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FÜSSEN  -   A terra dos castelos famosos -  Baviera - Alemanha 

Castelo de Neuschwanstein.jpg

ETIAS 2025 - Autorização para entrar na Europa

Anunciado em 2016, o  European Travel Information and Authorization System (ETIAS) — Sistema Europeu de Informação e Autorização — está cada vez mais próximo de ser concretizado. A nova regra de entrada de estrangeiros na Europa se baseia no sistema americano, com maior segurança e será válido, a partir de 2025 mas ainda sem data para início do procedimento. O sistema verificará as credenciais de segurança e cobrará uma taxa (atualmente divulgada como sete euros) dos viajantes que visitam os países-membros do Tratado de Schengen, para fins de negócios, turismo, médicos ou de trânsito. Os viajantes, que atualmente visitam a Europa sem Visto, podem entrar na UE e nos países-membros de Schengen, gratuitamente e sem qualquer triagem de segurança digital antes de sua chegada à Europa. Vale lembrar que o ETIAS não será um Visto, mas uma autorização de viagem para viajantes que não precisam de Visto Consular para visitar a Europa.

Profissionalmente, considero uma visita a Füssen obrigatória para quem circular pela Europa, de carro. Faz parte de um roteiro que poderá começar em Zurich e chegar a Munich, passando por Konstaz, Lindau, Garmisch-Partenkirchen e Oberamergau.

 

Füssen era cortada pelo rio Lech, tem cerca de 700 anos, mas documentos registravam que ela teria sido habitada ainda antes, no século III. Aos poucos, foi se tornando a cidade dos Monges e Bispos de Augsburg, e um importante centro comercial, nos séculos XV e XVI, mas foi quase totalmente destruída durante a Guerra dos 30 Anos, o que colaborou para permanecer uma cidade pequena até hoje, com pouco mais de 15 mil habitantes. Localizada a 808 metros acima do nível do mar e na fronteira com o Tirol austríaco, era a cidade de maior altitude, da Baviera.

Füssen tinha um centro histórico pequeno e charmoso, como a maioria das cidades da região da Bavária. Suas ruas tinham calçamento de pedras, pequenas residências e lojinhas que pareciam ter saído de um conto de fadas. Algumas ruas abrigavam restaurantes charmosos, cafés e lojas de artesanatos. E ao final do dia, tudo ficava ainda mais bonito com a iluminação pública. Em seu entorno, reunia castelos maravilhosos e famosos, prédios religiosos antigos e importantes da história da Baviera, o que fazia com que milhares de turistas do mundo chegassem aqui todos os anos.

Abadia de Saint Mang

​Situada às margens do Rio Lench, integrava um conjunto de construções que reunia a Capela Ana – que apresentava a Dança Macabra, mais antiga da Baviera, a Basílica e um antigo Mosteiro, com sua cripta românica e afrescos da Escola de Reichenaue, do século X. Além de ser um centro religioso, abrigava o Museu da Cidade. Localizada no centro histórico, a Abadia datada do século IX, era uma das construções mais antigas da região e guardava afrescos desta época, muito bem preservados.

Bier Souvenir – Schrannengasse, 8 –

Além de cerca de 60 tipos diferentes de cerveja, a extensa variedade de doces de malte a cervejas finas, continha quase tudo o que faria o coração de qualquer apreciador de cerveja bater mais rápido. Existiam cerca de quatrocentos a quinhentos produtos selecionados que  eram oferecidos à venda. Um dos proprietários, Josef Köpf, que juntamente com seu irmão Bernhard viveram alguns anos no Brasil, tiveram a idéia de  criar a loja para atração turística e também organizavam viagem de ida e volta ao Brasil para alemães e para clientes brasileiros visitarem seu país.

