente incluia em torno de 50 mil peças, que iam do século XVIII até os tempos atuais. O museu contemplava todos os maiores nomes da moda mundial ( Balenciaga, Chanel, Dior, Yves Saint-Laurent) e também nomes de vanguarda, como a estilista japonesa, Rei Kawakubo, homenageada no MET Gala, em 2017. Para chegar use o Metrô das linhas 1 e 2 e desça na 28 Street que ficava ao lado do Museu.

Museu da Sociedade Espanhola da América – West 155th Street, 613 – 

Era enorme e possuia um belo e interessante acervo, um dos mais importantes e ricos de Nova York. Entre os artistas com obras estavam: El Greco, Diego Velázquez, Francisco de Goya, Joaquín Sorolla y Bastida e Ruth Matilda Anderson. Uma das salas mais interessantes, era a Sala de Sorolla, onde estavam expostas 14 pinturas que o artista espanhol criou, entre 1911-1919, e que representavam o cotidiano da Espanha. Estava localizado ao lado da American Academy of Arts and Letters, do Cemitério Trinity e da Igreja da Intercessão. O espaço foi fundado em 1904 em um lindo prédio em estilo beaux arts. Contava com um acervo de mais de 180 mil obras entre pinturas, fotografias e esculturas. A biblioteca também era um ponto de visitação. Seu acervo era riquíssimo e possuia mais de 15 mil obras raras, impressas há mais de 300 anos, incluindo a primeira edição de Dom Quixote de la Mancha, de Cervantes. Era possível tirar fotografias, mas sem flash no espaço do museu e da biblioteca e o espaço possuia uma loja de souvenir. Em frente ao prédio havia uma bela estátua eqüestre em referência a El Cid. Abria à visitação de terças a sábados das 10.00 as 18.00h e nos domingos, das 11.00 as 17.00h. Para chegar use o Metrô Linha 1 e desça na 157th Street.

 

Museu da Sociedade Histórica de Nova York – Central Park West, 170 –

Era o primeiro museu de Nova York, estava localizado em um prédio com arquitetura beaux-arts, em frente ao Central Park e ao lado do American Museum of Natural History. Para visitá-lo era preciso ter um mínimo de interesse pela história americana, já que o museu era bem nacionalista. O destaque eram as pinturas e aquarelas enquadradas com molduras pomposas. O restaurante interno Storico, éra muito agradável, tinha a louça exposta nas paredes como forma de decoração, as mesinhas de mármore e as cadeiras amarelas dando um charme ao local. O ingresso custava US$ 22, com esquema pay-what-you-want às sextas, das 18.00 as 21.00h. Para visitar, a estação de Metrô mais próxima era a 81 Street – Museum of Natural History (linhas A, B e C).

Museu de Arte das Crianças de Manhatan – West Street 38rd Street –(entre a Broadway e a Amsterdam Avenue) –

Fundado por Bette Korman, sob o nome GAME (Growth Through Art and Museum Experience), em 1973, era outra excelente opção para quem estava viajando com crianças era o Children’s Museum of Art. Abria de terça a sexta e domingo: das 10.00 as 17.00h. Aos sábados: das 10.00 as 19.00h. Os ingressos custavam: Crianças e Adultos: US$ 15; Idosos (acima de 65 anos) e Deficientes: US$ 12 e Crianças menores de 1 ano: Grátis.

 

Museu de Artes do Bronx -  Grand Concourse, 1040 - Bronx - 

Foi fundado em 1971 para servir a população etnicamente diversificada do Bronx e estimular o interesse da comunidade pelas artes visuais. Promovia  exposições e programas públicos que ofereciam aos visitantes a oportunidade de aprender sobre si mesmos, seu patrimônio, história e cultura, ao mesmo tempo em que obtiam informações sobre outros grupos culturais. O museu estava instalado desde 1982 em uma Sinagoga convertida, de 33.000 pés quadrados. De particular interesse arquitetônico era o átrio envidraçado, de três andares, que servia como lobby e lounge. Obras de artistas do século XX da África, Ásia e América Latina, bem como descendentes de americanos dessas regiões, formavam a base de uma coleção de mais de 800 objetos, entre pinturas, fotografias, esculturas e trabalhos em papel. A entrada era grátis.

