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KUALA LUMPUR - As surpreendentes Torres Gêmeas -
Malásia
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As informações e recomendações inseridas neste texto, objetiva facilitar seu programa de viagem para visitar esta formidável cidade. Escolha o que pretende conhecer e monte seu roteiro para melhor

aproveitar sua passagem por aqui...

 

O melhor de Kuala Lumpur, era ver tanta diversidade em um só lugar, onde se encontravam templos chineses, budistas, hindus, igrejas e mesquitas, todos praticamente no mesmo quarteirão. Fundada em 1857, a Malásia tornou-se Independente em 1957, e sua Proclamação aconteceu em plena Merdeka Square, em frente a uma grande multidão entusiasmada e vibrante com o feito, e com o fato de que a cidade continuaria sendo a capital da nova Nação. ​O boom econômico dos anos 90, fez com que em poucos mais de uma centena de anos, a pequena aldeia chinesa de mineração, passasse a ser uma das metrópoles mais importantes do sudeste asiático. Com isso, grandes arranha-céus e sistemas modernos de transporte, hoje faziam parte do cenário de uma metrópole emergente. A capital da Malásia, era uma das super metrópoles do Sudeste Asiático, magnífica, moderna,  pujante e em frenético desenvolvimento.

 

A Malásia era um país interessante, do ponto de vista étnico, formado por 67% de Malaios, 25% de  Chineses e 8% de Indianos. A grande diferença era que essa gente não se misturava e não se acasalava, e por isso nunca se tornariam um só povo. Cada tribo vivia em seus bairros e regiões, criando uma espécie de grandes guetos urbanos. Ainda assim, viviam em perfeita paz e harmonia. Coisa de gente civilizada!

Geografia
A Malásia estava situada no coração do sudeste asiático. Ao norte do país estavam Myanmar, Tailândia, Laos, Cambodja e Vietnã. Ao sul se encontrava Singapura e Indonésia e a leste as Ilhas Filipinas.

Arte e cultura

O Festival Floral era um desfile que desde 1991 acontecia no mês de janeiro, quando os malaios criavam belíssimas carroças com flores frescas. Era possível ver uma incrível quantidade de flores diferentes: buganvílias, crisântemos, narcisos e aves do paraíso. A Thaipusam era uma festa hindu que tinha lugar nas grutas de Batu, uma cerimônia no qual milhares de peregrinos vindos de numerosos países cumpriam ritos de penitência. Em Batu Caves se encontrava a Catedral das grutas a céu aberto: Templo Sri Subramaniam Swamy. Para chegar era preciso subir os 272 degraus. Formavam um cortejo desde Kuala Lumpur até o templo Sri Maha Mariamman, quando os penitentes iniciavam uma procissão de 18 km até as Batu Caves. 

 

O Wayang Kulit era o teatro de sombras malaio. Não se conhecia realmente sua origem. Era efetuado sobre uma tela branca esticada. As marionetes eram colocadas diante de uma luz que permitia projetar suas sombras na tela. Os fantoches eram fabricados com pele seca de búfalo. Na Malásia, era muito frequente a prática de empinar pipas, chamadas wau. Podiam adotar diferentes formatos, sendo a mais conhecida a do peixe lua moon kite.

 

Religião
Malásia era uma sociedade de várias religiões onde o islã era a religião oficial. Segundo o censo de 2010, cerca de 60,4 % da população praticava o islamismo, 19,2;  e onde o budismo, 9,1 %; o cristianismo, 6,3 %; o hinduísmo e 2,6 % a religião tradicional chinesa.

O clima

Protegida pelas  Montanhas Titiwangsa,  no leste da Indonésia, pela Ilha de Sumatra a oeste, Kuala Lumpur tinha um ano inteiro de clima equatorial, que era quente e ensolarado, com chuvas abundantes, especialmente durante as monções. ​Máximas entre 31 °C e 33 °C (88-92 °F) e que nunca excedeiam os 37 °C (99 °F), enquanto que as mínimos eram entre os 22 °C e 23,5 °C (71-74 °F) e nunca desciam abaixo dos 19 °C (66 °F). Kuala Lumpur, geralmente recebia 2266mm de chuva por ano; Junho e Julho eram relativamente secos, mas mesmo assim as chuvas excediam os 125mm por mês. ​As inundações eram um fenômeno frequente na capital, quando existia uma forte chuvarada (monção), especialmente no centro da cidade e áreas a jusante. As partículas de poeira, provenientes dos incêndios florestais, nas proximidades de Sumatra, às vezes criavam problemas na região. Era uma importante fonte de poluição na cidade, juntamente com a combustão a céu aberto, as emissões provenientes dos veículos a motor e os trabalhos na construção civil.

​Quando viajar

As temperaturas médias anuais eram de 30/33 graus Celsius. Os meses de Março e Abril, de Setembro a Novembro, eram os mais chuvosos.  Dezembro a Fevereiro e de Maio até agosto – eram os melhores meses para visitar, porém podiam ocorrer chuvas nesses períodos, mas a probabilidade era menor. O mês com menos ocorrências de chuvas era o de Julho.

Saindo do Aeroporto

O sistema de transporte era muito bom. Havia trens, ônibus e táxis ligando o Aeroporto ao centro O trem era a opção mais rápida, funcionando das 5.00 até as 1.00h da madrugada, partindo a cada 15 minutos para a Sentral Station, onde tinha um moderno trem que levava ao Aeroporto, o KLIA Ekspres, criado aqui no Rio Grande do Sul como um Monorail, movido a ar comprimido. Os ônibus também partiam para a Sentral Station, funcionando entre as 5.00h e meia noite. Era mais barato que o trem, demorando cerca de 1 hora até o centro. Ao chegar a Sentral Station, era possível pegar qualquer meios de transporte para ir até o hotel: Monorail, LRT, ônibus ou trens. A melhor forma de se locomover pela cidade era utilizar o Monorail, que ligava boa parte dos pontos turísticos, e o LRT (Light Rail Transit) que cobria todo o centro da cidade ( incluindo alguns pontos turísticos ) e os subúrbios. Havia o trem (KTM Komuter), que também era uma boa opção para visitar a Batu Caves.

Dinheiro - A moeda local era o Ringgit Malaio (MYR), e na cidade  os cartões de crédito eram normalmente aceitos. Para ter dinheiro em espécie, use dólares americanos ou troque pela moeda local. Uma alternativa, era fazer saque nos caixas eletrônicos, direto na moeda local, mas fique atento às taxas que eram cobradas pelo seu Banco.

Idioma - A língua oficial da Malásia era o Malaio. O inglês era uma língua obrigatória nas escolas e muito usado nas grandes cidades, assim como nas principais zonas turísticas do país. Existia ainda, um tipo de inglês coloquial chamado Manglish, falado principalmente nas zonas urbanas e que consistia numa mistura de inglês, malaio e outras línguas. O Bahasa indonésio era muito parecido com o Malaio, sendo falado nas zonas junto à fronteira com a Indonésia.

 

Visto - Brasileiros que visitassem a Malásia a turismo, por até 3 meses não precisavam de Visto para entrar no país. O Passaporte  deveria ter um mínimo de 6 meses de validade. O Certificado Internacional de Vacinação, atestando ter tomado a Vacina contra Febre Amarela também era exigido. Era recomendável ter em mãos uma cópia da reserva do hotel e dos bilhetes aéreos de ida e volta, caso resolvessem questionar suas intensões ao visitar o país.

Tomadas e corrente elétrica - A corrente elétrica na Malásia era de 240 V 50 Hz. A principal tomada elétrica era do tipo G, de 3 pinos grossos achatados e tornava-se necessário o visitante levar um adaptador. Veja nas "dicas" deste site, o link para tomadas e pluges.