Castelo de Hohenschwangau

EraÉ outro ponto turístico importante de Füssen, mas menos movimentado que seu vizinho Neuschwanstein. Estava situado no alto de uma colina da pequena Vila Hohenschwangau, que ficava apenas a 4 quilômetros do centro de Füssen. ​Além de lindo, o melhor da experiência ao visitar o castelo era uma maior abrangência do que o Neuschwanstein, pois aqui era possível visitar os aposentos reais, as salas e salões da imensa construção. E o que mais impressiona, era o estado de conservação dos móveis e de quase uma centena de murais, que foram pintados a partir de 1835, e que contavam lendas germânicas. Geralmente a visita ao Castelo de Hohenschwangau era combinada com o Castelo Neuschwanstein, já que um ficava praticamente ao lado do outro e o ingresso adquirido conjuntamente para os dois castelos, era mais barato.

Castelo de Neuschwanstein

​Por sua beleza, suntuosidade e história, o famoso castelo era a atração maior desta região sul da Alemanha. Foi construído em 1869, para servir de residência de verão do megalomaníaco Rei Ludwig II. Implantado no alto de um morro, e aos pés dos Alpes, proporcionava uma visão maravilhosa e inesquecível para quem tinha a felicidade de poder visitá-lo.

Seu exterior e arquitetura eram maravilhosos, típicos de um conto de fadas. O acesso principal, a entrada, o pátio, as torres e os cômodos, eram muito bonitos e impressionavam os visitantes, que individualmente pagavam 13 euros para participar de um dos inúmeros tours que eram cronometrados e realizados das 9.00 às 17.30 horas, diariamente. Segundo informações fornecidas pelo administrador, consultado, em setembro de 2019, mais de 1,3 milhões de turistas passavam por aqui, anualmente.

O Castelo surgiu dos sonhos do Rei Ludwig II, que morreu antes de ver a sua obra máxima concluída. O nome, era uma referência ao Cavaleiro do Cisne, da Ópera Lohengrin, de Richard Wagner, que era grande amigo e inspirador do Monarca. O que ajudou a tornar o castelo ainda mais famoso, foi a decisão do empresário americano Walt Disney de utilizar a imagem, para criar um castelo semelhante, em sua primeira Disney, em Anaheim, na Califórnia.

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Castelo Hohes -

Está instalado no centro histórico de Füssen, em uma colina às margens do rio Lech e que começou a ser construído em 1291 pelo Duque Ludwig. Atualmente, o castelo é sede de uma imensa galeria de arte, da Bayerische Staatsgalerie, com pinturas e esculturas dos séculos XV e XVI; e da Städtische Gemaldegalerie, com obras do século XIX. Além de ser muito bonito e bem conservado, tem mirantes que proporcionam uma bela visão da cidade.

Igreja do Espírito Santo – Luitpoldstrasse, 20 -

Com uma fachada incrivelmente linda, toda pintada pela Luftmalerei seu interior é igualmente lindo embora pequeno. Com ênfase para as atividades paroquial a entrada é livre embora exista uma caixinhas para  donativos instalada logo na entrada.

Igreja Wieskirch -

Também conhecida como Wies Church, é também uma importante atração da Rota dos Alpes, distante apenas 29 km do centro de Füssen.

 

​Lago Forggensee -

Quando estiver circulando pela região, no verão, aproveite e faça um passeio pelo lago Forggensee, o maior lago artificial da Alemanha. Situado a 10 km do centro de Füssen, proporciona um clima perfeito para quem quiser descansar em meio à natureza exuberante, ou fazer um passeio de barco com duração aproximada de uma hora.

Lechfall

É um passeio fora do circuito histórico da região, mas se quiser apreciar a natureza em sua forma mais bela, não deixe de conferir a cachoeira Lechfall. Localizada a 20 minutos a pé da Estação Ferroviária de Füssen, é uma cachoeira em forma de degraus do Rio Lench, que se pode fotografar a partir da ponte. ​Outro passeio recomendado, é  fazer uma caminhada ao Monte do Calvário, é o  Kalvarienberg. É um passeio que dura cerca de 30 minutos, e passa por 17 pequenas capelas, com estações que contam a crucificação de Cristo. Para os religiosos, é um programa imperdível!

