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DUBAI - Emirados Árabes Unidos - parte  3/4

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Ain Dubai  -  A Roda Gigante - Bluewaters Island - 

 

Considerada a maior roda-gigante do mundo, fora inaugurada dia 21 de outubro de 2021, na ilha Bluewaters, proporcionando aos visitantes uma visão 360º  e admirar os principais arranha-céus da cidade, a Palm Jumeirah, o Burj Khalifa, o Burj Al Arab, o deserto e o horizonte do mar no Golfo Pérsico. A atração tinha 250 metros de altura, 48 cabines climatizadas, grande janelas de vidro, e cada volta tinha duração aproximada de 38 minutos. Tinha capacidade para 1.750 pessoas e 192 cabos de aço que, somados, resultavam em 2.400 km de comprimento.

A base da Ain Dubai, que em árabe significava olho de Dubai, tambem tinha vários dispositivos de entretenimento e um telão de LED, de cerca de 80 metros, montado na estrutura, criando uma plataforma para anúncios e programação audiovisual. Ficava aberto durante o dia e à noite, proporcionando diferentes tipos de experiências que eram oferecidas na área da Roda-gigante e nas cabines. Sutileza ou oportunismo, copiaram o nome do London Eye, que tinha 135 metros de altura e 32 cabines.

 

 

Dubai Marina

 

​​​​Um dos bairros mais recentes da cidade, a Dubai Marina, reunia uma coleção de arranha-céus e prédios incríveis, ao redor de um canal artificial, que representava toda a modernidade da cidade. Na área também havia um shopping e vários restaurantes localizados num calçadão às margens do canal. Tinha mais de 20 opções de hospedagem e alguns hotéis apresentavam tarifas mais acessíveis, com diárias entre 150 e 300 reais, como o Marina Wiew, o Pearl Marina e o Ocean Wiew.  Entre 300 e 500 Reais por dia, estavam hotéis como o Marriot, o Sofitel e o Ramada Plaza. E com tarifas acima de 500 Reais era possível encontrar hotéis de luxo, como o Grosvenor House e o Ritz-Carlton.

​​Dubai era uma cidade surpreendente que vivia em constante mudança. O bairro criado mais recente era o City Walk, que ficava em Al Safa e já estava se tornando o novo endereço da sofisticação. Para quem era fã de games e jogos de aventura, o Hub Zero era um Parque temático multi sensorial indoor. Era possível entrar numa batalha de lasers, do The Gears of Wars, matar alienígenas do game Resident Evil e viver uma experiência Medieval 4D, no Dragon Age. O Hub Zero também tinha jogos de realidade virtual e um simulador de carro de Fórmula 1, de última geração.

​​A poucos metros, um prédio com arquitetura ultramoderna abrigava o The Green Planet, uma das atrações mais visitadas no momento. Em torno de uma árvore de 25 metros de altura, toda feita artesanalmente, viviam mais de 3 mil espécies de plantas e animais. ​A região abrigava vários restaurantes, alguns deles premiados, como o Farzi Café. Aqui também estava a Boutique Le Chocolat, uma loja de chocolates finos, de marcas famosas, alguns deles banhados a ouro e outros, assinados por estilistas de moda. Na frente um manequim todo trabalhado em chocolate branco e ouro, dava as boas vindas aos clientes. Uma verdadeira obra de arte comestível, criada pelo Chef Chocolateur, Richard Cueva. ​​O bairro continuava em construção, com outras novidades para tornar Dubai ainda mais atraente. Era onde seria construído moderno City Walk Arena, um grande estádio coberto e climatizado, com capacidade para 20 mil pessoas, que serviria de palco para grandes eventos esportivos e shows na cidade.​

Expo City -

Inaugurada em outubro de 2022, se propunha ser um centro global de inovação, sustentabilidade, entretenimento e gastronomia. A atração descrita como uma cidade do futuro, promovia eventos, concertos e exposições. O local tinha pavilhões com diferentes atividades, desde exibições imersivas sobre sustentabilidade ou as conquistas femininas ao longo da história até playgrounds e mirantes.