Museu de Artes e Desenho –Columbus Circle, 2  –

Estava situado bem em frente ao Columbus Circle, também com vista para o Central Park, era um arranha-céu em tons prateados que abrigava o Museum. Contemplava diversas áreas do design: jóias, roupas, esculturas e tapeçarias. A lojinha interna tinha de tudo, desde jóias de milhares de dólares, utensílios para casa, livros para mesa de centro até bolsas de couro. O ingresso custava US$ 18. Às quintas, das 18.00 as 21.00h, funcionava no esquema pague o quanto quiser. O museu ficava do lado da Estação 59 Street – Columbus Circle  - (linhas A, B, C e D). Em seu interior funcionava um bom restaurante, o Robert.

 

Museu de Arte Moderna de Nova York -  MoMA - West 53 Street, 11  -

Fundado em 1929, era um dos mais importantes do mundo, reunindo um acervo com mais de 150 mil pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, objetos de design, entre outros. O acervo contava com a famosa obra A noite estrelada, do pintor holandês Vincent van Gogh. O acervo era gigantesco – de Frida Kahlo a Andy Warhol – e as atrações revezavam-se entre exposições fixas e temporárias. O acervo do museu abrigava as mais belas obras de artistas importantes como Picasso, Monet, Chagall, Kandinsky, Mondrian, Matisse, assim como peças de Rodin, Calder, Moore e outros no belíssimo jardim das esculturas. Chegando ao museu, vá ao 2º andar no balcão de Informação à Família e solicite o Guia e o Cronograma das Atividades Familiares.  Aqui também funcionava uma loja de objetos de design.

 

Museu de História Natural - Central Park West & 79 Street – 

Serviu de cenário para o filme Uma Noite no Museu, tinha mais de 50 ambientes distribuídos em cinco andares com destaque para a sala com esqueletos de dinossauros e o teatro Hayden Big Bang, que simulava a criação do Universo. Este Complexo gigantesco era o maior museu de história natural do mundo e para facilitar sua visita, informe-se antecipadamente para melhor definir o que quer conhecer, por exemplo, se gostasse de animais marinhos, siga direto para o Hall of Ocean Life. Seriam necessários pelo menos uns 10 dias de visitas para conhecer em detalhes os 190 mil m² do museu, com mais de 30 exposições permanentes. Aqui aprenderia tudo sobre a formação do Universo, da Terra, biodiversidade, origem e surgimento da vida e das civilizações, vida marinha, fósseis de dinossauros e esqueletos. O museu também oferecia filmes em tela I-MAX e 3D. Um passeio obrigatório dentro do museu era o Hayden Planetarium, cujos projetores eram os mais avançados do mundo, com 180º de visualização. O filme exibido explicava com detalhes incríveis a origem do sistema solar e durava cerca de 30 minutos. Apesar das narrativas ser em inglês, os efeitos e fotografia do filme garantiam a experiência. O ingresso custava em torno de 20 dólares e o visitante era quem decidia o quanto deveria pagar. Para chegar busque a Estação 81 Street – Museum of Natural History (linhas A, B e C).

Museu de Movimento da Imagem –35th Avenue, 36-01 –

Fundado em 1988 e localizado no bairro de Astoria, no Queens, era um local que reunia exposições sobre todos os meios audiovisuais, como cinema, TV, animações, videogames, entre outros. Aqui conhecerá mais sobre a história da imagem em movimento, desde a época dos projetores aos dias atuais. Estava entre os melhores de Nova York e era o primeiro instituto dos EUA dedicado à história do cinema, da televisão e do rádio. De fãs de filmes clássicos a jogadores de videogame dedicados, o museu tinha exposições voltadas para todos os interesses. Centenas de exibições de filmes realizadas a cada ano destacam o progresso da indústria, dos filmes mudos aos sucessos de bilheteria de Hollywood. A atração principal era a exposição Behind the Screen, que continha cerca de 1.400 artefatos que mostram a evolução da mídia digital.