 

Vacinas e prevenções -

Encefalite Japonesa: recomendada para quem planejava viajar por um mês ou mais pela Malásia, principalmente por zonas  rurais, sendo transmitida através da picada de um mosquito infectado;

Febre Amarela: uma vacina não obrigatória para cidadãos portugueses, mas obrigatória para cidadãos brasileiros oriundos do  Brasil;

Febre Tifóide: também transmissível através de água e comida contaminada,  e particularmente recomendada para quem  planejasse  viajar por cidades menores ou zonas rurais da Malásia;

        Hepatite A: Era uma doença transmissível através de água e comida contaminada;         

Raiva: principalmente recomendada a quem planejasse passar muito tempo em atividades exteriores como acampar, trekking, escalada, etc. e para quem viesse a passar muito tempo com animais e a crianças pequenas, que tendiam a   brincar com animais na rua.

        As referências históricas e turísticas

Batu Caves -  Gombak -  Selangor -

Considerado um dos tesouros de Kuala Lumpur, e um dos templos hindus mais importantes fora da Índia,  e uma das maiores atrações da Malásia! os templos estavam dentro de grandes cavernas, que ficavam em um morro, a cerca de 14 km do centro da cidade. As cavernas foram descobertas em 1878, e em 1891 foi fundado um templo dedicado a Lord Murugan. Para conhecer as cavernas e  seu templo, era necessário subir uma longa escadaria, com mais de 250 degraus. Na entrada da escadaria, contrastando com o morro às suas costas, ficava a imponente estátua de ouro de 42 metros, de Lord Murugan, Deus da Guerra, segundo a crença hindu. ​Era um lugar de muito significado, principalmente para famílias de origem indiana, que costumavam visitar a atração, em especial nos dias de Thaipusam, uma festividade muito celebrada na Índia. 

 

Junto às Batu Caves, ficava a Dark Cave, uma caverna por onde se fazia um tour de exploração, caminhando no escuro. Esse passeio era pago e tinha horários marcados, portanto era preciso agendá-lo ao subir a escadaria. Durante o passeio  feito pela caverna, havia  uma oportunidade de conhecer um pouco sobre sua história e os animais que habitavam o local.  Essa não era uma atração recomendada para quem tivesse locomoção restrita, pois era necessário subir vários lances de degraus para chegar às cavernas. No caminho (e dentro das próprias cavernas), existiam muitos macacos, então evite andar com sua bolsa aberta ou levar comida, pois muito provavelmente eles irão roubá-la, caso você a exponha, portanto nada de comer pelo caminho ou dar mole com a  câmera ou  Smartphone. A entrada era gratuita.

​As Batu Caves ficavam ainda mais agitada durante o Festival Hindu Thaipusam, quando milhares de peregrinos visitavam o local, em  uma  homenagem que incluia ornamentações coloridas e ganchos de metal perfurando suas peles, um ritual que poderia ser um  pouco chocante para outras culturas, mas que era cercado de pessoas alegres e com espírito de comemoração. Como chegar:  A melhor forma de chegar em Batu Caves era pegar o trem que partia a cada meia hora da Sentral Station. Outra opção era acertar o passeio com uma Agência de Turismo, que não saia caro e era mais prático.

Brickfields -

Era mais conhecida como Little Índia, por concentrar uma grande comunidade de moradores indianos. Já o nome Brickfields foi dado pela área ter sido no passado um poço de argila, e muitos de seus tijolos foram produzidos com esse barro. Com ruas sempre movimentadas, cores vibrantes e decorações características, dava para concluir que chegamos a Pequena Índia. Como chegar: Ficava a uma breve caminhada da Estação LRT Sentral. Havia também uma Estação de Monorail Sentral, no mesmo local.

Bukit Bintang -

Era a área mais badalada da cidade, com vários Shoppings e boas  opções de restaurantes, bares, casas noturnas e alguns hotéis mais luxuosos. Se quiser curtir uma música ao vivo, ir a algum bar com vista panorâmica, ir às compras ou curtir a noite, este era o lugar recomendado. No capítulo Onde Dormir, estamos recomendando alguns hotéis situados nesta região. Quando a fome apertar, siga para Jalan Alor, logo ali atrás da Bukit Bintang, considerado o centro da culinária local e onde encontrará diversos restaurantes com diferentes especialidades, especialmente os de frutos do mar. Aqui proliferavam as barraquinhas de comida, era só escolher uma e sentar junto a uma das mesas espalhadas pela calçada. 

 

Central Market em Chinatown -  Jalan Hang Kasturi, 10 -

Ao visitar Chinatown, não deixe de conferir o Mercado Central, construído em 1928, quando era um simples mercado até passar por uma série de reformas, a partir de 1980. Com várias lojas e barraquinhas vendendo uma variedade de produtos, era um ótimo local para compras de artesanato. Ficava aberto das 10.00 as 22.00h. Na lateral do Mercado está a Katsuri Walk, uma rua com mais um monte de barraquinhas, ofertando bugigangas mil. Como chegar: Estando a uma curta caminhada da rua Petaling, o Mercado Central ficava na esquina do Shopping Kota Raya.

Changkat Bukit Bintang -

Era uma rua na área de Bukit Bintang, que reunia vários bares, pubs, restaurantes e casas noturnas. A região era ideal para se divertir e aproveitar a noite. Muitos turistas apareciam por aqui, porque os estabelecimentos eram bem ao estilo do que os ocidentais estavam acostumados. Dica: visite não só esta rua, mas as outras próximas também, já que toda a região tem bastante comércio, bares e lojas. Em 2017, encontramos aqui a Bom Brazil Churrascaria.

Chinatown -

Como em todas as cidades que tinham Chinatown, o da Malásia era um perfeito exemplar de um pedacinho da China fora da China. Aqui encontrava-se de tudo um pouco: ervas aromáticas, chás, temperos, comidas estranhas e produtos falsificados das mais diferentes qualidades. Localizado no coração da cidade, a rua principal chamava-se Petaling Street e ficava muito movimentada à noite, quando as barraquinhas tomavam conta de qualquer espaço livre que ainda poderia restar na rua. Aproveite para conhecer o Old China Cafe, um dos restaurantes tradicionais do bairro. 

Jalan Alor

Era a rua onde se poderia experimentar uma infinidade de pratos da cozinha malaia-chinesa. O movimento começava ao entardecer, e seguia até tarde da noite e era uma atração da cidade no capítulo gastronomia. Depois de visitá-la a boa dica era ir para a Changkat Bukit Bintang, uma rua próxima que oferecia várias alternativas para curtir a vida noturna.

KLCC Park – Lot no. 241 - Level 2 - Suria -

Era um parque urbano localizado no coração da cidade, tinha uma vista linda para as Petronas Towers, tanto durante o dia quanto pela noite, era um ótimo passeio para descansar das caminhadas. Durante a tarde, o parque fica super animado, com pessoas praticando atividades físicas e pais levando seus filhos para se refrescarem em uma piscina pública!  O parque ficava anexo às Petronas e tinha uma fonte onde diariamente acontecia o Lake Symphony, um pequeno show em que as fontes se iluminavam de cores e ficavam "dançando" ao som de uma música. Aparentemente, não havia um horário oficial para o show das luzes, mas sugerimos ir ao local em torno das 19.00 ou 20.00h — sua duração era de cerca de 5 minutos.  A entrada era gratuita! 

 

Kit City Galery -  Dataran Merdeka, 27 - Jln Raja -

Além de fornecer toda sorte de informações sobre a cidade, tinha uma placa em que os turistas se posicionavam para uma foto. O lugar ficava ao lado da Merdeka Square, onde a primeira bandeira do país foi hasteada. Para quem estiver andando pela Praça Merdeka, ficava ao lado. Aqui encontrava-se uma coleção de fotos e pinturas que mostravam a história da cidade, além de maquetes, com miniaturas alguns pontos importantes de Kuala Lumpur. Como chegar: a Galeria fica a poucos minutos à pé da Estação LRT Masjid Jamek. Se estiver no Mercado Central, serão apenas 5 minutos de caminhada.

Kuala Lumpur Bird Park - 920, Jalan Cenderawasih - Tasik Perdana –

O Parque dos Pássaros é um aviário reconhecido como o maior do mundo! Era enorme, muito arborizado e diferentemente de muitas outras atrações do tipo, permitia o contato direto e muito próximo dos animais. Ao entrar no aviário, já perceberá que a maioria das aves ficava soltas  e  se poderia circular livremente pela área do parque. É provável que vários tipos de aves passassem pertinho tanto no solo quanto acima de sua cabeça. É um passeio tranqüilo, ideal para fazer com crianças, que costumavam ficar encantadas com os animais. Procure visitar o parque em um dia útil, quando a quantidade de turistas seria menor. Aproveite para visitar no mesmo dia o Jardim Botânico e o Museu de Arte Islâmica, que ficavam próximos. 