O  perfume das arábias -

​O perfume Attar e o incenso chamado  Bukhur, eram uma tradição familiar árabe que ha muito atravessava as gerações. Ao passear por Dubai, sentiria um cheiro diferente no ar e um aroma intenso que iria fazer parte das memórias de sua viagem. Na Sikkat Al Khail Road, no coração de Deira, próximo aos Souks do Ouro e de Especiarias, encontrava-se o Souk dos Perfumes, numa rua especializada em comercializar incensos árabes, fragrâncias e óleos essenciais. Era uma oportunidade para fazer um perfume, desenvolvido exclusivamente para o cliente, que além de marcar a sua personalidade, seria mais uma relembraça a cidade. Converse com o perfumista, fale sobre suas preferências. Feche os olhos e sinta os diferentes cheiros, escolha aqueles que mais lhe agradar e o atendente iria pingar essências na sua pele, até chegar à combinação ideal para seu gosto, misturando os cheiros para encontrar um aroma desejado.

​A maioria das essências não continha álcool, na fórmula, eram puras e inspiradas nos elementos que vinham da terra, como a rosa, jasmim, sândalo, âmbar, musk e, o principal e mais valioso deles, o Oud, extraído de uma árvore chamada de Agarwood, considerada a madeira mais cara do mundo. A queima da madeira,  originária desse aroma, era quase um ritual de purificação, geralmente realizado antes de passar ao perfume. De odor intenso, o grama dessa substância, podia valer mais do que o grama de ouro. Quanto mais antigo, mais valioso. O quilo de Oud Indiano, de uma árvore de 200 anos, chegava a custar 150 mil reais. ​​A Ghawali, uma das marcas mais luxuosas de perfumes árabes, tinha uma sala exclusiva para a queima do Oud, que remontava esse ritual. Para os árabes, o aroma místico do Oud tinha poderes medicinais, ajuda na circulação do sangue, limpava as cordas vocais, auxiliava na meditação, expandia o poder da mente e trazia uma sensação de bem estar.

Kempinski Floating Pálace - Jumeirah Beach -

Previsto para ser aberto em 2026, o novo hotel cinco estrelas do Emirado seria flutuante. Ancorado na praia de Jumeirah, teria um prédio principal com 156 quartos e Suítes no topo de uma pirâmide de vidro e mais 12 vilas sobre a água – cada uma com dois andares, com piscina de borda infinita e terraço na cobertura. Ancorado ao lado de um dos trechos de praia mais exclusivos na Jumeirah Beach Road, os hóspedes serão levados ao hotel de 156 quartos e Suítes ou suas Villas, de lancha ou poderão chegar diretamente em seus próprios barcos. Além disso, terá também um heliporto flutuante conectado ao lado de um deck de estacionamento para até 16 iates. 

O prédio principal será estruturado em quatro partes  ligadas ao centro por uma pirâmide de vidro e oferecerá comodidades como restaurantes gourmet, bares, Spa, piscinas, boutiques, áreas para banquetes. As 12 moradias de luxo, ligadas por pontões, estarão parcialmente à venda, mas também poderão ser alugadas pelos hóspedes do hotel. Distribuídas em dois andares com terraço na cobertura e piscina infinita, as Villas oferecerão dois, três ou quatro quartos, além de quartos para tripulantes e funcionários. Salas de estar internas e externas caracterizam as luxuosas casas flutuantes com janelas panorâmicas e todas as características técnicas de uma casa inteligente. 

Os lagos do deserto

Al Qudra, era um oásis nos arredores do Dubai, situava-se perto da Reserva Natural do Deserto de Al Marmoom. As dunas de areia no meio de lagos artificiais eram uma das paisagens típicas da região. Os lagos  Love, eram os mais conhecidos. Cobriam uma área de 550 mil metros. Dubai pretendia desenvolver o ecoturismo, criando um projeto para proteger a flora e a fauna do deserto, onde viviam numerosos mamíferos, e peixes e mais de 175 espécies de pássaros.