 

Museu do Bairro –  5th Avenue, 1230 -

Com foco na cultura porto-riquenha, caribenha e latino-americana, carregava essa missão até mesmo no nome, em espanhol. Fundado em 1969, era outro dos museus próximos ao Central Park. Era muito interessante ter um local em uma cidade tão diversa e que recebia pessoas do mundo, integralmente dedicado especialmente à cultura latina. Contava também com uma loja de souvenirs e um Café.

 

Museu do Brooklin –   Eastern Parkway, 200 -  Brooklyn - 

Era um museu gigante – o segundo maior de NY – cuja estrutura conseguia ser ainda mais imponente do que a do American Museum of Natural History.   Fundado em 1895 seu acervo permanente era extenso e eclético, com destaque para as obras do Egito Antigo. Era um museu para quem já conhecia os mais famosos de Manhattan e queria explorar novos lugares, já que ficava afastado das principais atrações turísticas da cidade. Dava pra combinar o passeio com o Brooklyn Botanic Garden, que tinha lindos jardins, com cerejeiras, lavandas e lírios. Diferente e encantador, trazia em seu acervo variedade enorme de estilos. Em um andar poderá ver um caixão em formato de tênis Nike e, no outro, uma obra de Monet. Além das obras-primas de Cézanne e Degas, abrigava rica coleção egípcia de 4 mil peças. No 5º andar ficava a parte mais moderna do acervo, onde uma enorme mesa de banquete homenageia as principais mulheres da história. O museu ficava próximo tanto da Estação Eastern Parkway Brooklyn Museum (linhas 2, 3 e 4) quanto da Botanic Garden (linha S). Linha Vermelha  e  (sentido Brooklyn), desça na Estação Eastern Parkway/Brooklyn Museum. Abria às quarta-feira, sexta-feira, sábado e domingo, das 11.00 as 18.00h. Quinta-feira – 11.00 as 22.00h. 

Museu do Ice Cream - Broadway, 558  – Soho -

Inaugurado em 2016, o local, apesar do nome, está mais para uma atividade imersiva cheia de cores e diversão, do que propriamente um museu do jeito que se imaginava. O local foi todo projetado para criar experiências que inspiram a imaginação e a conexão humana, e energizar os sentidos para re-imaginar a maneira como nos relacionamos com o sorvete. Era um belo programa para levar as crianças. Eram treze instalações de arte em três andares, entre as quais estava a piscina de granulados coloridos, uma mesa flutuante com sobremesas, um corredor com sorvetes gigantes, um vagão de Metrô adaptado – pink, e uma sala cheia de bananas.  O ticket custava $40 (crianças com menos de 2 anos de idade não pagavam) e deveria ser adquirido somente online. O ticket era reservado por dia e por hora, o que significava duas coisas: que somente um  número de pessoas ingressaria em cada horário ( cerca de dez pessoas ), ou seja, não ficava cheio e assim se conseguia aproveitar; e que se perder seu horário, não entraria em outro – o ingresso não era reembolsável.

 

Museu do Sexo – 5th Avenida, 233  –

Era conhecido como MoSex, foi inaugurado em outubro de 2002, fundado por Daniel Gluck queria começar um museu dedicado a A importância histórica, evolução e cultural da sexualidade humana. O museu se concentrava em uma variedade de preferências sexuais e sub-culturas, incluindo o histórico de gays, lésbicas e erótica, pornografia e prostituição. Apesar de exposições do museu serem apresentadas em um formato educacional, às vezes tinha conteúdo explícito. Os visitantes deveriam ter mais de 18 anos de idade.