​Lake Gardens -

Era um parque grande e muito bem cuidado, localizado ao sudoeste de Chinatown. O local, onde existia uma mina de estanho, se tornou um dos pontos preferidos dos moradores para piquenique nos fins de semana. Aqui também estavam alguns pontos turísticos, como Butterfly House, Bird Park, o Parlamento e o Museu de Arte Islâmica. Como chegar: Saindo do Mercado Central, atravesse a Ponte para o Complexo Dayabumi, seguindo ao sul para a Estação de Correios, onde havia uma passagem subterrânea até a Mesquita e numa breve caminhada estaria chegando. Para quem saia da Praça Merdeka, seriam uns 30 minutos de caminhada: siga a Oeste pela Jalan Parlimen e acesse o Parque pela  entrada principal, ao Norte. Lembrando que o parque era bem grande, e para chegar o táxi  seria sempre uma boa escolha. O tempo é dinheiro e  estar aqui, certamente não custou pouco, por isso não economize e vá de táxi!

Little India

O bairro era totalmente comercial,  com dezenas de lojas de roupas – indianas é claro – mercadinhos, eletrodomésticos, lojas de CDs e Agências de Viagem que vendiam pacotes para a Índia. Era um lugar de sotaques, sons e cheiros indianos, todas as lojas tinham pequenos altares, sempre muito incenso fumegando, e barraquinhas de especiarias. O bairro indiano também é o melhor lugar para provar a autêntica cozinha típica da Índia, sempre com uma música muito alta tocando. Mesmo sendo um lugar bem freqüentado por turistas, os olhares de estranhamento apareciam quando passava um ocidental. Mas eram todos muito gentis.

Masjid Jamek - Jalan Tun Perak - Centro -

Situada na [área central, era uma das Mesquitas mais antigas da Malásia. Localizada nas margens de dois rios, foi inaugurada em 1909, e surpreendia os visitantes com a sua arquitetura árabe e moura. Várias cúpulas coroavam o prédio rodeado por um jardim tropical, entre campos verdes e exuberantes palmeiras. Para entrar era preciso usar traje adequado e na entrada havia vestimentas disponíveis para as mulheres. A sala de oração era uma grande sala cheia de colunas, embora tenha um estilo austero e moderno. A Masjid Jamek era bem servida por transportes públicos, e ficava a uma curta distância da Estação de Masjid Jamek..

Masjid Negara e Islamic Arts Museum  Jalan Perdana - Tasik Perdana -  

Apesar da Malásia ser um país de várias religiões, a Mesquita Masjid Negara era o símbolo nacional do Islamismo. Construída em 1965,  tinha capacidade para até 15 mil pessoas. Sua cúpula principal, tem um estilo contemporâneo, em um formato de estrela com 18 pontos, representando os 13 estados da Malásia e os cinco pilares do Islã ( fé, oração, caridade, jejum e peregrinação ). A Mesquita era aberta à visitação em horários específicos: 9.00 ao meio-dia, das 15.00 as 16.00 e das 17.30 as 18.30h. Fechava nas sextas pela manhã. Logo na frente da Mesquita, estava o Museu de Artes Islâmicas, uma das atrações da cidade. Esse era o maior museu islâmico do   Sudeste asiático, e uma fonte de informação, para saber mais sobre a história do Islã. Havia uma coleção de obras de arte, e manuscritos do Alcorão, oriundos de diversos lugares. Havia diversas réplicas em miniatura, das mesquitas mais importantes de alguns países, incluindo a de Meca. Como chegar: A melhor forma de chegar à Mesquita, era de taxi. Embora sua localização seja bem central, não havia transporte público que passasse pelas proximidades.

Menara KL –  Jalan Punchak, 2 - Off, Jalan P. Ramlee - 

Era também chamada de KL Tower, tinha 421 metros de altura, e proporcionava uma vista espetacular da cidade. Construída em 1994, acabou sendo um pouco ofuscada pelas Petronas Towers, mas uma visita garantia uma vista incrível de Kuala Lumpur. A torre ficava na Reserva Florestal Bukit Nanas, era a quinta mais alta torre de telecomunicações no mundo. Sua arquitetura refletia um pouco da influência islâmica no país, através de azulejos e outras referências árabes. O restaurante panorâmico da torre, chamado Atmosphere 360 Revolving Restaurant, servia refeições no almoço e no jantar, e fazia um leve movimento de rotação — dessa forma, se tinha uma vista completa da cidade. Quem almoçar no local, terá acesso gratuito ao andar de Observação. Funcionava das 11.30 as 23.00h.

Mercado Central 

O próprio nome já dizia, ficava na região central da cidade e pertinho de Chinatown. Era um mercado de comidas, artesanato e produtos locais, num prédio muito bem conservado, limpo e com sistema de ar condicionado, o que era um alívio nos horários mais quentes do dia! Não era um lugar grande, mas oferecia boas opções para comprar presentes e artigos, como bolsas, lenços, tecidos, roupas, objetos de decoração e muito mais. Havia uma oferta variada de artesanato asiático. Não esqueça de barganhar os preços antes de comprar. Sempre lhe irão pedir o triplo do preço normal.

Merdeka Square e o prédio Sultan Abdul Samad -

Foi aqui no coração de Kuala Lumpur, que a Independência do país foi Proclamada e a primeira vez que a bandeira da Malásia foi hasteada, em 31 de agosto de 1957. Havia vários pontos de interesse pela área. Os prédios coloniais históricos mais famosos da cidade se alinhavam nas ruas ao redor dessa praça, e muitos estavam abertos aos visitantes ou proporcionavam belos cenários para fotos. O prédio Sultan Abdul Samad, fortemente influenciado pelo estilo mourisco, abrigava o Ministério da Informação, Comunicação e Cultura da Malásia, enquanto a vizinha Kuala Lumpur City Gallery contava a história da cidade através de modelos em miniatura e exposições inovadoras. Aqui havia uma fonte da era vitoriana onde as pessoas costumavam se reunir para relaxar, bem como a Igreja de Santa Maria, uma das igrejas mais antigas da Malásia.

Mesquita Nacional da Malásia -   Jalan Perdana - Tasik Perdana -

Era uma Mesquita moderna e notável, principalmente pelas suas influências mouriscas e pelas encantadoras decorações de seu interior. O Minarete de 73 m de altura era visível de longe e o Grand Hall era um lugar surpreendente adornado com versos do Alcorão. Era onde ficava o Makam Pahlawan, ( o Mausoléu dos Heróis ), onde estavam sepultados os corpos dos principais personagens políticos da Malásia. Fora inspirada na Grande Mesquita que existia na cidade de Meca, na Arábia Saudita. O topo da Mesquita representava os 5 pilares do islamismo e os 13 estados da Malásia e a cúpula,  lembrava um guarda-chuva aberto, que simboliza a aspiração de Independência da Malásia. ​A visita podia ser feita todos os dias, fora do horário de orações, das 9.00 as 12.00h; das 15.00 as 16.00h; e das 17.30 as 18.30. Este último horário apenas nas sextas-feiras. Como visitante, poderia entrar na Mesquita quando não houvesse orações ocorrendo, mas ainda assim devidamente vestido conforme as exigências A entrada era gratuita.

Museu Nacional da Malasia - Jabatan Muzium Malaysia - Jln Damansara - Perdana Botanical Gardens -

Esse era o maior e mais importante Museu da cidade. Foi construído em 1963, era o melhor local para saber mais sobre a história do país. A coleção do Museu, ia desde a era paleolítica até os dias atuais. Algumas horas no Museu, possibilitariam aprender muito sobre as primeiras civilizações da região, como sobre as diferentes etnias no país e a disputa da Malásia com portugueses, ingleses, holandeses e japoneses ao longo dos séculos. Como chegar: o museu ficava próximo da Sentral Station, mas como não tinha calçadas para ir da Estação até o Museu, o melhor mesmo era ir de táxi.