Museu de Füssen – Lechhalde, 3 -

Está instalado na ala sudoeste do antigo Mosteiro Beneditino de Saint Mang, construído no início do século XVIII segundo o modelo veneziano. Juntamente com o Palácio Alto , constitui uma das principais características da paisagem urbana de Füssen. As antigas celas dos monges beneditinos abrigam valiosas obras de arte e achados arqueológicos dos mais de 1.000 anos de história desta antiga Abadia que não era apenas o centro espiritual, mas também o ponto focal do governo e da cultura na área de Füssen. O claustro medieval que foi descoberto abaixo dos corredores barrocos também fornece uma visão da época medieval da história do Mosteiro. Uma das melhores coleções da Europa de alaúdes e violinos históricos lembra a importância de Füssen como berço da fabricação comercial de alaúdes na Europa e onde a primeira guilda européia de fabricantes de alaúde foi fundada no século XVI.

Além dos alaúdes e violinos dos séculos XVII a XIX, o mestre violinista de Munique, Karl Leonhardt, doou o equipamento de sua oficina, que documenta as várias etapas do processo de produção de um violino. Um dos destaques do museu são as salas barrocas do Mosteiro, magnificamente decoradas: a Sala do Príncipe, criada pelo arquiteto Andrea Maini; a biblioteca e o refeitório abaixo dela com esculturas de Anton Sturm; o Colóquio abobadado com afrescos do pintor da Corte de Kempten, Franz Georg Hermann; a Sala Capitular, com as únicas pinturas a óleo existentes de Paul Zeiller, que retratam os santos beneditinos do cotidiano. Na Capela Anna, convertida em estilo barroco por Johann Jakob Herkomer, pode-se ver a Dança da Morte de Füssen, de Jakob Hiebeler, o mais antigo ciclo de Dança da Morte preservado na Baviera.  Outra seção do museu abrigava uma exposição sobre a história da cidade, intitulada Emerging into Modernity.

Rei e Príncipes da Bavária

O Rei da Bavária, Maximilian II, teve dois filhos: Otto e Ludwig. O primeiro, já na adolescência, demonstrava distúrbios mentais e nunca mais saiu do Sanatório. O segundo, enquanto Príncipe, cultivava o apreço do povo, com sua humildade e generosidade. Era visto nas festas dos vilarejos dançando, cantando, demonstrando satisfação no relacionamento com seu público. Quando algum plebeu ficava doente, era seu próprio médico que Ludwig enviava para ajuda-lo.

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Sempre interessado em arquitetura, música e com bons olhos para obras de arte, decoração, Ludwig foi se aproximando dos 17 anos de idade e se distanciando das pessoas. Ficava o dia inteiro em seu castelo, em Munique, ( Alter Hof ), olhando pela janela. Desde então já era estreita sua amizade com o escritor e compositor Richard Wagner, para quem construiu monumentos, teatros e organizou festivais, e contrariando  manifestações da Corte. ​Em 1863 seu pai morreu, deixando para o jovem de 18 anos, a Coroa da Baviera. O Senhor das Ordens e agora também das chaves do cofre, começou a erguer o Neuschwanstein, sobre uma colina próxima ao castelo de Hohenschwangau, onde sua mãe passava as temporadas de verão. 

 

​Encantou os arquitetos com suas genialidade,  ao dirigir a evolução das plantas e o andamento de cada fase da obra. Parecia que tinha tudo desenhado em sua mente. A realização do projeto, foi iniciada em 1871 e concluída dois anos depois. Cercado por montanhas, lagos e florestas, o castelo de torres pontiagudas, tinha como único acesso uma alameda sinuosa e vigiada. ​Para o interior, escolheu o estilo romanesco bizantino. Nas paredes, mandou pintar passagens bíblicas e temas das obras de Wagner. Muitas das salas têm ouro puro utilizado como tinta. Para o amigo Richard Wagner, dedicou uma sala para concertos e bailes onde cabem 300 pessoas. O compositor, no entanto, não chegou a visitar o castelo. 

