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MILÃO - Os museus - 3/3
















 

 

 

 

 




 

 

 

 




                                                                              Arco da Paz

Museu Bagatti Valsecchi – Via Santo Espírito, 10 – Via Jesus, 5 –

Instalado num palácio neo-renascentista, adquirido pelos irmãos Fausto e Giuseppe, em 1883, fora reestruturado no final do século XIX, tendo como inspiração os palácios renascentistas milaneses do século XVI.

 

Museu Cívico Arqueológico – Corso Magenta, 15 –

Destaca-se pela atividade científica e pela publicação precisa de suas coleções: testemunhos arqueológicos, da Milão romana e medieval, seção etrusca, seção grega, seção medieval (alta Idade Média) e um percurso dedicado à música.

Museu Cívico de História Natural – Corso Venezia, 55 –

Conhecido também como Museu Público de História Natural, fora fundado em 1838. Alguns anos antes, o naturalista e colecionador Giuseppe De Cristóforis, legava as suas coleções à cidade de Milão com a obrigação de fundar um museu cuja direção seria do seu amigo Giorgio Jan. Este, por sua vez, também legara as suas próprias coleções à cidade. O museu fora quase que totalmente destruído por um bombardeio em 1943, que provocara a perda da metade das coleções. Fora reconstruído após a guerra e reabrira suas portas em 1952. A sede do museu apresentava 23 salas de exposições e conservava quase que três milhões de objetos. Possuia um conjunto de aproximadamente cem dioramas, considerado o mais rico da Itália. A biblioteca possuia 120.000 volumes e recebia 4.000 revistas anuais.

Museu Coleção Branca -  Via Resegone, 2 –

Inaugurado em 2009, estava instalado no Complexo Industrial da Destilaria Fratelli Branca. Era um museu empresarial mas também um testemunho da história da comunicação inovadora, na forma e nas técnicas usadas, expressão de uma época, de meados do século XIX até o final do século XX. Durante a visita guiada, os visitantes teriam a oportunidade de reconstituir a história da realidade industrial da família Branca e poderiam visitar as mais de 500 barricas que tornavam os produtos da marca Branca únicos e inconfundíveis que eram vizualizados através de pinturas, documentos, desenhos, croquis, objetos e fotografias históricas.

 

Museu Diocesano -  Corso da Porta Ticinese, 95 -

A coleção do museu era composta por mais de 700 obras desde o século IV até os dias de hoje. Entre os inúmeros tesouros artísticos destacavam-se a Coleção Fondi Oro, aproximadamente 40 quadros pintados nos séculos XIV e XV, a maioria na Toscana, e as esculturas de Lucio Fontana.

Museu do Design Italiano - Piazza Compasso d’Oro 1, – entradas: Via Ceresio, 7 – Via Bramante, 42 -

Comemorava os 100 anos de história da Trienal de Milão com um itinerário que começa desde a fundação da instituição em 1923 e se estendia ao desenvolvimento de pesquisas tecnológicas, materiais e sociais, que mudaram a identidade, a estética e as principais características do design italiano. A exposição apresentava as peças icônicas da coleção permanente da Trienal, relacionando-as com a história da instituição. A história do design italiano era contada através da reconstrução de vários interiores cuja lógica representara uma linha fundamental de desenvolvimento na disciplina. Uma viagem pela história que culminava na Plataforma Design, espaço que acolhe exposições temporárias de jovens designers, com foco no design da atualidade.

Sua localização era Histórica porque o Design Museum–Compasso d’Oro nascera da recuperação de um local da década de 1930, utilizado tanto como depósito de bondes puxados por cavalos quanto como central de distribuição de eletricidade. Instalado numa estrutura de 5.135 metros quadrados, era dividido em espaços destinados a exposições, Cafeteria, livraria e escritórios. De um lado ficava a Chinatown Milanesa, que sempre fora um centro multicultural em grande agitação: uma área totalmente requalificada e em parte um calçadão que se tornara uma referência milanesa. Nas imediações ficavam a Fabbrica del Vapore (espaço de exposições) e a Fundação Feltrinelli, um centro de documentação e pesquisa. Em um percurso cronológico, o museu expunha todo o repertório de projetos pertencentes à coleção histórica do Prêmio Compasso d’Oro, idealizado em 1954 a partir de uma idéia do arquiteto Giò Ponti para aprimorar a qualidade do design made in Italy, e que era hoje o reconhecimento institucional mais antigo do setor à nível mundial. O acesso era pela recém-inaugurada praça-jardim, batizada com o nome do Prêmio Compasso d’Oro.  Abria de diariamente das 10.30 às 20.00h, menos nas sextas-feiras. O ingresso era 15 Euros e aceitavam pagamento somente em cartão de crédito ou débito.

Museu do Duomo – Piazza do Domo, 12  -

Fora inaugurado em 1953, respeitando o projeto inicial de valorizar e de não desperdiçar o material relacionado à história e à construção da Catedral. Reunia um extenso patrimônio histórico-artístico, assim como testemunhos das obras da Catedral e uma ampla exposição de esculturas, vitrais, peças de tapeçaria, pinturas e grandes obras arquitetônicas do século XV ao século XX. O percurso (cronológico) englobava 26 salas expositivas e revelava todas as fases de construção da Catedral, desde a sua fundação, em 1386 até o século XX.