Pavilion Kuala Lumpur  Bukit Bintang Street, 168 - Bukit Bintang - 

O Pavilion era um Shopping que reunia grandes lojas de marcas internacionais e regionais. O Shopping era bem estruturado, estava localizado na região central, tem vários andares e a cada data comemorativa recebia em seu saguão principal, decorações muito bonitas. Aberto em 2007,  tinha 8 andares, mais de 500 lojas e fazia parte de um Complexo que também abrigava hotel, prédio comercial e uma área residencial. 

Petronas Twin Towers - Centro 

Eram ainda as maiores torres gêmeas do mundo. Os prédios estavam localizados na área central da cidade, possuiam um shopping, o Suria KLCC, situado nos pavimentos inferiores e uma visita guiada que permitia conhecer detalhes da obra e admirar a vista geral da cidade. Tinha  88 andares e 452 metros de altura, sendo atualmente o sexto prédio mais alto do mundo – a obra era considerada a maior do mundo, quando foi construída em 1998, tendo perdido o posto primeiramente para o Taipei 101, em Taiwan, com 508 metros. Para subir na torre, havia um Deck de Observação no 86o andar. A visita ao Deck era paga e o ideal era comprar os ingressos com antecedência, já que a venda na hora era limitada e a fila quase sempre era longa. O tour tinha duração de 45 minutos, e permitia acesso à ponte que ligava as duas torres, e que ficava no 41o andar. Ao lado das Torres, estava o Parque KLCC, que oferecia uma bela paisagem, tinha pista de corrida, piscina para crianças e muito espaço de lazer. O local ainda abrigava além do enorme Shopping, uma Galeria de Arte, um Teatro e um Centro de Convenções. O melhor horário para visitar, era a partir das 19.00h, quando acontecia um show de águas com luzes e efeitos. Era fechado nas segundas feiras. 

Plaza Lowyat -  Jalan Bintang, 7 - Bukit Bintang -

Era o shopping dos eletrônicos, vivia cheio e era bastante barulhento. Era o melhor shopping de tecnologia da cidade.  Se estiver à procura de acessórios eletrônicos, este era o lugar. Para obter descontos, não esqueça de que tem que barganhar bastante e apresentar seu Passaporte, antes de fechar negócio.

Rooftops - 

Existiam algumas opções de bares com vista panorâmica pela cidade, como o Heli Lounge Bar, que ficava no prédio chamado Menara KH, em Sultan Ismail, onde tinha um bar que funcionava no último andar. O visitante não pagava para entrar, mas era obrigado a consumir de alguma bebida para ter acesso ao Heliponto, que ficava no terraço, de onde se podia ter uma vista 360 graus da cidade. O bar ficava meio vazio, pois todo mundo subia e ficava no Heliponto curtindo a vista. O local abria as 18.00h e costumava lotar. O atendimento era ruim e os preços eram salgado, então se prepare apenas para curtir o visual! As estações mais próximas de LRT eram Dang Wangi e Masjid Jamek. A partir delas, era recomendável pegar um taxi, pois o caminho até a torre incluia uma subida que podia ser bem cansativa, principalmente em dias quentes.

Sultan Abdul Samad - Jln Raja - Kuala Lumpur City Centre -

Era uma importante obra histórica de 1897, que servia como Centro Administrativo da colônia britânica. Hoje funcionavam os escritórios dos Ministérios da Informação, Comunicação e Cultura da Malásia. A obra, que ficava do lado da antiga Estação de Trens, tinha um estilo mouro, feita de tijolos, com cúpulas brilhantes e uma torre de Relógio. Estava localizada ao leste da Dataran Merdeka, onde acontecem anualmente as paradas do Dia da Independência. Atrás do Sultan Abdul Samad, ficava a Mesquita Masjid Jamek, feita pelo mesmo arquiteto. Se tiver tempo, aproveite para conhecê-la. Ficava bem na beira do rio, no encontro dos Rios Klang e Gombak. Como chegar: o local ficava a 10 minutos de caminhada da Estação de LRT Masjid Jamek. O percurso era bem sinalizado e não dava para se perder!

Suria KLCC -   Petronas Twin Tower, 241 - 

Estava localizado nos andares inferiores das Petronas Towers, era um shopping completo, com lojas de marcas internacionais e locais, lojas de departamento, praça de alimentação, cinema, um Aquário, e várias outras atrações. Eram mais de 550 lojas e Quiosques que vendiam produtos locais. Por ser um dos melhores lugares para fazer compras, estava sempre muito cheio, principalmente nos fins de semana. Cada um de seus andares era destinado e um tipo de loja, então, se quiser economizar tempo, informe-se junto ao Concierge  que indicará o piso de seu interesse. O Suria, além de ser um dos melhores centros comerciais da cidade, também abrigava o Centro de Visitantes das Petronas Towers e ficava na frente do KLCC Park.  Como todas essas atrações ficavam próximas, o ideal era vê-las todas em um mesmo dia, e assim facilitar o restante de seus passeios pela cidade. 

Templos em Chinatown -

Mesmo para quem não estivesse interessado em compras, o bairro tinha alguns lugares especiais que valia a visita: o Templo Sri Mahamariamman, era o mais antigo e icônico templo hindu do país. Havia também mais três templos que eram belos exemplares da arquitetura oriental: Templo Guan Di, Templo Kuan Yin, Templo Chan See Shu Yuen. Como chegar: Chinatown ficava a 5 minutos de caminhada da Estação  Pasar Seni do LRT, ou da Estação Maharajalela, do Monorail.

Templo Sri Maha Mariamman –

Localizado em Chinatown, era o templo hindu mais antigo da Malásia. Era difícil não se sentir atraído para ver o templo, devido ao seu colorido prédio com as 228 estátuas de divindades hindus. Construído em 1873, era uma reminiscência do design do sul da Índia. Ao entrar, pode rezar, meditar ou fazer uma oferenda no Salão de Oração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A capital da Malásia, localizada na parte continental do território foi fundada em 1857. A cultura regional é miscigenada e no país vivem principalmente indianos, chineses e muçulmanos – sua cultura é variada e os povos se respeitam de uma maneira que raramente se vê em outros lugares do mundo. A cidade tem mesquitas, templos chineses e hindus e  cada um tem direito de manifestar sua fé e exercer suas crenças. Observar as pessoas na rua é uma atividade um tanto interessante pois desde o modo de caminhar até o de se vestir a diferença é muito grande.

O melhor de Kuala Lumpur é ver tanta diversidade em um só lugar, onde se encontram templos chineses, budistas, hindus, igrejas e mesquitas, praticamente no mesmo quarteirão. A Malásia tornou-se independente em 1957, e sua proclamação aconteceu em plena Merdeka Square, em frente à uma grande multidão entusiasmada e vibrante com o feito e com o fato de que a cidade continuaria sendo a capital da nova nação.

​O boom econômico dos anos 90 fez com que em poucos mais de uma centena de anos, a pequena aldeia chinesa de mineração passasse a ser uma das metrópoles mais importantes do sudeste asiático. Com isso grandes arranha-céus e sistemas modernos de transporte, hoje fazem parte do cenário de uma metrópole emergente. A capital da Malásia é uma das super metrópoles do Sudeste Asiático, magnífica, moderna,  pujante e em frenético desenvolvimento. A Malásia é um país interessante do ponto de vista étnico, formado por 67% de Malaios, 25% de  Chineses e 8% de Indianos. A grande diferença é que essa gente não se mistura e não se acasala, e por isso nunca se tornaram um só povo. Cada um vive em seus bairros e regiões, criando uma espécie de grandes guetos urbanos. Ainda assim, vivem em perfeita paz e harmonia.

​Quando viajar

As temperaturas médias anuais são de 30/33 graus Celsius. Os meses de Março e Abril, de Setembro a Novembro, são os mais chuvosos.  Dezembro a Fevereiro e de Maio até agosto – são os melhores meses para visitar, porém podem ocorrer chuvas nesses períodos, mas a probabilidade é menor. O mês com menos ocorrências de chuvas é Julho.

