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MADRID -  Espanha  - parte  2/2

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Carteiristas – Picket-Pocket

 

Está virando uma praga a ação dos chamados Carteiristas ou Picket-Pocket, que agem nas ruas e lugares turísticos de cidade como Madrid, Sevilha, Valência, Roma e Paris. Aparecem em duplas, trios e as vezes acompanhadas de um homem e em grupos maiores. A maioria é oriunda da Romênia e quando flagradas pela Polícia são levadas à Delegacia e intimadas a deixar o país.

 

Os demais Mercados de rua 

​A cidade tinha uma longa tradição de mercados, ao ar livre, lugares cheios de atividades e uma parte pitoresca da vida comercial de Madri.

​Mercado de Arte - No domingo pela manhã, o pessoal da Associação de Pintores de Madri, expunha  e vendia suas obras na Plaza Conde de Barajas, próxima da Plaza Mayor.

​Mercado del Modelismo – Para os que viviam e curtiam o mundo de maquetes e miniaturas, a recomendação era visitar o Museo del Ferrocarril,  para intercambiar suas criações.

​Mercado de Monedas y Sellos – Em plena Plaza Mayor, todos os domingos de manhã, um dos clássicos de Madri reunia o pessoal que coleciona e comercializa selos e moedas.

​Mercado de Motores - Era um lugar para comprar, comer, beber, ouvir música, passear e admirar os trens! Abria todos os segundo fim de semana de cada mês, (menos em agosto) junto ao Museo del Ferrocarril (Paseo de las Delicias 61). Funcionava das 11.00 as 22.00h nos dois días da Feira (sábado e domingo).  A entrada era gratuita.

Mercado Rave - Organizado por uma Associação não lucrativa que promovia a reciclagem, a troca, a compra e venda de artigos em segunda mão, numa aposta pela economia alternativa, com um espírito positivo e a participação de DJ para animar o ambiente. A localização poderia variar assim com a periodicidade.

 

Molly Mercado - Instalado no vanguardista espaço Lasede Coam, este evento periódico reunia designers, criadores e artistas que queriam dar-se a conhecer e promover as suas marcas, bem como expor e vender as suas criações. Ficava na Calle Hortaleza, 63 e acontecia em períodos variáveis.

 

Nómada Mercado - Mercado de La Cebada -

Uma fusão entre um mercado e uma feira, era um evento destacado para os designers, que queiram estabelecer contactos com outros agentes do setor, e também com o público e sem intermediários. Compromisso, sustentabilidade, criatividade e preços acessíveis, eram suas propostas. Acontecia no Mercado de la Cebada, quatro vezes por ano.

Mercados Gastronômicos

​A moda dos mercados gastronômicos, fora inaugurada em Madri há muitos anos, pelo popular Mercado de San Miguel. Atualmente a  cidade contava com vários mercados gastronômicos, ideais para satisfazer os mais exigentes paladares.

​Gourmet Experience Gran Via –  Ficava no nono andar do El Corte Inglês Callao, e proporcionava uma das melhores vistas de Madri. Oferecia uma grande variedade de produtos gourmet, principalmente hispânicos. No espaço, encontramva-se vários pequenos restaurantes, tanto de comida internacional como de Espanha.

Gourmet Experience Serrano – Ficava no último andar do El Corte Inglês Serrano. Sua fama se devia à presença de estabelecimentos associados a Chefs que acumulavam, no total, sete estrelas do Guia Michelin. Os destaques eram o StreetXo, com a comida de rua do Chef David Muñoz; a sorveteria Rocambolesc, do Chef catalão Jordi Roca e sua mulher; e o restaurante mexicano Cascabel, do Chef Roberto Ruiz.

Mercado de Chamberí - Fora criado em 1876 e depois passara por uma profunda reforma em 1943. Possuia uma planta retangular, em um único nível, no qual eram distribuídas cerca de 50 barracas de comidas, bancas de verduras e frutas, muitos produtos exóticos, peixarias e banca de queijos e curados. Ficava na Calle de Alonso Cano, 10. Funcionava de segunda a sexta: das 9.00 as 14.00h e das 17.00 aas 20.00h; aos sábados das 9.30 as 14.30h. Para chegar pegue o Metrô Iglesia/Alonso Cano ou os ônibus 5, 12, 16 ou 61.