O Rei mandou construir outros dois castelos: Linderhof, em estilo rococó, e Herrenchiensee, cópia de Versalhes. Ambos, próximo de Munique, são exuberantes, mas não se comparam ao fascínio de Neuschwanstein. Para erguê-los, milhões de moedas foram gastas, fazendo a Corte esbravejar e difamá-lo ao povo, como perdulário, louco, e incapaz de governar. Afastado de seu trono, em 1886, Ludwig foi levado de seu castelo preferido e internado no Castelo de Berg, para tratamento mental. Depois de alguns dias, pediu para caminhar na companhia de seu médico. Na manhã seguinte os corpos de ambos foram encontrados boiando nas águas do lago. A história não esclarece como as mortes aconteceram.

Museu dos Reis da Baviera - Alpensee Strasse

​O prédio do Museu ficava em frente ao belíssimo Lago Alpsee e fazia parte do Complexo de Hohenschwangau. Não era permitido fotografar, nem entrar com bolsas ou mochilas. Afinal, havia um grande número de peças em ouro e pedras preciosas em exposição, e para ajudar o visitante, havia armários à disposição, logo na entrada. O acervo não era grande, mas era bem representativo do período em que a região era governada pela realeza bávara. ​Instalado no antigo Grande Hotel Alpenrose, o museu era uma simbiose perfeita entre a paisagem e a arquitetura. O foco da exposição, estava nos reis Maximilian II e Ludwig II, que construiram o famoso Schloss Neuschwanstein. Visitas guiadas, em diversos idiomas e diferentes graus de aprofundamento, levavam em consideração as necessidades e interesses de visitantes de todo o mundo.

Horários de  visitação

No verão abria diariamente das 9.00 às 19.00h, e no  inverno, diariamente das 10.00 as 18.00 horas. Recomendava-se uma visita, após conhecer os dois castelos da região.

 

Rota dos Alpes 

​Para quem quizesse fazer a Rota dos Alpes, que  cortava a Baviera de Oeste a Leste, Füssen poderia ser a primeira ou uma das primeiras ou uma das últimas cidades da Rota, depende muito de por onde quizesse iniciar o trajeto. Se preferir iniciar a Rota no Oeste, seguindo para Leste, a primeira cidade era Lindau, que ficava muito perto da fronteira com a Suíça, e a próxima cidade relevante seria então Füssen.

A nossa sugestão para quem estiver rodando de carro, era por exemplo, chegar até Konstanz, atravessar o Lago, para Friedrichshaffen e Lindau. Começando então, o caminho da Rota a Füssen, Garmisch-Partenkirchen e encerrando na charmosa cidadezinha de Oberammergau.

Rota Romântica 

​Para quem estiver planejando fazer a Romantisch Strasse, que cortava a Baviera de Norte a Sul, Füssen poderia ser a primeira ou a última cidade do caminho. Sugerimos começar a Rota a partir de Würzburg e dirigir até Füssen. Já fizemos esse caminho nos dois sentidos e a emoção é a mesma, passando lugares maravilhosos, com as montanhas servindo de cenário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hospedagem

Best Western Plus Hotel Füssen - $$$$  - Augsburger Strasse 18 -

Os quartos contavam com TV de tela plana, banho privativo, com amenities e secador de cabelo. Algumas acomodações tinham uma área de estar. Dispunha de livre acesso a Internet, um business Center e o restaurante Castelo. Havia disponibilidade de estacionamento na garagem do hotel, por um custo adicional.

Ferienhaus und Landhaus Berger - $$$ - Ringweg, 3 - 

Era uma pousada de gerência familiar, localizada em Hopfen am See, a apenas 15 minutos de carro do Castelo de Neuschwanstein. Possuia quartos e apartamentos de estilo campestre, equipados com Wi-Fi gratuito e uma varanda privativa. Todos os quartos e apartamentos, dispunham de TV via satélite e comodidades para fazer chá e café. Os apartamentos também incluiam uma cozinha completa e uma área de estar, e alguns quartos tinham vista direta para o lago. Um farto buffet de café-da-manhã era servido nte na sala de refeições de estilo alpino.O estacionamento era gratuito e o centro da cidade ficava a apenas 3 km de distância.