O clima

Protegida pelas  Montanhas Titiwangsa  no leste da Indonésia, pela Ilha de Sumatra a oeste, Kuala Lumpur tem um ano inteiro de clima equatorial, que é quente e ensolarado, com chuvas abundantes, especialmente durante as monções. ​Máximas entre 31 °C e 33 °C (88-92 °F) e que nunca excederam os 37 °C (99 °F), enquanto que os mínimos são entre os 22 °C e 23,5 °C (71-74 °F) e nunca desceram abaixo dos 19 °C (66 °F). Kuala Lumpur geralmente recebe 2266 mm de chuva por ano; Junho e Julho são relativamente secos, mas mesmo assim as chuvas excedem os 125 mm por mês.

​As inundações são um fenômeno frequente em Kuala Lumpur quando existe uma forte chuvarada (monção), especialmente no centro da cidade e áreas a jusante. As partículas de poeira, provenientes dos incêndios florestais nas proximidades de Sumatra, às vezes criam problemas na região. É uma importante fonte de poluição na cidade, juntamente com a combustão a céu aberto, as emissões provenientes dos veículos a motor e os trabalhos na construção civil.

Saindo do Aeroporto

O sistema de transporte é muito bom. Há trens, ônibus e táxis ligando o Aeroporto ao centro O trem é a opção mais rápida, funcionando das 5h da manhã até às 1h da madrugada, partindo a cada 15 minutos para a Sentral Station,  onde tem um moderno trem que leva ao Aeroporto, o KLIA Ekspres. Os ônibus também partem para a Sentral Station, funcionando entre as 5h e meia noite. É mais barato que o trem, demorando cerca de 1 hora até o centro. Ao chegar a Sentral Station, é possível pegar todos os meios de transporte para ir até seu hotel: Monorail, LRT, ônibus ou trens.

A melhor forma de se locomover pela cidade é utilizando o Metrô (chamado de LRT) ou Monorail, que liga boa parte dos pontos turísticos, e o LRT (Light Rail Transit) que cobre todo o centro da cidade (incluindo alguns pontos turísticos) e os subúrbios. Há o trem (KTM Komuter), que é uma boa opção para visitar a Batu Caves.

Dinheiro: A moeda local é o Ringgit Malaio (MYR) e na cidade  os cartões de crédito são normalmente aceitos. Para ter dinheiro em espécie, use dólares americanos para a Malásia e troque pela moeda local. Uma alternativa, é fazer saque nos caixas eletrônicos, direto na moeda local, mas fique atento às taxas de seu Banco.

Idioma - A língua oficial da Malásia é o Malaio. O inglês é uma língua obrigatória nas escolas e muito usado nas grandes cidades assim como nas principais zonas turísticas do país. Existe ainda, um tipo de inglês coloquial chamado “Manglish”, falado principalmente nas zonas urbanas e que consiste numa mistura de inglês, Malaio e outras línguas. O Bahasa indonésio é muito parecido com o Malaio, sendo falado nas zonas junto à fronteira com a Indonésia.

 

Visto: Brasileiros que visitam a Malásia a turismo por até 3 meses não precisam de Visto para entrar no país. O Passaporte  deve ter um mínimo de 6 meses de validade. O Certificado Internacional de Vacinação atestando ter tomado a vacina contra febre amarela também é exigido. É recomendável ter em mãos uma cópia da reserva do hotel e dos bilhetes aéreos de ida e volta.

Tomadas e corrente elétrica - A corrente elétrica na Malásia é de 240 V 50 Hz. A principal tomada elétrica é do tipo G, de 3 pinos grossos achatados e torna-se necessário o visitante levar um adaptador. Veja nas "dicas" deste site o link para tomadas e pluges.

 

Vacinas e prevenções -

 

         Hepatite A: É uma doença transmissível através de água e comida contaminada.

         

         Febre Tifóide: também transmissível através de água e comida contaminada e particularmente recomendada para quem

         planeja  viajar por cidades menores ou zonas rurais da Malásia.

         

          Encefalite Japonesa: recomendada para quem planeia viajar por um mês ou mais pela Malásia, principalmente por zonas

          rurais,sendo transmitida através da picada de um mosquito infectado.

     

          Raiva: principalmente recomendada a quem planeia passar muito tempo em atividades exteriores como acampar,  

          trekking, escalada, etc. e para quem possa vir a passar muito tempo com animais e a crianças pequenas que tendem a

          brincar com animais na rua.

     

         Febre Amarela: uma vacina não obrigatória para cidadãos portugueses, mas obrigatória para cidadãos brasileiros oriundos

         do  Brasil.

         Kit de saúde sugerido pelas autoridades sanitárias da Malásia

        Medicamentos sugeridos para a viagem

        Analgésico e antipirético simples com Paracetamol para dores, febres, constipações e gripes..

        Antidiarreicos e normalizadores da flora intestinal.

        Anti histamínicos e antialérgicos para as alergias, rinites, pós e ácaros.

        Descongestionante nasal ou soro fisiológico.

        Clorídrico para os olhos (por causa de areia, pó, água salgada, vento, etc)

        Gotas para os ouvidos (otites e inflamações nos ouvidos)

        Pomada ou comprimidos analgésicos e anti inflamatórios para dores musculares e entorses.

        Pomada desinfetante e cicatrizante para curar pequenos cortes.

        Fita adesiva Micropore, ligaduras e compressas esterilizadas.

        Termômetro para ver a febre, não apenas para despistar sintomas da malária como também em situações mais “normais”   

        de gripes.

​​​       As atrações turísticas

Petronas Twin Towers - são as maiores torres gêmeas do mundo. Os edifícios estão localizados na área central da cidade, possuem shopping, o Suria KLCC, situado nos pavimentos inferiores e uma visita guiada permite conhecer detalhes da obra e admirar a vista geral da cidade.

Tem  88 andares e 452 metros de altura, sendo atualmente o sexto edifício mais alto do mundo – a obra era considerada a maior do mundo quando foi construída em 1998, tendo perdido o posto primeiramente para o Taipei 101, em Taiwan, com 508 metros. Para subir na torre, há um Deck de Observação no 86o andar. A visita ao Deck é paga e o ideal é comprar as entradas com antecedência, já que os ingressos à venda na hora são limitados e a fila quase sempre é longa. O tour tem duração de 45 minutos, e permite acesso à ponte que liga as duas torres, e que fica no 41o andar. É fechado às segundas feiras.

Ao lado das Torres, está o Parque KLCC, que oferece uma bela paisagem, tem pista de corrida, piscina para crianças e muito espaço de lazer. O local ainda abriga um enorme Shopping, uma Galeria de Arte, um Teatro e um Centro de Convenções. O melhor horário para visitar é a partir das 19 horas, quando acontece um show de águas com luzes e efeitos.

KLCC ParkO Parque situado no coração da cidade é uma ótima sugestão para um passeio ao ar livre e principalmente para admirar o visual e registrar mais imagens das Petronas Towers.

Thean Hou Temple – O templo chinês tem uma construção super bonita e rica em detalhes. É um passeio que permite ver de perto a miscigenação cultural da Malásia.

Changkat Bukit Bintang - É uma rua na área de Bukit Bintang que reúne vários bares, pubs, restaurantes e casas noturnas. A região é ideal para se divertir e aproveitar a noite. Muitos turistas visitam a rua porque os estabelecimentos são bem ao estilo do que os ocidentais estão acostumados. Em 2017 encontramos aqui a Bom Brazil Churrascaria.

Menara KL É também chamada de KL Tower, tem 421 metros de altura, oferece uma vista espetacular da cidade. Construída em 1994, acabou sendo um pouco ofuscada pelas Petronas Towers, mas uma visita garante uma vista incrível de Kuala Lumpur. A torre fica na Reserva Florestal Bukit Nanas, é a quinta mais alta torre de telecomunicações no mundo. Sua arquitetura reflete um pouco da influência islâmica no país, através de azulejos e outras referências árabes.

O restaurante panorâmico da torre, chamado Atmosphere 360 Revolving Restaurant, serve refeições no almoço e no jantar e faz um leve movimento de rotação — dessa forma, você tem uma vista completa da cidade. Quem almoçar no local tem acesso gratuito ao andar de observação. Funciona das 11 h 30 às 23 h.