 

Museu do Trânsito de Nova York – MTA - Schermerhorn Street, 99  –

Apresentava artefatos históricos sobre o Metrô, ônibus e trens da região metropolitana de Nova York. Durante a visita, adultos e crianças poderiam entrar nos trens antigos. Havia um capítulo sobre o atentado de 11 de setembro de 2001. Era pequeno e em apenas umas 2 horas dava para explorar tudo. Abria de Terça a Sexta das 10.00 as 16.00h. e aos Sábados e Domingos, das 11.00 as 17.00h.

Museu Eldridge Street  -   Eldridge Street, 12 –

Inaugurada em 1887, a Sinagoga era a primeira grande casa de culto construída na América, por imigrantes judeus da Europa Oriental. Hoje, era o único marcador remanescente da grande onda de migração judaica para o Lower East Side, que estava aberto a um público amplo que desejasse visitar a Nova York judaica. Exposições, passeios, eventos culturais e programas educacionais contavam a história da vida dos imigrantes judeus, exploravam a arquitetura e a preservação histórica, inspiravam a reflexão sobre a continuidade cultural e promoviam a colaboração e o intercâmbio entre pessoas de todas as crenças, heranças e interesses.

 

Museu e Livraria Morgan –  Madison Avenue, 225 –

Parte do acervo que hoje se encontrava na Biblioteca e Museu Morgan fazia parte da biblioteca pessoal do banqueiro Junius Pierpont Morgan. Ele começou uma pequena coleção de livros e manuscritos ainda na segunda metade do século 1XIX, no entanto, foi após sua morte, em 1890, que ela realmente cresceu. Seu filho, John Morgan, até 1913 investiu cerca de 60 milhões de dólares em arte, livros e outros objetos.  Entre 1902 e 1906, ele começou a construir uma bela biblioteca adjacente a sua casa, na Madison Avenue, só para colocar a coleção. Após a morte do pai em 1913, J. P. Morgan Jr doou muitas obras de arte ao Metropolitan, enquanto os livros, manuscritos, desenhos e outros objetos passaram a ser expostos ao público. Já em 1924, doou toda sua biblioteca para os Estados Unidos. Com o tempo, mais itens foram sendo adquiridos e mais prédios foram construídos na propriedade para formar o atual museu. 

A coleção da Biblioteca e Museu Morgan  era muito ampla e contava com objetos bem diversificados, desde arte do Egito Antigo até pinturas renascentistas. Entre os destaques do local estavam diversos livros da Idade Média, pedaços de papel onde Bob Dylan escreveu as canções Blowin’ in the Wind e  It Ain’t Me Babe, partituras de Mozart e Beethoven, pinturas de Paul Cézanne, Van Gogh, John Leech, Leonardo de Vinci, Michelangelo, Rafael, Rembrandt, Rubens, Gainsborough, Dürer e Picasso e muitos objetos raros, como três Bíblias, de Gutenberg. A maneira mais fácil de chegar pelo Metrô era descer na Estação 33 St. ou na Grand Central Station e andar alguns metros. O local abria de terça a quinta das 10.30 as 17.00h, de sexta das 10.30 as 21.00h, no sábado das 10.00 as 18.00h e domingo das 11.00 as 18.00h. O ingresso custava 20 dólares, exceto nas sextas-feiras das 19.00 as 21.00h, quando a entrada era gratuita.

Museu Harbor da Defesa -  Sheridan Loop, 230 -  Acesso pelo portão da 101 Street - Brooklyn -  

Durante a primeira metade do século XIX, os Estados Unidos foram obrigados a expandir as fortificações que protegiam seus portos e hidrovias estratégicas. Construído entre 1825 e 1831, Fort Hamilton tornou-se parte do Terceiro Sistema de Fortificações, construído em toda a cidade de Nova York. Hoje, ocupava o caponier do Fort Hamilton, um bastião independente, localizado dentro do fosso seco do Forte. O Harbour Defense Musem agora está usando a configuração de automação residencial completa, como câmera, interruptores de luz Homekit, termostatos, ventiladores, etc. O Museu reunia armas, uniformes, armas pequenas, canhões e apetrechos do Exército dos Estados Unidos, desde o século XVIII até o presente. Havia exposições mostrando seu poder de fogo, armas de Infantaria da Segunda Guerra Mundial, Sistemas de Fortificação Costeira e História do Forte Hamilton. Abria de Segunda a sexta: 10.00aàs 16.00h e fechava nos fins de semana e feriados.