​Mercado de San Antón – Surgira no século XIX, ocupando um prédio de cinco andares e contava com um mercado de alimentação, instalado no segundo andar. No início do século XXI, a Associação de Comerciantes do Mercado de San Antón decidira renová-lo, adaptando-o às exigências de demanda do novo bairro. Para isso, em 2007 destruiram o antigo Mercado, e iniciaram a construção do atual espaço. Em 2011, fora inaugurado um novo espaço, com barracas, restaurantes, confeitarias, bares com terraço, degustação de produtos, açougue, peixaria e confeitarias, nos três andares.

​Mercado de San Ildefonso – Inaugurado em 2014, ocupava o espaço de um antigo Mercado, tornando-se uma extensão da animada Calle Fuencarral, onde estava localizado. Dentro do Mercado, havia duas dezenas bancas de comidinhas, três bares e dois amplos terraços. Começara como mercado de pescados, ao ar livre, tivera seu primeiro projeto de cobertura, realizado em 1835, e seu projeto definitivo concluído entre 1913 e 1916, era também  inspirado no Mercado francês de Les Halles. Cerca de 80 anos mais tarde, o Mercado se via em baixa, já que não conseguia concorrer com grandes Mercados da cidade e quase fora derrubado para a construção de prédios mais modernos. ​Um grupo de investidores decidira  fechá-lo  para  uma  grande  reforma,   permanecendo cerrado  por   alguns anos, até  reabrir em 13 de maio de 2009, com uma proposta gourmet, que conquistara   tanto o coração dos madrileños quanto dos turistas. Horário: segundas, terças, quartas e domingos. Abria as 10.00h e fechava à meia noite. 

Platea Madrid - Era o maior centro gastronômico  da cidade, um grande espaço com diferentes níveis,  onde estavam distribuídos bares e restaurantes. Ocupava o espaço que fora de um antigo cinema.​

Comércios antigos

A capital espanhola tinha outro tipo de atração, que a maioria dos turistas nem imaginava: eram os negócios comerciais antigos, remanescentes dos velhos tempos, e que ajudavam a manter a tradição dos costumes e da maneira de bem viver de seu povo.

Bisuteria Otero  - Calle Mayor, 22 -

Exclusiva para o público feminino, era uma loja de bijouteria.  Era especializada em adornos para mulheres, e  foi fundada em 1905, tendo a Infanta Isabel, como uma de suas principais clientes.

Cafés La Mexicana - Calle Preciados, 24  

Era outro estabelecimento histórico, situado próximo à Casa Diego. Funcionava desde 1890, elaborando uma  variedade de cafés ( eram 17 tipos ), entre os quais o seleto Tambo, cuja produção não superava os 250 sacos em todo o mundo. O nome do negócio tinha origem em um mujer mexicana, que viera a Espanha para trabalhar e fora ficando... Como curiosidade, a loja entrara para o livro Guiness de Recordes, por ter sido a loja que mais vendera cafés num só dia (1.500 kg).

Casa Diego - Puerta del Sol, 12 - 

Era especializada em leques ( abanicos  ) e guarda-chuvas ( paráguas ). Fundado em 1858, produzia e comercializava estes utensílios. A longa experiência acumulada fizera com que a família proprietária do negócio, que atualmente constituia sua quarta geração, trabalhasse para várias casas reais do mundo, inclusive a de Espanha.

 

Relojoeria Calle de la Sal  - Calle de la Sal, 22 - 

Era o lugar dos mais antigos e importantes, na fabricação e conserto de relógios da cidade. Fundada em 1880, mantinha no mesmo local a oficina e a loja que comercializava os produtos. O local chamava a atenção dos pedestres que passavam pela Calle de la Sal, para uma estranha figura  situada na parte superior da loja. Era um autômato, que se movia lateralmente, foi fabricado por Candido Valverde, a partir de um desenho de Antonio Mingote. Ficava  próximo à Praça Maior.   

Fonte de Neptuno

Os Museus

Em um pequeno trecho ao longo do Paseo del Prado e o Paseo de Recoletos, encontrava-se uma imbatível concentração de museus e centros de arte de nível mundial: uma área conhecida como Paseo del Arte cujos destaques são o Museo del Prado, o Museu Thyssen-Bornemisza, e o Centro de Arte Reina Sofía. Aproveite e conheça o Caixa Forum Madri, o Museo Arqueológico Nacional e a Biblioteca Nacional de España.