Rooftops - Existem algumas opções de bares com vista panorâmica pela cidade, como o Heli Lounge Bar, que fica no prédio chamado Menara KH, em Sultan Ismail, onde tem um bar que funciona no último andar. O visitante não paga para entrar mas é obrigado o consumo de alguma bebida para ter acesso ao Heliponto que fica no terraço, de onde se pode ter uma vista 360 graus da cidade. O bar fica meio vazio, pois todo mundo sobe e fica no Heliponto curtindo a vista. O local abre às 18h e costuma lotar. O atendimento é ruim e os preços são salgado, então se prepare apenas para curtir o visual! As estações mais próximas de LRT são Dang Wangi e Masjid Jamek. A partir delas, é recomendável pegar um taxi, pois o caminho até a torre inclui uma subida que pode ser bem cansativa, principalmente em dias quentes.

Merdeka Square e o prédio Sultan Abdul Samad - Foi na Merdeka Square, considerada o coração de Kuala Lumpur, que a independência do país foi proclamada e a primeira vez que a bandeira da Malásia foi hasteada, em 31 de agosto de 1957. Há vários pontos de interesse pela área. Em frente a Merdeka Square está o imponente prédio  Sultan Abdul Samad, construído na época da dominação britânica para servir de departamentos administrativos. Hoje em dia um museu que conta um pouco da história da Malásia. A entrada é gratuita.

 

Chinatown - Como em todas as cidades que têm Chinatown, o da Malásia é um perfeito exemplar de um pedacinho da China fora da China. Lá encontramos de tudo um pouco: ervas aromáticas, chás, temperos, comidas estranhas e produtos falsificados das mais diferentes qualidades.Localizado no coração da cidade, a rua principal chama-se Petaling Street e fica bem movimentada à noite, quando as barraquinhas tomam conta de qualquer espaço livre que ainda poderia restar na rua.

Templos em Chinatown - Mesmo para quem não está interessado em compras, o bairro tem alguns lugares especiais que valem a visita: o Templo Sri Mahamariamman, é o mais antigo e icônico templo hindu do país. Há também mais três templos que são belos exemplares da arquitetura oriental: Templo Guan Di, Templo Kuan Yin, Templo Chan See Shu Yuen. Como chegar: Chinatown fica a 5 minutos de caminhada da estação  Pasar Seni do LRT, ou da estação do Monorail Maharajalela.

Central Market em Chinatown - Ao visitar Chinatown, não deixe de conferir o Mercado Central, construído em 1928, quando era um simples mercado até passar por uma série de reformas a partir de 1980. Com várias lojas e barraquinhas vendendo uma variedade de produtos, é um ótimo local para compras de artesanato. Fica aberto das 10h às 22h. Na lateral do Mercado está a Katsuri Walk, uma rua com mais um monte de barraquinhas ofertando bugigangas mil. Como chegar: Estando a uma curta caminhada da rua Petaling, o Mercado Central fica na esquina do Shopping Kota Raya.

Masjid Negara e Islamic Arts Museum  Apesar da Malásia ser um país de várias religiões, cerca de 60% da população é islâmica e a Mesquita Masjid Negara é o símbolo nacional do Islamismo. Construída em 1965,  tem capacidade para até 15 mil pessoas. Sua cúpula principal tem um estilo contemporâneo, em um formato de estrela com 18 pontos, representando os 13 estados da Malásia e os cinco pilares do Islã ( fé, oração, caridade, jejum e peregrinação ). A Mesquita é aberta à visitação em horários específicos: 9h ao meio-dia, 15h às 16h e 17h30 às 18h30. Fechada nas sextas pela manhã.

Logo na frente da Mesquita está o Museu de Artes Islâmicas, uma das atrações de Kuala Lumpur. Esse é o maior museu islâmico do   sudeste asiático, e uma fonte de informação para saber mais sobre a história do Islã. Há uma coleção de obras de arte, e   manuscritos do Alcorão de diversos lugares. Há diversas réplicas em miniatura das mesquitas mais importantes de alguns países,   incluindo a de Meca,  a mais sagrada de todas. Como chegar: A melhor forma de chegar à mesquita é de taxi. Embora sua   localização seja bem central, não há transporte público que passe por perto.

Masjid Jamek - É a Mesquita mais antiga da capital. Sua construção foi finalizada em 1909, pelo arquiteto inglês Arthur Benison Hubbock, inspirada nas mesquitas mongóis construídas na Índia. A visita acontece todos os dias fora do horário de orações. Porém para entrar precisa está com vestido adequadamente. A entrada é gratuita.

Mesquita Nacional - Esta Mesquita tem um design diferente das demais conhecidas, por sua arquitetura contemporânea. Foi inspirada na grande mesquita que existe na cidade de Meca, na Arábia Saudita. O topo da Mesquita representa os 5 pilares do islamismo e os 13 estados da Malásia e a cúpula  lembra um guarda-chuva aberto, que simboliza a aspiração de Independência da Malásia. ​A visita pode ser feita todos os dias, fora do horário de orações. 9 h as 12 h; 15 h as 16 h; 17:30 as 18:30. Este último horário apenas nas sextas-feiras. Para entrar é preciso estar com roupa adequada. A entrada é gratuita.

​Lake Gardens - É um parque grande e muito bem cuidado, localizado ao sudoeste de Chinatown. O local, onde existia uma mina de estanho, se tornou um dos pontos preferidos dos moradores para piquenique nos fins de semana. Aqui também estão alguns pontos turísticos como Butterfly House, Bird Park, o Parlamento e o Museu de Arte Islâmica. Como chegar: Saindo do Mercado Central, atravesse a Ponte para o Complexo Dayabumi, seguindo ao sul para a Estação de Correios, onde há uma passagem subterrânea até à Mesquita e numa breve caminhada estará chegando.

Para quem sai da Praça Merdeka, serão uns 30 minutos de caminhada: siga a oeste pela Jalan Parlimen e acesse o Parque pela  entrada principal, ao norte. Lembrando que o parque é bem grande, e o táxi  é sempre uma boa escolha. O tempo é dinheiro e  estar aqui certamente não custou pouco, por isso não economize e vá de táxi!

Museu Nacional - Esse é o maior e mais importante Museu da cidade. Foi construído em 1963, é o melhor local pra quem quer saber mais sobre a história da Malásia. A coleção do Museu vai desde a era paleolítica até os dias atuais. Algumas horas no Museu permitem aprender muito sobre as primeiras civilizações da região, como sobre as diferentes etnias no país e a disputa da Malásia com portugueses, ingleses, holandeses e japoneses ao longo dos séculos. Como chegar: o museu fica próximo da Sentral Station, mas como não tem calçadas para ir da Estação até o Museu, o melhor mesmo é um táxi.

Brickfields - É mais conhecida como Little Índia, por concentrar uma grande comunidade de moradores indianos. Já o nome Brickfields foi dado pela área ter sido no passado um poço de argila, e muitos de seus tijolos foram produzidos com esse barro. Com ruas sempre movimentadas, cores vibrantes e decorações características, dá para concluir que chegamos a Pequena Índia. Como chegar: Fica a uma breve caminhada da Estação LRT Sentral. Há também a estação de Monorail Sentral no mesmo local.

KL City Gallery - Além de fornecer toda sorte de informações sobre a cidade, tem uma placa em que os turistas se posicionam para uma foto. O lugar fica ao lado da Merdeka Square, onde a primeira bandeira do país foi hasteada. Para quem está andando pela Praça Merdeka é ao lado. Aqui encontramos uma coleção de fotos e pinturas que mostram a história da cidade, além de maquetes com miniaturas alguns pontos importantes de Kuala Lumpur. Como chegar: a Galeria fica a poucos minutos à pé da Estação LRT Masjid Jamek. Se estiver no Mercado Central, serão apenas 5 minutos de caminhada.