O Lago da Expo 2020 era um dos lagos destinado a atrair os visitantes. Era o símbolo da primeira exposição Mundial, a realizar-se na região do Médio Oriente,  África e Sul da Ásia. O menor lago da região chamava-se Lago da Lua. Era um local privilegiado para assistir ao pôr do sol e contemplar o Oryx árabe, um antílope típico da península da Arábia.

Os  Shoppings

Para quem era chegada a uma compra ou curtia passear pelos Shoppings, a cidade era um festival desse tipo de atração comercial. Veja a relação e escolha o que mais lhe chamará a atenção. Era só digitar o nome do Shopping no Google que surgia o endereço e o tipo de operação comercial de cada um.  

The Dubai Mall, Mall of the Emirates, Dubai Festival City Mall, IBN Battuta Mall, City Centre Mirdif,  City Centre Deira,  Burjman Centre,  Mercato Shopping Mall,  Dubai Marina Mall,  Wafi Mall,  Dubai Outlet Mall,  Dra ngon Mart 1 & 2,  Times Square Centre,  Al Ghurair Centre,  Al Barsha Mall,  Arabian Centrre,  City Centre Me`Aisem,  The Spreings Souk,  The Outlet Village,  Oasis Mall,  Cityland Mall,  Century Mall,  Palm Strip Mall e o Doubai Hills Mall, que abrira em setembro de 2021.

Palácio Zabeel -

Localizado a uma distância de 6 km do Dubai Frame era um majestoso palácio e um dos marcos de Dubai e um dos lugares de visita obrigatória. Era a residência do Sheikh Rashid, ex-Primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos. Um outro Palácio Zabeel também surgia nas proximidades, mas era o antigo palácio, cheio de encantos. Este palácio foi construído em algum momento da década de 1960 e foi usado como residência até os anos 90. O projeto era idéia do engenheiro austríaco Otto John Bulart, que também projetou a Torre do Relógio, em Dubai e só se podia chegar perto do palácio além de um determinado ponto. Podia-se optar por uma visita guiada de 30 minutos. Horário de visitas: das 9.00 às 17.00.

Palm  Fountain -  The Pointe – Frente  H - Palm Jumeirah – 

Inaugurada em 22 de outubro de 2022,  com mais de 100 metros de altura era  a maior Fonte do mundo. A abertura do Complexo de jatos de água que compunham a fonte, localizada no Palm Jumeirah, tinha como objetivo tentar quebrar o Recorde do Guiness, como a mais alta fonte do mundo, ultrapassando as fontes do Dubai Mall, inspiradas nas do Hotel Bellagio, em Las Vegas. Para isso seria pulsada água a mais de 100 metros de altura. Para o espetáculo estar à altura do livro dos recordes se juntava música e mais de três mil LEDs para dar música e cor às noites do Dubai. A fonte funcionavá das 19.00h à meia-noite e tinha demonstrações com duração de três minutos, de meia em meia hora. Para ver o espetáculo que se espalhava por 1300 metros quadrados, a melhor forma eram os passeios do The Pointe no final da Palm Jumeirah ou pelos muitos restaurantes que ficavam virados para a nova fonte.

Storm Coaster -  Al Khail Road -  Dubai Hills Mall -

No início de 2021, o Dubai Hills Mall, abriu suas portas com mais um entretenimento único no mundo. Essa montanha-russa era inédita no mundo pois estava integrada diretamente na estrutura do prédio em que foi construída. Eram 670 metros de pista com velocidade máxima de 77 quilômetros por hora, com um lançamento vertical de 50 metros de altura. Ao todo, o passeio durava apenas um minuto e 20 segundos. Tanto a estrutura primária quanto a própria pista estavam interconectadas, o que exigiu um nível de precisão nunca visto numa construção regular. A vantagem da integração estrutural do prédio/montanha-russa em termos de material, era que metade da quantidade de estrutura necessária para uma montanha-russa interna convencional podia ser eliminada. A pista era extremamente complexa geometricamente, pois girava em todos os eixos dentro do espaço tridimensional do prédio. Uma extensa modelagem paramétrica era usada desde a fase de pré-conceito, permitindo  otimização de todos os aspectos do projeto, trabalhando de forma mais rápida e ainda mais eficaz. Além da difícil engenharia estrutural, manter uma temperatura confortável no calor do deserto era fundamental, então o prédio apresentava um núcleo central não estrutural com seis níveis de plantas.