Museu do PradoCalle de Ruiz de Alarcón, 23 -

Aberto ao público em 19 de novembro de 1819, como  Museu Real de Pintura e Escultura. Em 2019 foi comemorado seu Bicentenário, com uma comemoração que mostrava o caminho percorrido de 1819, até hoje. Durante os próximos anos, será ativada a conclusão do Campus del Prado, planejada com o último prédio que o integrará, o Salão do Reino, do antigo Palácio Buen Retiro, uma incorporação que obrigará a repensar completamente o atual layout das coleções. Era uma visita obrigatória!

Museu do Traje - Avenida Juan de Herrera, 2 - 

De acordo com o próprio nome, este espaço madrileño era focado na história da indumentária. O destaque, era a evolução da moda, ilustrada em peças que caíram em desuso, como o gibão, uma espécie de jaqueta que era muito popular no século XVI e ainda era encontrada no nordeste brasileiro.

Museu Nacional de Antropologia - Calle de Alfonso XII, 68 - 

Inaugurado em 1875, era o primeiro museu antropológico criado na Espanha. Estava localizado num prédio do século XIX, e sua proposta era dar uma visão global da cultura dos diferentes povos, e favorecer a compreensão e miscigenação intercultural. Suas coleções eram feitas de material de diferentes lugares da África, América, Ásia, Europa e Oceania. Através de suas exposições e atividades, as semelhanças e diferenças culturais existentes em todo o mundo, eram estabelecidas e a tolerância em relação a outros povos e culturas, era incentivada.

Museu Nacional de Arte Reina SofíaCalle de Sta. Isabel, 52 - 

Ficava muito próximo do Museu do Prado, e era o complemento perfeito. Depois de uma dose de arte clássica, era a vez da arte contemporânea. Este antigo hospital neoclássico, do século XVIII, era o vértice meridional do Triângulo das Artes de Madrid. Em sua coleção permanente, havia muitas coisas para ver, obras de grandes artistas espanhóis do século XX, como Picasso ( veja a Guernica, uma experiência maravilhosa ), Dalí, Miró e Gargallo.

Museu Thyssen-Bornemisza - Via Museu Del Prado, 8 - 

Era outro importante museu espanhol, que foi organizado quando da aquisição pelo Governo da Espanha, em julho de 1993, da maior parte  da coleção de arte da família Thyssen-Bornemisza. Sua sede ficava nas dependências do Palácio de Villahermosa, que foi construído entre o final do século XVIII e o início do século XIX, em estilo neoclássico. Sua concepção arquitetônica era obra de Antonio López de Aguado para María Pignatelli y Gonzaga. A reabilitação do espaço, para acolher o Museu, e sua posterior ampliação, ficou a cargo de Rafael Moneo.

 

Fora inaugurado a 8 de Outubro de 1992 e em 2004 fora reformado e ampliado. O Museu tinha três andares; Para visitá-lo, era aconselhável começar no terceiro andar e depois ir descendo até o térreo. Durante este passeio conhecerá a evolução histórica da pintura, com obras que abrangiam os séculos XVII - XX. Abria diariamente das 10.00  às 19.00h. Na segunda-feira abria às 12.00 e encerra às 16.00h. A entrada era de 15 Euros e Idosos de 65 anos e estudantes pagavam 10 euros.

Onde dormir 

Relacionamos alguns hotéis econômicos, bons e recomendados, situados em três dos melhores bairros da capital espanhola. Veja o que mais lhe agradaria, acesse o site do hotel e faça sua reserva.

Cat`s Hostel - Era  recomendado como um dos melhores hostels de Madrid. As diárias começavam a partir de 20 Euros, para quartos compartilhados. Também dispunha de quartos dobles.

Hotel Lope de Vega – A Calle conhecida como Passeo del Prado, além estar próxima ao Parque, ficava no roteiro central da cultura, onde estavam vários museus. O hotel era bonito e confortável. As diárias por pessoa, ficavam na casa dos 60 Euros para quartos simples. Também tinha quartos mais incrementados e de luxo.