Templo Thean Hou - É um templo chinês que fica um pouco afastado do centro, localizado no alto do morro Robson Heights, ao longo Lorong Bellamy, com vista para Jalan Syed Putra (Rodovia Federal). Foi concluído em 1987 e inaugurado oficialmente em 1989. O Templo foi construído pela comunidade Hainanese que vive em Kuala Lumpur. Sua construção é dedicada a Deusa Thean Hou ( mãe do céu ). Tem arquitetura chinesa, com adornos coloridos e o tamanho da construção, chama a atenção dos visitantes. É bastante procurado pela comunidade chinesa para realizar preces e celebrar casamentos, mas ao longo dos anos acabou se tornando também uma atração turística importante. 

São vários andares e, tem anexo um pequeno jardim chinês. O principal salão do Templo está localizado no terceiro andar, um    lugar colorido e com decoração impressionante, onde ficam as estátuas das divindades e também onde as pessoas oram, fazem    rituais, acendem velas, cantam e aliviam o espírito. Como chegar: O melhor é pegar um taxi, saindo de Little India ou da Sentral     Station Pra quem tiver disposição, pegue o Monorail até a Estação Tun Sambanthan, de onde deverá atravessar o Viaduto e seguir caminhando.

 

Bukit Bintang - É a área mais badalada da cidade, com vários shoppings e boas  opções de restaurantes, bares, casas noturnas e alguns hotéis mais luxuosos. Se quiser curtir uma música ao vivo, ir a algum bar com vista panorâmica, ir às compras ou curtir a noite, o lugar é aqui na Bukit Bintang. No capítulo Onde Dormir, estamos recomendando alguns hotéis situados nesta região. Quando a fome apertar, siga para Jalan Alor, logo ali atrás da Bukit Bintang, considerado o centro da culinária local e onde encontrará diversos restaurantes com diferentes especialidades, especialmente os de frutos do mar. Aqui proliferam as barraquinhas de comida, é só escolher uma e sentar junto a uma das mesas espalhadas pela calçada.

 

Batu Caves - Considerado um dos tesouros de Kuala Lumpur e um dos templos hindus mais importantes fora da Índia,  é uma das maiores atrações da Malásia! Os templos estão dentro de grandes cavernas, que ficam em um morro a cerca de 14km fora do centro da cidade. As cavernas foram descobertas em 1878 e em 1891 foi fundado um templo dedicado a Lord Murugan. Para conhecer as cavernas, e  seu templo, é necessário subir uma grande escadaria, com mais de 250 degraus. Na entrada da escadaria, contrastando com o morro às suas costas, fica a imponente estátua de ouro de 42 metros, de Lord Murugan, Deus da Guerra, segundo a crença hindu. ​É um lugar de muito significado, principalmente para famílias de origem indiana, que costumam visitar a atração, em especial nos dias de Thaipusam, uma festividade muito celebrada na Índia. 

Junto às Batu Caves, fica a Dark Cave, que é uma caverna por onde se faz um tour de "exploração" caminhando no escuro. Esse passeio é pago e tem horários marcados, portanto procure agendá-lo ao subir a escadaria. Durante o passeio  feito na caverna, terá  uma oportunidade de conhecer um pouco sobre sua história e conhecer animais que habitam o local.  Essa não é uma atração recomendada para  quem tem locomoção restrita, pois é necessário subir vários lances de degraus para chegar às cavernas. No caminho (e dentro das próprias cavernas), existem muitos macacos, então evite andar com sua bolsa aberta ou levar comida, pois muito provavelmente eles irão roubá-la caso você a exponha. Nada de comer pelo caminho ou dar mole com a  câmera ou  Smartphone. A entrada é gratuita.

​As Batu Caves ficam ainda mais agitada durante o Festival Hindu Thaipusam, quando milhares de peregrinos visitam o local em  uma  homenagem que inclui ornamentações coloridas e ganchos de metal perfurando suas peles, um ritual que pode ser um  pouco chocante para outras culturas, mas que é cercado de pessoas alegres e com espírito de comemoração.

Como chegar:  Estão a 11 quilômetros ao norte de Kuala Lumpur, e a melhor forma de se chegar em Batu Caves é pegar o trem que parte a cada meia hora da Sentral Station. Outra opção é fechar o passeio com uma Agência de Turismo, que não sai caro e é mais prático.

Sultan Abdul Samad - Uma importante obra histórica de 1897, que serviu como centro administrativo da colônia britânica. Hoje funcionam os escritórios dos Ministérios da Informação, Comunicação e Cultura da Malásia. A obra, que fica do lado da antiga estação de trens, tem um estilo mouro, feita de tijolos, com cúpulas brilhantes e uma torre de relógio. Fica localizada ao leste da Dataran Merdeka (Praça Merdeka), onde acontecem anualmente as paradas do Dia da Independência. Atrás do Sultan Abdul Samad fica a Mesquita Masjid Jamek, feita pelo mesmo arquiteto. Se tiver tempo, aproveite para conhecê-la. Ela fica bem na beira do rio, no encontro dos rios Klang e Gombak. Como chegar: o local fica a 10 minutos de caminhada da Estação de LRT Masjid Jamek. O percurso é bem sinalizado e não dá para se perder!

 

Aonde comprar

Como o próprio nome já diz, fica na região central da cidade e pertinho de Chinatown. É um mercado de comidas, artesanato e produtos locais, num prédio muito conservado, limpo e tem sistema de ar condicionado, o que é um alívio nos horários mais quentes do dia! Não é um lugar grande, mas oferece boas opções para comprar presentes e artigos como bolsas, lenços, tecidos, canecas, roupas, objetos de decoração e muito mais. Para quem quer comprar umas lembranças, é o lugar.

Suria KLCC - É um centro comercial e um dos melhores shoppings para fazer compras da cidade. Está localizado no centro da cidade, nos andares inferiores das Petronas Towers, é um shopping completo, com lojas de marcas internacionais e locais, lojas de departamento, praça de alimentação, cinema, um Aquário, e várias outras atrações. São mais de 550 lojas, instaladas em vários andares e quiosques que vendem produtos locais no térreo. Por ser um dos melhores lugares para fazer compras, está sempre muito cheio, principalmente nos fins de semana. Cada um de seus andares é destinado e um tipo de loja, então, se quiser economizar tempo, informe-se junto ao Concierge  que indicará o piso de seu interesse. 

O Suria, além de ser um dos melhores centros comerciais da cidade, também abriga o centro de visitantes das Petronas Towers e fica na frente do KLCC Park, que é um parque  muito agradável. Como todas essas atrações ficam próximas, o ideal é vê-las todas em um mesmo dia, e assim facilitar o restante de seus passeios pela cidade. 

Pavilion Kuala Lumpur - O Pavilion é um shopping que reúne grandes lojas de marcas internacionais e regionais. O shopping é bem estruturado, está localizado na região central, tem vários andares e a cada data comemorativa recebe em seu saguão principal, decorações muito bonitas. Aberto em 2007,  tem 8 andares, mais de 500 lojas e faz parte de um Complexo que também abriga hotel, prédio comercial e residencial. 

Plaza Lowyat - É o shopping dos eletrônicos, vive cheio e é bastante barulhento. É o melhor shopping de tecnologia da cidade. É onde encontrará o que procura e muito mais. Se estiver à procura de acessórios eletrônicos, este é o lugar. Para obter descontos, não esqueça de que tem que barganhar bastante e apresentar seu Passaporte antes de fechar negócio.

Aonde dormir

Quando indicamos, sugerimos ou recomendamos algum meios de hospedagem,  não significa que estamos promovendo comercialmente um estabelecimento. Nossas informações se baseiam em experiências próprias, indicação  de amigos ou avaliação de hóspedes, divulgadas pelos sites de hospedagem, como o Booking ou TripAdvisor.

As melhores regiões para se hospedar são: Bukit Bintang, Chinatown, Central Market,  KL Sentral e o Triângulo de Ouro. Bukit Bintang tem uma boa oferta de hotéis, dos simples aos mais caros. Um bairro bom pra quem quer ficar perto do agito, com bastante movimento também à noite. Se quiser ficar em um ótimo hotel em Bukit Bintang sem pagar caro, sugerimos o Capitol Hotel, bem localizado, com quarto bom e um bom café da manhã.