Hotel Ludwigs –  $$$$ - Reichenstrasse, 17 -

Localizado na área de pedestres, no centro histórico de Füssen, era um hotel tradicional que oferecia quartos amplos, com piso em madeira, com  TV a cabo e banho privativo com secador de cabelo e amenidades. O buffet de café da manhã era servido na sala de refeições, por um custo adicional. Como estava situado no centro, havia vários restaurantes e cafés no entorno. Tinha estacionamento coberto, para motos e carros.

Hotel Schlosskrone - $$$$ -  Prinzregentenpl, 2 - centro

Era um excelente hotel, com uma localização privilegiada. Tinha quartos amplos e dotados de confortáveis camas tamanho Queen, ar condicionado, tv de tela plana, wifi grátis, um ótimo banho, café da manhã  e um bom restaurante à disposição dos hóspedes, com um cardápio oferecendo o melhor da gastronomia bávara.

San Marco - $$$$ - Uferstrasse, 13 –

Estava localizado junto ao calçadão do lago Hopfensee, distante 5 km do centro da cidade. Os quartos e apartamentos eram amplos e bem iluminados, incluiam TV, banho privativo  e uma  cozinha compacta, totalmente equipada. O café da manhã era servido sob reserva e o restaurante San Marco, também servia especialidades caseiras italianas e bávaras e uma grande seleção de vinhos do sul da Europa. Era um recomendação, para quem viajasse de carro e preferisse ficar nas proximidade dos castelos.

Villa Toscana - $$$ - Von-Freyberg-Strasse, 28 -

Situada num parque privativo, e próxima ao centro, oferecia vista dos Alpes e do Castelo Hohes. Dispunha de quartos elegantes, identificados com garrafas de vinhos da Toscana, que tinham  TV de tela plana, Wi-Fi gratuito, mesinha auxiliar e banheiro privativo. Oferecia  uma sauna, chuveiros de hidromassagem,  um pequeno Spa, biblioteca e uma área externa onde o hóspede poderia pedir um drinque ou saborear um vinho da Toscana.

O Villa tinha uma estória interessante: o primeiro proprietário, um empresário alemão, prevendo seu final aqui na terra, chamou a Madre Superiora do Convento, e formalizou a doação de toda a grande área e o prédio, para sua instituição. Não muito tempo depois, o doador faleceu e as freiras não sabiam o que fazer com o presente. Decidiram colocá-lo à venda e um empresário italiano, da Toscana, adquiriu e criou o seu hotel, o Villa Toscana. Recomendo!  

Onde comer

 

Para jantar, procure chegar cedo porque às 21.00h.  os restaurantes costumavam  não aceitar mais clientes.

 

Da Piero Faulenseestrasse,  40 - 

Comida italiana – pizzas e massas, é vero!

Gasthof Alpenblick -  Reuttener Strasse, 12 -

Serviam generosas porções de comida alemã e austríaca e de excelente qualidade. O atendimento era nota dez, o que não era muito comum por essas bandas... 

Herzl  am Rathaus - Lechhalde 4  - 

Caprichavam nos pratos da cozinha alemã. O encantamento começava pela visão externa do prédio e continuava em seu interior onde o cliente não se cansava de registrar as imagens. O atendimento também era bom e os garçons falavam inglês e ajudavam na escolha dos pratos oferecendo, um cardápio em italiano.

Lila Haus – Sebastianstrasse, 4  -

Ficava localizado na parte antiga da cidade. Serviam desde um excelente café da manhã, a almoço ou jantar, com pratos da cozinha européia  e com mais destaque para as comidas alemãs. Com atendimento familiar, prepare-se para ser paparicado.   

Ludwigs  -  Reichenstrasse, 17 –  Centro -

Era o restaurante do hotel com o mesmo nome.  Serviam pratos tradicionais da cozinha alemã.

Michelangelo – Reichenstrasse, 33 – na Galeria - 

Serviam delícias da cozinha italiana e tinha uma excelente carta de vinhos.

 

 

 

 

 

O castelo de Neuschwanstein

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Ticket  do ingresso ao Castelo

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