Ibis Budget – Neste hotel que ficava na Passeo del Prado, o valor da diária era em torno de 80 Euros. Os hotéis da bandeira Ibis, dispensavam apresentações. Estavam espalhados pelo mundo à fora, com qualidade e seriedade na prestação de serviços.  

PASSEIO del PRADO -

Era uma das regiões mais bonitas de Madrid, e onde ficava o Parque do Retiro.

GRAN VIA  – Era  a maior referência urbana da cidade.

El Rincón de Gran Via - Os quartos iam dos simples ao luxo. A localização era ótima e os preços razoáveis. Ficava na Gran Via e próximo da Plaza Mayor, um dos pontos turísticos mais bonitos de Madrid. As diárias em apê para casal, variavam de 80  a 110 Euros.

Go Inn Madrid Hostel - Era um mix de Albergue e Hotel, num prédio antigo da Gran Via mas, com quartos modernos e confortáveis.  As diárias oscilavam entre 60 e 90 Euros para um quarto duplo. Havia opção de quarto individual. Site : www.goinnmadrid.com

Hostal Madrid Inn - Era um hostel, com diárias que variavam de 40 e 60 Euros para quartos individuais e tarifas  60 e 80 Euros, para quartos duplos. Ficava ao lado da Gran Via. 

Hotel Regente - Instalado na Gran Via, num prédio antigo mas todo reformulado,  moderno e confortável. As tarifas, reservadas com antecedência, variavam de 60  a 120 Euros. 

Siete Islas - Estava localizado próximo a Gran Via. As reservas feitas pelo site do hotel, geravam descontos de até 30%. Acomodações confortáveis. As diárias variavam entre 90 e 110 Euros. O site: www.hotelsieteislas.com.es

PUERTA DEL SOL 

Era uma região bastante movimentada e mais um ponto turístico da cidade. Ficava muito próximo da Gran Via, e por isso seus hotéis proporcionavam hospedagem com valores mais em conta.

Hostal Ana Belen - Tinham uma ótima localização, numa rua tranquila e junto da Puerta del Sol. As tarifas para quartos individuais ficam em torno de 50 e 60 Euros para quartos duplos. Era um hostel muito bem recomendado. O site: www.hostalanabelen.com

Hotel Moderno - Ficava muito próximo da Puerta del Sol, e seus preços eram muito bons. O quarto estavam em torno de 80 Euros. As reservas feitas através do site do hotel ofereciam bons descontos. O site: www.hotel-moderno.com

Hotel Plaza Maior -EraÉ outro que fica próximo da Puerta del Sol. Os preços das diárias começavam a partir de 50 Euros, dependendo da época e do tipo de quarto. O site: www.h-plazamayor.com.en

 

 

 

 

 

Palácio Real

 

Onde comer

 

Quando visitar Madrid, não deixe de experimentar alguns dos seus pratos típicos. Como sugestão, relacionamos alguns desses quitutes:

  • Caracoles a la madrileña: Servia Caracóis, com caldo de carne que costumam ser um pouco picantes;

  • Callos a la madrileña:  Era o bucho de porco, refogado com lingüiça, tomate e pimentão vermelho;

  • Cocido madrileño:  Era um prato consistente, formado por sopa, grão de bico e carne;

  • Gallinejas: Eram vísceras de cordeiro, fritas;

  • Huevos estrellados: Ovos fritos com batatas e presunto, lingüiça suina ou calabresa;

  • Oreja a la plancha:  Era a orelha de porco, frita e temperada com alho e salsinha; 

  • Soldaditos de Pavía: Eram postas de bacalhau empanadas e fritas, acompanhadas de pimentões vermelho; 

  • Pastas del Consejo: Eram pequenos doces de limão, criados para agradar  o Rei Alfonso XII;

  • Rosquillas de Santa Clara: Eram rosquinhas, com sabor de anis, cobertas por um glacê de açúcar;

  • Rosquillas tontas y listas: Rosquinhas típicas preparadas durante o mês de maio. As chamadas ‘listas’ (espertas) eram cobertas com uma fina camada de açúcar fondant; 

Ay mi madre! – Calle de La Palma, 41 – Malasaña -

Era uma pizzaria muito concorrida, tanto pelos madrileños como pelos turistas. Uma das especialidades, eram as empanadas ( pastéis ), com diversas opções de recheios. O atendimento era rápido e os preços eram bons.