Museu Intrépidos do Mar,  Ar e Espaço – Pier 86 – West 46th Street –

Era um museu sobre guerra e aviação, instalado dentro de um porta-aviões que serviu na 2ª Guerra Mundial e na Guerra do Vietnã. O Intrepid era um marco histórico nacional americano e servia de sede do FBI depois dos ataques do dia 11 de Setembro. O museu flutuante no Rio Hudson tinha helicópteros e aviões em seu interior, com destaque para o ônibus espacial Enterprise, que foi importante para o programa espacial norte-americano. Depois da visita, daria para fazer um passeio de barco pelo Rio Hudson. Na Circle Line um passeio contornando Manhattan, com duração de 2.30h, custava a partir de US$ 30.  Para visitar,  a estação de Metrô mais próxima era a 50 Street Subway (linhas A, C e E). Depois, eram mais 20 minutos de caminhada até ao museu.  Fundado em 1982, aqui encontraria o Porta-aviões USS Intrepid, o submarino de mísseis de cruzeiro USS Growler, um Concorde SST, um avião supersônico Lockheed A-12 e o ônibus espacial. No convés inferior, havia também a reprodução de um bi-plano da Primeira Guerra Mundial. Abria diariamente das 10.00 as 17.00h.

 

Museu Internacional da Fotografia –  5th Avenue, 1130  com a 94th Street 

Era um reduto calmo dedicado à fotografia  que se assemelhava a uma galeria e cujo foco eram imagens com crítica social e política. Além de exposições derenomados  fotógrafos – como Steve McCurry, conhecido pelo retrato A Menina Afegã, também recebia fotografias dos estudantes matriculados em seus diversos programas. A visita não era longa, então poderia ser uma paradinha estratégica depois de visitar Little Italy ou quando estiver indo de Midtown para Lower Manhattan.  A loja do museu valia a visita para dar uma olhada em equipamentos fotográficos e livros de mesa de centro. O ingresso custava US$ 18. Para visitar, desça na Estação Delancey Street & Essex Station (linhas F, M, J e Z).

 

Museu Madame Tussauds –  West 42nd Street, 232  –

Situado na Times Square, e com mais de 200 personagens, o melhor do museu era a boas-vindas da Opening considerado um dos melhores museus de cera do mundo Night Party, uma grande sala ambientada como se fosse uma festa, onde se poderia ver e tirar fotografias com os famosos que estavam na moda. Continuando a visita, passaria por salas temáticas onde estavam os presidentes dos Estados Unidos, músicos, atletas, líderes ideológico e militares e outras personalidades famosas. O ponto alto acontecia ao se reunir com Obama no Salão Oval. Para quem gostasse de emoções, poderia entrar no corredor Scream, onde os bonecos de cera se misturavam com atores reais.

 

Museu  Memorial do Cemitério Africano  - Broadway, 290 –

A descoberta do cemitério africano em Lower Manhattan ressoava como um dos maiores e mais antigos locais associados à escravidão do século XVIII no país. As origens do cemitério africano estendia-se aos primórdios da colonização holandesa na ilha de Manhattan. Em 1626, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, importou seus primeiros escravos da África Ocidental. Os holandeses viam a escravidão de uma maneira mais efêmera, do que seus colegas britânicos. Por exemplo, os africanos foram autorizados a obter o status de liberdade parcial a plena. Assim, os escravos libertos foram autorizados a comprar terras e se casar legalmente. Eles começaram a comprar concessões de terras ao norte do Collect Pond, um lago alimentado por nascente localizado ao longo de uma ravina na área a dois quarteirões ao norte da Prefeitura. 