Teatro de Arte Digital  –  Souk Madinat Jumeirah  -

Era a mais nova adição à paisagem cultural de Dubai, proporcionava a obras de arte famosas um toque moderno, com tecnologia avançada e narrativa envolvente. O teatro combinava três formatos de arte digital, incluindo exposições multimídia, instalações imersivas contemporâneas e arte em realidade virtual. Distribuído por 1.800m², apresentava espetáculos digitais de arte clássica, acompanhados de música, efeitos visuais e som ambiente. A exposição inaugural mostrava as obras de nove artistas famosos, incluindo Claude Monet, Vincent Van Gogh, Paul Cézanne, Wassily Kandinsky e muito mais. Existiam várias seções para explorar - exposições de arte tradicional e clássica, uma zona de arte digital contemporânea, exposições práticas para crianças e uma área de realidade virtual.

Technosfera

Projetada pelo arquiteto James Law denominada também Cybertecture, era uma réplica da Terra como conceito estrutural, proposta como um prédio emblemático para o Dubai Technopark, onde a eco-esfera era uma das mais novas atrações. A obra definia-se como um prédio de uso misto onde se destacavam espaços de escritórios e habitações, hotel e pátios públicos, que por sua vez dava vida à criação de uma respiração que funcionava de forma semelhante à própria Terra, o abastecimento de energia, reciclagem de água, fornecia sustento aos seus ocupantes. O exterior formava uma concha em torno dos espaços interiores e da casa de painéis solares, para geração de eletricidade. No interior, os jardins suspensos atuavam para proteger os espaços internos do sol e filtrar o ar para contribuir com oxigênio fresco para o ambiente interno, enquanto a própria água seria reciclada e usada com eficiência. James Law, gerente de projetos da Cybertec, sediada  em Hong Kong, era conhecido por seu trabalho em Cybertecture, que era uma combinação de tecnologias avançadas, arquitetura e experiências de usuário multimídia. Já considerado o maior prédio do mundo em formato esférico com 800 mil m², o prédio se aproveitará das próprias condições climáticas de Dubai para praticar a sustentabilidade.

The View at the Palm - Palm Jumeirah Road - The Palm Tower – 52º piso -

Instalado a 240 metros acima do térreo, o visitante poderia apreciar uma vista espetacular da Palmeira Jumeirah, subindo até o 52º andar e acessar um deck cercado de vidro com uma visão 360 graus de toda esta magnífica obra da engenharia. O percurso durava apenas 45 segundos, e antes de subir, o turista assistiria ao vídeo sobre a construção da Palmeira e do prédio, que ficava sobre o Nakheel Mall. O local poderia ser acessado numa viagem pelo Metrô, trem de superfície e depois o Monorail. A Palmeira Jumeirah foi construída entre 2001 e 2008 com a forma de uma árvore de palmeira e consistia em três partes: um tronco, uma coroa com 17 copas e uma ilha circundante crescente que formava uma barreira às ondas. Abria das 9.00 as 18.00h. e o ingresso ficava em torno de 140 AED para acesso com fila e 240 AED para acesso sem fila.