Chocolateria San Ginés – Calle Paradizo de San Ginés, 5 – 

Era um bar que lembrava os Cafés do final do século XIX. Tinha dois pisos com mesas tradicionais em mármore branco e um balcão revestido a azulejos, onde tradicionalmente se poderia tomar um chocolate com churros,  ou um café acompanhado de uma seleção de bolos. Fora construído em 1890 para funcionar como Pousada, mas em 1894 tornara-se um estabelecimento de preparo de churros, com a técnica tradicional chamada ombro.

 

A localização histórica da Chocolateria expandira-se para vários locais da zona envolvente, para servir ao elevado fluxo de clientes que exigiam o clássico chocolate com churros ou porras. Na Plazuela de San Ginés, recuperando o nome histórico de La Escondida, havia outro ponto onde também ofereciam várias opções salgadas. A fama e a qualidade de seus produtos garantiam a instalação de filiais em Tóquio, Cidade do México, Buenos Aires e em Miami Beach.

 

100 Montaditos – Gran Via, 63 - Calle Montera, 34 e  Calle del Príncipe, 18 -

Era uma rede de restaurantes que servia sanduíches, com cerca de 100 sabores diferentes, era a partir de 1 Euro – dependendo do sabor e do dia da semana (segundas e quartas-feiras sempre havia promoção). Também havia batatas fritas, com vários molhos para acompanhamento.  Era muito popular, e por conta disso, vivia cheio !

La Catedral - Carrera San Jeronimo, 16 -

Quando estiver circulando pela região da Puerta del Sol, e sentir vontade de conhecer um lugar legal para comer, busque o La Catedral. O local tinha um espaço razoável e uma decoração antiga e muito bonita. Especializado em comidas mediterrânea e hispânicas.

Restaurante Sobrino de Botin – Calle Cuchilleros, 17 - 

Fundada em 1725, era o restaurante mais antigo do mundo, segundo o Livro Guiness dos Recordes e uma das referências da melhor cozinha tradicional em Madrid. A revista Forbes reservou-lhe o terceiro lugar entre os 10 melhores restaurantes clássicos do mundo, à Casa e às suas duas especialidades, os deliciosos leitões e cordeiros assados ao estilo castelhano. Três e quatro vezes por semana, ao restaurante chegavam carregamentos dos melhores leitões segovianos e cordeiros procedentes do triângulo mágico desta carne: Sepúlveda-Aranda-Riaza. Pouco a pouco, lentamente, cordeiros e leitões começavam a ganhar uma cor dourada com o calor e a respiração pausada e solene do velho forno, alimentado a lenha de azinho. Um forno que permanecia funcionando desde a fundação, sob o olhar atento dos mestres forneiros e dos experientes cozinheiros que desde sempre marcavam presença na Casa.

Sidreria El Tigre - Calle Infantas, 30 - Calle de Hortalezas, 23 - Centro - e Calle del Conde Rodriguez San Pedro , 4 -

Era uma das antigas que serviam vários tipos de tapas e variedades de marcas de cervejas. Apesar de ser antiga e referenciada nas dicas de turismo, havia muita discordância com relação ao atendimento e a limpeza do ambiente. Na primeira não tinha mesas e o cliente tinha que comer em pé e aguentar a ainda assim, forte demanda de turistas. Viviam lotados, principálmente nos fins de seana 

 

Taberna El Sur Calle de la Torrecilla del Leal, 12 – Lavapiés -

Servia comidas típicas excelentes, principalmente as tradicionais tapas e a paella. Era um lugar pequeno e aconchegante! Às vezes era um pouco barulhento, quando estava cheio de turistas.

Taberna La Bola – Calle Bola, 5 -

Se quiser comer um cozido madrileño, prato típico e ótimo para os dias frios, não hesite e vá ao La Bola. O prato era servido de uma forma diferente: primeiro uma sopa, e depois grão-de-bico com cinco variedades de carnes. Esse era o prato mais pedido no restaurante. Como costumava ficar cheio, recomendava-se fazer reserva. Um menu que incluia uma entrada, o cozido, sobremesa e uma jarra ou garrafa de vinho, custava em torno de 35€.

 

 

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