 

Quando os holandeses entregaram o poder aos britânicos em 1664, a população africana atinga 40%. Os britânicos continuaram o comércio de escravos e, pela Guerra Revolucionária, Nova York tinha mais escravos do que as outras colônias, perdendo apenas para a Carolina do Sul. A escravidão em Nova York desempenhava um papel importante no desenvolvimento da colônia, como uma importante cidade portuária. Os mercadores dependiam de escravos para operar o porto, construir navios, agricultura e moagem.  No entanto, o tratamento dos escravos pelos britânicos era mais severo do que pelos holandeses. Eles impuseram mais restrições e rescindiram os direitos dos ex-escravos libertos. Além disso, os britânicos impuseram a proibição de enterros africanos em cemitérios formais em Lower Manhattan, em 1696, atitude que seus atuais descendentes não saberiam justificar. 

 

Museu Memorial Nacional de 11 de Setembro - Greenwich Street. 180  -  

Era também conhecido com 9/11 Memorial & Museu,  estava localizado no coração do One World Trade Center, em Lower Manhattan, o Memorial era composto por duas enormes piscinas localizadas nas marcas onde ficavam as Torres Gêmeas. Cada espelho d’água possuia aproximadamente um hectare, com cascatas que partiam das laterais e se direcionavam ao seu centro. Fileiras de árvores cercavam as piscinas e demarcavam os limites exatos dos antigos prédios, criando um eco vivo das estruturas destruídas. Tinha 104 andares e 541 metros de altura. Entre o andar 101 e o andar 102, ficava o One World Observatório. O prédio fazia parte de um Complexo, que abrigava um Shopping e um museu. ​Os nomes das quase 3.000 vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001, no World Trade Center, no Pentágono e a bordo do Voo 93, bem como aquelas do atentado de 1993 ao World Trade Center, estavam inscritos em painéis de bronze, que cercavam as piscinas. O 9/11 Memorial & Museum, exibia artefatos, fotos, vídeos e relatos que propunham contar a história da tragédia sob vários ângulos. O 9/11 Tribute Center, também nas proximidades, mostrava fotos, passeios e uma coleção de objetos que comoviam os visitantes, com a memória dos eventos de 11 de Setembro e suas consequências. ​​

Os visitantes que desejassem conhecer mais, poderiam utilizar o tour de duas horas, antes de fazer sua caminhada pelo Memorial. Ainda na área do Ground Zero, o One World Trade Center (inicialmente chamado de Freedom Tower) seria o prédio mais alto dos EUA e um dos mais altos do mundo. Era o prédio principal do novo Complexo do World Trade Center, que contaria com outros três prédios de escritórios, além do 9/11 Memorial & Museum. A construção era parte de um esforço para lembrar e reconstruir o Complexo original do World Trade Center, marco inesquecível no Skyline de Manhattan. Em 2019, foi escolhido pela Traveler`s Choice Award como o sexto melhor museu do mundo. Em 6 de junho de 1989, comemorando os 50 anos do titular deste site, tivemos a honra de jantar no restaurante Windows on the World, instalado no 107 andar de uma das Torres Gêmeas. O restaurante tinha a maior adega de vinhos, instalada num dos sub-solos do prédio e que também foi destruída.   

Museu Metropolitano de Arte – MET - 15th Avenue , 1000 - 82 Street –

Fundado em 13 de abril de 1870,  foi aberto ao público em 20 de fevereiro de 1872. Era um dos maiores e mais importantes museus do mundo e abrigava uma coleção de pintura européia dos séculos XII-XX, e obras da arte antiga e anualmente apresentava exposições que reuniam acervos de origem grega, romana, egípcia e assírio-babilônica e oriental. Estavam também expostas nas suas salas, pinturas e esculturas de artistas norte-americanos. Eram muito importantes as seções dedicadas a instrumentos musicais, armas e indumentária. Mais conhecido como MET, foi eleito em 2017, como o Melhor Museu do Mundo. As paredes do MET reuniam mais de cinco milênios de história: a sua coleção permanente tinha esculturas gregas, pinturas renascentistas e peças de alta costura de estilistas famosos. Entre os destaques, estava a gravura japonesa  A Grande Onda, de Kanawaga, um templo egípcio de 2 mil anos e a obra abstrata Autumn Rhythm, de Pollock. Anualmente, o museu sediava o MET Gala, um dos mais importantes eventos de moda do mundo. O MET tinha um rooftop incrível, o  Cantor Rooftop Garden Bar, que funcionava de abril a outubro e tinha vista privilegiada para o Central Park.