Trade Centre -  Sheikh Zayed Rd - Trade Centre - Trade Centre 

​Na região do Trade Centre, os preços eram mais baixos do que os praticados nas regiões mais turísticas. A zona nas proximidades do Dubai Convention Centre, do Trade Centre e do Distrito Financeiro do Emirado, estava mais voltada os viajantes de negócios e por isso atraia com preços melhores. Aqui estavam cinco hotéis bons e com preço de diaria camarada: Ibis World Trade Center, Shangri-la Apartments e Four Points by Sheraton Sheik Zayed Road. Todos ficavam muito próximos do Shopping Dubai Mall.

O que fazer em Dubai a noite

Existiam diversas boates, com super decorações, DJs e muia gente bonita. Era importante usar roupas adequadas, porque o segurança poderia escolher quem entrasse e quem não entraria. Por isso, use roupas bonitas e vá bem arrumado. Além das boates, era possível escolher pubs para finalizar a noite e existiam até mesmo pubs irlandeses, como o The Irish Village. A propósito: Dubai não era lugar para pobre e muito menos para gente cafona ou tresloucadas, que se acham e na verdade não são absolutamente nada... 

Entre as melhores boates dos Emirados Árabes estavam:

  • White Dubai

  • Cavalli Club

  • Zinc

  • Armani Privé

  • Club 360

  • Trilogy

  • Boudoir

  • Mahiki

  • Nasimi Beach -

Dinner in the Sky - Al Sufoh - Skydive - Al Seyahi Street - Dubai Marina -

Era um serviço de restaurante que já circulou o mundo todo, inclusive em São Paulo e hoje tinha uma sede fixa em Dubai. O ambiente era animado com música e o cardápio pré-definido escolhido pelo visitantes O turista era levado às alturas em uma estrutura metálica suficiente para acolher até doze pessoas e onde seria servido o almoço ou jantar. Com cardápio pré- definidos pelo visitante. Os preços variavam de 160 a 240 AED conforme o horário, sendo o primeiro as 9.30h e o ultimo as 21.30, com duração de 1.30h.

​Jantar no Deserto -

​Localizado a apenas 45 minutos de Dubai, o Hotel Bab Al Shams Resort era um oásis no meio das dunas de areia. A arquitetura reproduzia uma fortaleza árabe, e o local era ideal pra quem quizer fazer Safari no deserto e andar de camelo.  A dica era fazer o passeio no final de tarde, a fim de evitar o forte calor que costumava fazer na região. Depois, fique para curtir o jantar, no melhor do estilo beduíno, servido em uma tenda árabe climatizada e que reproduzia elegantemente a tradição da culinária do Oriente Médio, com direito à apresentações de dança do ventre, música árabe ao vivo e danças folclóricas. ​​As carnes e os frutos do mar eram grelhados na hora, havia diversos tipos de arroz, de saladas, kebabs além do tradicional pão árabe, que saia do forno e ia direto para o prato. Do lado de fora ainda tinha um pequeno souk de tecidos, especiarias e souvenir. Era uma experiência completa, para quem quizesse viver a magia do deserto. O jantar começava a ser servido ss 19.30h e custava em torno de 300 reais por pessoa.

Os suntuosos banquetes de sexta-feira

Da união das palavras inglesas, breakfast e lunch, nasceu o brunch, que misturava café da manhã com almoço. Era uma combinação elegante e descontraída para celebrar com a família ou amigos o fim de semana, que em Dubai começava na sexta-feira. Os brunches mais charmosos aconteciam nos restaurantes doa hotéis, que normalmente cobravam um preço fixo. O exemplo mais emblemático era o premiado brunch do Al Qasr Madinat Jumeirah Hotel. Ao chegar, receberia uma taça de champanhe e um mapa para se orientar no maior brunch dos Emirados, com capacidade para 800 pessoas. Eram três restaurantes e 37 módulos de comidas, para agradar a todos os paladares. As sobremesas pareciam obras de arte e, para quem gostasse de chocolates, havia uma estação da prestigiada marca Valrhona. O serviço do brunch começava as 12.30h.