Museu do Novecento – Via Marconi, 1  – Palácio do Arengario -

Fora inaugurado em dezembro de 2010, surgindo do desejo de apresentar ao público, permanentemente, a pintura e a escultura italiana do século XX. Dispunha de uma coleção de quase 400 obras. A exposição começava com Il quarto stato de Giuseppe Pellizza da Volpedo e com algumas obras de arte contemporânea, destacando-se nomes como Picasso, Braque e Kandinskij, passando por Umberto Boccioni e pelos futuristas: Giacomo Balla, Carlo Carrà, Ardengo Soffici, Mario Sironi, Achille Funi e Gino Severini. Prosseguia com a arte no período entre as duas guerras mundiais, a arte monumental, a arte abstrata, a arte conceitual e terminava na chamada arte pobre.

Museu do Resurgimento – Via Borgonuovo, 23 –

Uma enorme coleção de quadros, gravuras e relíquias, ilustrava o período histórico que compreendia a primeira campanha de Napoleão Bonaparte, na Itália em 1796, até a anexação de Roma ao Reino da Itália em 1870. O percurso expositivo estava organizado cronologicamente através de 15 salas temáticas e 2 salas temporárias, destacando-se: o manto da coroação de Napoleão Bonaparte, na Itália e o estandarte da Legione Lombarda Cacciatori a Cavalo, o primeiro tricolor italiano.

A Pietá - de Michelangelo​

Museu Interativo do Cinema - MIC  - Viale Fulvio Testi, 121 -

Visitar o MIC significava ter a oportunidade de assistir filmes e desenhos animados, de montar, desmontar e dublar sequências de filmes, de aprofundar o conhecimento cinematográfico, escolhendo o tema por autor, por título ou por época e de conectar-se com as cinematecas e com os arquivos de filmes de todo o mundo. O foco era o cinema milanês e os grandes autores e artistas de Milão.

Museu Inter e Milan - Estádio San Siro -  Piazzale Angelo Moratti -

Era o primeiro museu italiano a funcionar em um estádio, contava a história das duas equipes milanesas, através de uma coleção única: camisas históricas, taças e troféus, chuteiras, objetos de arte e lembranças de todos os tipos que entraram na lenda do futebol mundial e, sobretudo, no coração dos torcedores. Era o outro nome do Stadio Giuseppe Meazza, o principal estádio de futebol, em Milão e sede dos grandes clubes Internazionale de Milão e o A.C. Milan. Inaugurado em 1926, fora sede de jogos importantes da Copa do Mundo de 1990 e jogos do campeonato europeu. Contava com um museu que relatava a história de sucesso das duas importantes equipes milanesa. Para visitar o estádio e o museu, havia Guia falando espanhol e português, era preciso reservar com antecedência. Horários para visitação eram diariamente, de março a setembro, das 09.30 as 17.30h, menos em dias de jogos. Os ingressos: Museu + Tour: eram € 18 - Somente Museu: era € 8.

Museu Nacional de Ciência e Tecnologia Leonardo da Vinci - Via San Vittore, 21-

Fundado em 1953, o local era considerado o maior da Itália, no segmento: 40 mil metros quadrados abrigavam 14 mil objetos, sete departamentos: materiais, transportes, energia, comunicação, Leonardo da Vinci – Arte e Ciência, novas fronteiras, e ciência para os jovens, mais 16 áreas de exibição, 13 laboratórios e duas bibliotecas. ​Uma parte do espaço era totalmente interativa, a exemplo dos laboratórios, onde o visitante poderia participar de diversos experimentos. As coleções nas áreas de transporte, comunicação e energia são simplesmente imperdíveis, além dos modelos de máquinas, baseadas nos desenhos de Da Vinci e a visita ao submarino Enrico Toti. Funcionava de terça a sexta das 9.30 as 17.00h - sábados, domingos e feriados, das 9.30 as 18.30h. O ingresso custava € 10 e € 7 – Como chegar: Metrô linha 2 (verde), desça na Estação San Ambrogio; ônibus 50, 58, 94 –

Museu Pietà Rondanini – Piazza Castelo Sforzesco –

Apresentava uma escultura em mármore, trabalhada por Michelangelo por volta da década de 1550 até os seus últimos dias de vida, em 1564. Dada como inacabada, retomava o tema da Virgem Maria diante da morte de Jesus Cristo, que o artista havia elaborado anos antes em sua famosa Pietá, de 1499. A escultura fora produzida na época dos seus últimos desenhos de  Crucifização e também da Pietá, de Florença, que ele havia criado para sua própria tumba. Michelangelo começara a trabalhar na Pietà Rondanini antes da de Florença, porém em seus últimos dias ele cortara o bloco de mármore até que o braço direito desmembrado de Cristo sobrevivesse da peça originalmente concebida.

 

Museu Poldi Pezzoli – Via Alessandro Manzzoni, 12 –

Era uma organização sem fins lucrativos, fundada pelo colecionador Gian Giacomo Poldi Pezzoli, em 1881. Era uma das casas-museus mais importantes da Europa. Abrigava uma refinada coleção artística do século XIX. A residência aristocrática do nobre Pezzoli era palco de exposição de uma coleção de quadros italianos Renascentistas e de uma coleção única de objetos decorativos: armas, porcelanas, vitrais, têxteis, relógios e jóias.

Museu Studio Francesco Messina -  Via São Sisto, 4/A -

Aberto em 1974, o museu instalado na antiga Igreja São Sisto expunha cerca de 80 esculturas em gesso, barro, bronze e cera e em torno de 30 obras em papel, criadas pelo artista Francesco Messina.










 

Galeria Vitório Emanuelle II

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