O museu estava dividido em três prédios, em diferentes endereços. O principal ficava na 5th Avenue. Os demais eram o Cloisters e o Breuer (na Madison Avenue). O MET era bem conhecido também pelo Met Gala, um evento beneficente em prol da instituição e organizado por Ana Wintour, editora da revista Vogue americana, desde 1995. Os endereços:

  • Prédio principal: 1000 Fifth Avenue (na rua 82);

  • MET Breuer: 945 Madison Avenue;

  • MET Cloisters: 99 Margaret Corbin Drive – Fort Tryon Park; Ingressos:  escolha o valor a pagar, desde que compre o ingresso na bilheteria do museu (não valia para compras online).

 

A estrutura atual do MET

O prédio cresceu muito e era impossível conhecê-lo por inteiro em apenas uma visita. Na galeria de pinturas européias, encontravam-se  obras de Holbein, El Greco, Velázquez, Rembrandt, Giotto, Gauguin, Vermeer, Bruegel (o Velho), Van Gogh, Picasso, Hals e Constable, entre muitos outros. Tinha uma galeria de artes aplicadas, do período colonial americano, a fonte de Isamu Noguchi, o pátio chinês e até um autêntico templo egípcio, Dendur, presente do Governo daquele país em reconhecimento da ajuda americana para salvar os monumentos de Abu Simbel. No primeiro andar - estavam os departamentos dos Estados Unidos, África, Oceania e Américas; Armas e Armaduras; arte egípcia; esculturas européias e artes decorativas; arte grega e romana; arte medieval; arte contemporânea e a Coleção Robert Lehman.  No segundo andar  estavam outras exibições dos departamentos dos Estados Unidos, arte grega e romana e Arte contemporânea, além de novas alas: Oriente Próximo; Oriente Médio; Ásia; Desenhos e Pinturas; Pinturas européias; Música; Fotografia; e Esculturas e Pinturas dos séculos XVIII e XIX. O museu oferecia 9 opções de restaurantes que variavam do simples ao chique.

 

Museu MoCADa –   Hanson Place, 80  - Brooklyn -

O MoCada ou Museu de Arte Diáspora Contemporânea  Africana, era o primeiro museu da cidade de Nova York dedicado a expor as obras de artistas africanos contemporâneos. Fundado em 1999, por Laurie Cumbo, no bairro do Brooklyn, era um dos mais famosos da cidade. Estava situado perto do Barclays Center e do bar típico alemão Die Stammkneipe (DSK). Reunia obras de artistas contemporâneos negros e apresentava uma ampla programação de eventos como exibição de filmes, saraus e shows de música que ocorriam na livraria do local. Estava localizado na região de Fort Greene, uma região de classe média negra do Brooklyn, conhecido como Distrito das Artes. Para chegar poderia pegar o Metrô e descer na Estação Lafayette. Abria as Quarta-feira das 12.00 as 19.00h; Quinta-feira das 12.00 as 20.00h; Sexta-feira e sábados das 12.00 as 19.00h, e aos Domingos das 12.00 as 18.00h. O ingresso era U$ 6 para Adultos e U$ 4,00 para Idosos e estudantes e entrada gratuita para crianças de até 12 anos.