 

​Outro lugar para uma experiência agradável, era o Restaurante Giardino, no Palazzo Versace Dubai. O hotel, decorado por Donatella Versace, era impecável em todos os detalhes, dos lustres de cristal Murano ao imenso tapete de mosaico, feito à mão. O hotel ficava às margens do mar e bem próximo ao local onde estava sendo construída a mais alta torre do mundo, em Dubai Creek Harbour. Eram  servidos três tipos de culinária: árabe, indiana e, claro, italiana, além de uma estação de frutos do mar e uma enorme mesa de sobremesa, com o melhor Tiramissú da cidade. Depois de se esbaldar em um almoço refinado, quem desejasse poderia acessar à piscina como cortesia do hotel

 

Onde dormir

​​Bur Dubai / Deira

​Os bairros do centro de Dubai, concentravam o maior número de hotéis da cidade, incluindo algumas das opções mais econômicas. As principais atrações turísticas da região eram o Dubai Museum, o Creek, o Mercado das Especiarias, o Mercado dos Perfumes e o Mercado de Ouro. ​A hospedagem em Deira, poderia ser um pouco incômoda por causa do barulho dos aviões, já que o bairro estava próximo ao aeroporto. Já a hospedagem em Bur Dubai, permitia um acesso mais rápido a outras regiões da cidade, pois não era necessário cruzar o Creek, o canal que atravessava o centro da cidade.

​Ambos os bairros contavam com algumas estações de Metrô, e para quem dependesse do transporte público para se deslocar pela cidade, era importante ficar hospedado próximo a uma delas. Hotéis como o London Crown, Four Point by Sheraton e Raimbow Hotel e o Ramada Deira,  encontram-se nos arredores do Metrô e apresentavam diárias entre 100 e 200 reais. Em 2018, ficamos hospedados no Ramada Deira, quase em frente a uma Estação de Metrô, com ótimos quartos e um bom café da manhã. ​Para quem vai alugar um carro, e não precisa estar próximo ao Metrô, uma boa opção era o Holiday Inn Express Dubai Jumeirah, que apresentava uma boa relação custo-benefício, com diárias double que ficavam a partir de 200 reais, que já incluiam café-da-manhã, além de internet wi-fi e estacionamento gratuito. 

​Dubai Downtown

​O Complexo Dubai Downtown, reunia algumas das principais atrações de Dubai, incluindo o Burj Khalifa, o Dubai Mall e as Fontes de Dubai. O empreendimento possuia uma localização centralizada, se encontrava a 11 km do aeroporto e possuia uma Estação de Metrô próxima, a Estação Burj Khalifa/Dubai Mall, que pertencia à Linha Vermelha. ​Ao todo eram 6 hotéis em Dubai Downtown. O mais famoso deles era o Armani Hotel, que ocupava onze andares do Burj Khalifa, e cujas tarifas custavam a partir de mil reais. O hotel possuia 160 suítes, sete restaurantes, um SPA, excelente vista panorâmica e todo luxo e conforto proporcionado pela grife Armani. O prédio de 163 andares tinha o restaurante Atmosphere, no 122o andar, um Observatório de 360 graus, no 124 pavimento e o elevador mais rápido do mundo, com velocidade de 65 km por hora, podendo alcançar o topo em menos de um minuto.

​Outro hotel bem conhecido, era o Jumeirah Beach Hotel, cujo prédio foi projetado para ficar parecido com uma onda gigante quebrando. Dispunha de 598 Suítes, 19 casas na beira da praia, 20 bares e restaurantes, 5 piscinas e uma praia particular. O Complexo ainda incluia um parque aquático, o Wild Wadi, com entrada liberada para os hóspedes do Jumeirah Beach Hotel e também do Burj al Arab Hotel. O valor da diária no quarto mais simples, com 50 m², custava a partir de 800 reais. ​A Jumeirah possuia outras três opções de hospedagem, localizadas no Madinat Jumeirah, um empreendimento construído ao redor de um canal artificial, com arquitetura inspirada no estilo das construções típicas árabes. O Complexo reunia restaurantes, lojas, um souk tradicional e três hotéis de luxo, o Dar Al Masyaf, o Al Qsar Hotel e o Mina Al Salam, cujas diárias custavam a partir de mil reais.