Chinatown é a região preferida dos mochileiros, com bastante oferta de albergues e hotéis baratos, mas sem tanto movimento à noite. Pra quem quer uma opção econômica opte por Chinatown. A KLCC é também uma área central, sendo mais arrumadinha e com opções de acomodação mais caras. Há também a KL Sentral, onde também tem uma boa variedade de hospedagem para todos os bolsos. É aqui que partem trens, metrôs e ônibus para todos os cantos da cidade.

Bukit Bintang -  ​Esta área é a mais popular entre os residentes e turistas. Tem shoppings, bares, restaurantes hotéis para todos os bolsos e uma noite movimentada. É uma recomendação para sua próxima hospedagem.

Sentral Market - É outro lugar também bom para se hospedar é na região do Mercado Central. Procura um hotel perto do mercado, onde sempre tem movimento, mesmo a noite. Bem atrás do Mercado está o Pacific Express Hotel, que pode ser uma boa escolha.

Triângulo de Ouro - É uma área da cidade que engloba alguns bairros, concentra a parte mais comercial de cada um e as três principais avenidas: Jalan Imbi, Jalan Sultan Ismail e Jalan Raja Chulan, que formam um triângulo que empresta o nome para a região.

Hotel 99 Chinatown Kuala Lumpur - $$$ -  Jalan Pudu,r44A - 44B - Bukit Bintang -

Situado em frente a estação de ônibus de Pude, está a 5 minutos a pé da animada Chinatown, oferece Recepção 24 horas e WiFi gratuito. Os quartos são modernos e agradáveis, possuem ar-condicionado e TV de tela plana via satélite com canais chineses e internacionais. Também incluem chaleira elétrica e mesa de trabalho. Os banheiros privativos dispõem de chuveiro  e amenidades de banho.

Alpha Genesis Hotel Bukit Bintang -$$$ -   Tenkat Tong Shin, 45 – Bukit Bintang -

Localizado no Triângulo Dourado, fica a 15 minutos a pé do Shopping Center KLCC e da Rua Petaling, no bairro Chinatown. A estação do monotrilho Bukit Bintang e a rua de pedestres Bintang estão a uma caminhada de 3 minutos.Os quartos estão equipados com TV a cabo e comodidades para fazer chá e café. Também incluem cofre e frigobar. O Louis Café funciona durante 24 horas e serve lanches e bebidas diversas.  

Citin  Seacare Pudu by Compass Hospitality - $$$ -   Jalan Pudu, 38 - Bukit Bintang -

Situado em frente à Estação Rodoviária Puduraya, está localizado a apenas 7 minutos a pé de lojas e opções gastronômicas dos bairros Bukit Bintang e Chinatown. Fica a 5 minutos a pé do trem urbano Star LRT (Estação Rakyat Plaza). Os quartos tem Wi Fi gratuito, ar-condicionado, escrivaninha e frigobar, TV de tela plana,  cofre e comodidades para fazer chá e café. Serve um buffet café da manhã com pratos locais e internacionais e oferece a possibilidade de saborear suas refeições no conforto de seu quarto.

Pullmann Hotel - $$$ - Jalan Conlay -

Duas torres distintas abrigam 450 quartos e suítes que foram recentemente renovadas com vistas deslumbrantes do horizonte de Kuala Lumpur. O Pullman está a poucos passos da estação de monotrilho de Raja Chulan e em frente ao Shopping de luxo Pavilion Kuala Lumpur. O Pullman, fica na movimentada Bukit Bintang, o centro comercial, gastronômico e de negócios da cidade.

Aonde comer

Jalan Alor - É uma das principais ruas do bairro de Bukit Bitang. Tem várias barraquinhas com mesas na rua. A que você achar interessante é só sentar e pedir o cardápio. Comida de rua pelo sudeste asiático é muito comum, e tanto os residentes quanto uma boa parte dos turistas encaram essa ofertas gastronômicas em plena calçada.

Central Market - O Mercado Central é um lugar para conhecer, comprar e comer!  Tem uma praça de alimentação, só com restaurantes malaio ou comida asiática. A comida ocidental não tem oferta por aqui. Do lado de fora a Kasturi Walk, tem  restaurantes e alguns fast food.

Sushi King - Como o nome já diz, este é o lugar para quem gosta de sushi. Os peixes são sempre frescos. Todas as tardes das 15 h até 18 h promovem um Happy Hour. Qualquer peça fica com 20% de desconto. É um jeito diferente de comer sushi, porque  colocam em uma esteira que passa por todas as mesas, e o cliente escolhe o prato que mais lhe agrada. No final, o garçom conta os pratos e cobra.

 

Roteiro de Três dias

 

Este breve roteiro de passeios é sugerido para facilitar a programação dos visitantes a esta importante

e dinâmica cidade asiática.

 

Primeiro Dia

 

A população de Kuala Lumpur, é formada por malaios, indianos e chineses, em sua maioria.  Os malaios fazem o maior contingente e estão espalhados pela cidade. Já os indianos e os chineses criaram seus guetos. Comece por conhecer esses bairros tradicionais.

Vamos começar pela Little Índia, que apesar de não ser um lugar turístico, acaba atraindo muitos visitantes interessados em conhecer a cultura indiana. O chama a atenção em Little Índia é  a diferença daquelas poucas ruas para o resto da cidade. Kuala Lumpur é dominada por torres envidraçadas, shoppings de luxo, trens rápidos e monotrilhos, mas basta atravessar uma rua e entrar na Little India Brickfields, a rua principal que se estende por algumas quadras, para se encantar com outro universo.

Próximo fica o Musium Diraja, onde funciona o mais importante museu da Malásia, num prédio muito bonito que já foi residência real. Não distante está a Jalan Sultan Hishamuddin, a antiga estação de trens.  Ela segue na ativa e de onde partem os trens para todo o país e até para a Tailândia. O prédio, construído na época do domínio inglês, é maravilhoso. Seguindo a caminhada pelo lado mais tradicional da cidade, fica a Petaling Street, a “Chinatown” de Kuala Lumpur. Aqui encontraremos muitos camelôs e produtos falsificados, e tudo que a China tem para oferecer.

Segundo dia

 

Hoje iremos para as redondezas conhecer um dos lugares mais espetaculares da Malásia, as Batu Caves, um conjunto de templos hindus construídos dentro de cavernas no Distrito de Gombak, 17 km ao norte de Kuala Lumpur e apesar de estar nos arredores, chegar lá é bem fácil porque a estação de trem fica bem na entrada do templo. As Caves impressionam, começando pela gigantesca estátua dourada do Deus Murugan, com seus 43 metros de altura, as enormes cavernas, os templos coloridos, a escadaria imensa e a multidão de macacos. Tome muito cuidado com eles, os bichinhos são mestres em roubar os turistas. Apesar de ser relativamente próximo da cidade, é um passeio que toma boa parte do dia.

Terceiro Dia

 

Vamos conhecer as Petronas Towers, que já foram os prédios mais altos do mundo e tudo na cidade gira em torno das torres. Na frente das torres fica um jardim que foi projetado por Roberto Burle Marx, um dos últimos projetos dele e que não teve a oportunidade de ver concluído. Atrás das torres fica o KLCC Park, um parque lindo, com piscinas e quedas d’água para ajudar a amenizar o calorão.

Depois de ver a cidade de cima, vale conhecer o lado mais antigo de Kuala Lumpur e o Sultan Abdul Samad Building , a construção mais antiga e um dos símbolos da colonização britânica na Malásia. O prédio é maravilhoso e foi construído em 1897 e mistura estilos construtivos britânicos e indianos. Em frente ao Sultan Abdul Samad está a Dataran Merdeka, a principal praça da cidade e onde foi proclamada a Independência da Malásia. Durante o dia a praça fica meio vazia, mas a noite fica lotada com pessoas passeando, comendo, correndo ou pedalando.

 

Quase ao lado fica a Mesquita Masjid Jamek, a mais antiga da Malásia, construída em 1909. Além de ser um prédio histórico e importantíssimo para os malaios, o que torna a Mesquita ainda mais interessante são as referências arquitetônicas, como o desenho tipicamente indiano e os tijolos britânicos, tudo muito diferente das tradicionais mesquitas árabes.

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