 

Museu Nacional de Matemática –  Momath - Est 26th Street, 11 -

Inaugurado em dezembro de 2012, surgira como uma resposta ao vazio deixado por um pequeno museu dedicado à matemática, que ficava em Long Island, o Goudreau Museum. Um grupo de pessoas se reuniu após o fechamento do Goudreau, com a idéia de criar um novo museu da matemática, ampliando o conceito do antigo museu. E logo descobriu que não havia nenhum outro museu dedicado ao tema nos Estados Unidos. Havia uma incrível demanda para programas de matemática que incluíssem uma forma prática de explicar e usar a matéria. O Momath ficava aberto todos os dias das 10.00 as 17.00h. Nas primeiras quartas-feiras do mês, fechava mais cedo, as 14.30h. Para chegar, eram 3 estações de metrô próximas ao museu: 28thStreet / Broadway – Linhas N, R e W;  23rdStreet – Linhas N, R e W ou linha 6 ou linhas F e M; e, 28thStreet / Park Avenue South – Linhas F e M.

Museu Nacional do Índio Americano – Bowling Green, 1 -

A filial de Manhattan do National Museum of the American Indian, apresentava uma grande variedade de exposições sobre os povos nativos americanos. Localizado dentro do Alexander Hamilton U.S. Custom House, o instituto oferecia programas de pesquisa sobre a música, a dança e os filmes da cultura nativa americana. George Gustav Heye coletava artefatos dos povos nativos americanos até o início do século XX e abrira o museu em 1922. Chamada de Infinity of Nations, a coleção permanente continha centenas de objetos e obras de arte de grupos do continente americano. Os visitantes poderiam ouvir gravações de historiadores renomados e assistir a apresentações emocionantes de várias culturas. O novo centro de atividades imagiNATIONS atendia aos visitantes mais jovens com um espaço interativo que destacava as contribuições dos povos nativos para o mundo moderno. Abria todos os dias a partir das 10.00h (o horário de fechamento variava entre 17.00 e 20.00h).

Museu New York Hall de Ciência - 111th Street, 47-01 - Queens -

Era repleto de diversão para todas as idades, com exibições interativas em vários campos da ciência. Com mais de 400 exposições divertidas, havia espaço para ampliar a imaginação de qualquer pessoa. Nesse mundo de maravilhas, o visitante poderia procurar vida fora da Terra, fazer experiências com circuitos elétricos e aprender sobre a inteligência animal. Não se esqueça de explorar os mais de 5.500 m² de espaço ao ar livre para admirar foguetes ou jogar uma partida de mini-golfe. O Preschool Place oferecia atividades multi-sensoriais, em uma área protegida e o Science Playground servia para manter as crianças ativas. Aproveite para um pit stop e assistir a ciência ganhar vida no telão do 3D Theater. Abria de segunda a sexta das 9.30 às 17.00h, e sábados e domingos das 10.00 as 18.00h.

Museu Solon Guggenheim –  5th Avenue, 1071 com a 88th Street – 

Fundado em 1939, o prédio em espiral, obra do arquiteto Frank Lloyd Wright, era considerado um dos mais importantes do século XX. Entre os destaques estava a coleção Kandinsky, que reunia obras do artista russo, um dos principais nomes da arte contemporânea.  O nome do museu era uma homenagem ao seu fundador, Solomon Robert Guggenheim. A cidade era conhecida pelo seu skyline cheio de prédios em aço e vidro, mas o Guggenheim é um diferencial nesse padrão: impossível não notar o prédio branco circular, foi projetado por Frank Lloyd Wright, na Quinta Avenida. O melhor da arquitetura interna do local – em forma de espirais abertas –  é que dá pra ver um pouquinho do que tem em cada andar e escolher o que mais lhe atraia.  Ingressos: US$ 25 (aos sábados, das 17h as 20h, e podia pagar o quanto quissese pelo ingresso). Como chegar: desça na estação 86th Street (linhas 4, 5 e 6) e depois caminhe por uns 10 minutos. Abria diariamente das 10.00 as 17.30h, e nas terças e sábados até 20.00h.

 

 

 

 

 

 

 

 

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