Grand Nova Hotel -  Al Fahidi Street - Bur Dubai -

Possui uma localização central no principal bairro comercial de Meena Bazaar. Os quartos tinham ar-condicionado, Wi-Fi gratuito e decoração clássica. Todas as suítes tinham frigobar, sala de estar e TV, via satélite, banheiro privativo inclui amenidades de banho gratuitas. Tinha quartos  para não fumantes, instalações para PNDs, restaurante, lavanderia e servia um bom café da manhã.

Alguns lugares imprescindíveis para visitar em Fujairah:

Castelo Al-Hayl - Era um pequeno castelo com uma localização que o engrandecia. Devido ao remoto lugar onde estava e ao comportamento dos poucos habitantes do povoado, recomendava-se a visita, apenas acompanhado de um Guia;

Forte Al Bithna - Ficava a 13 quilômetros da cidade, embora não tivesse uma dimensão tão grande quanto o de Fujairah, conseguia ser mais chamativo, já que ficava no meio de um palmeiral;

Forte de Fujairah - Construído em 1670,  era o mais antigo do país. Fora durante séculos o prédio defensivo mais importante da Costa e também a residência dos mandatários do Emirado. Em seus arredores fora construída a Heritage Village, com casas restauradas que mostravam como era a forma de vida tradicional;

Mesquita Al Bidya - Era uma pequena mesquita situada 35 km ao norte da capital e a mais antiga dos Emirados. Nos seus arredores foram feitas escavações que revelaram que a zona fora habitada há mais de 4.000 anos. Foram encontrados diversos objetos com mais de 1.000 anos de antiguidade;

Mesquita Sheikh Zayed - Era a segunda maior Mesquita do país, atrás apenas da Grande Mesquita Branca, de Abu Dhabi. Tinha espaço para 32.000 fiéis e contava com 6 minaretes de 100 metros de altura.;

Museu de Fujairah - Situado a poucos metros do Forte, abrigava uma excelente coleção de objetos da Idade do Bronze. Destaque para a seção etnográfica, onde se poderia ver cenas de como eles viviam no passado.  A cidade tinha uma população em torno de 100.000 habitantes e era a única capital dos Emirados, situada no Golfo de Omã.

 

Passeando por Dubai

Primeiro Dia

 

Uma boa forma de começar o passeio em Dubai, era conhecer um pouco de sua história, visitando o centro da cidade, região a partir da qual Dubai cresceu e se desenvolveu. O ponto de partida pode ser o Museu de Dubai, que contava a história da cidade e também o estilo de vida do povo árabe através da recriação de cenários e da exposição dos fatos em painéis e galerias multimídia. A visita custava apenas 3 dhs (aprox. R$ 2,00) e era muito interessante, pois permitia entender como uma região de deserto, tornou-se uma das cidades mais modernas e desenvolvidas do mundo. A área central de Dubai, era dividido em duas partes, por um canal, o Creek, e a sugestão para depois de visitar o museu, era atravessá-lo a fim de conhecer as atrações do distrito de Deira. A travessia do Creek era feita numa embarcação típica chamada abra, custava apenas 2 dirham e proporcionava uma ótima vista panorâmica da região.

 

Do outro lado do canal, havia duas atrações  que deviam ser visitadas: o Mercado de Especiarias (Spice Souk), onde eram vendidos temperos, condimentos e especiarias oriundas dos países árabes. A outra atração, era o famoso Mercado de Ouro (Gold Souk), um conjunto de lojas especializadas na venda de jóias, principalmente ouro e diamante. Atravessando o Creek de volta, poderá passar pelo Mercado de Bur Dubai e pela Grande Mesquita, antes de seguir para a próxima etapa do roteiro.  A sugestão para o restante do dia, era passear por algumas horas pelo Complexo Dubai Downtown, que representava o que havia de mais moderno na cidade. Era onde estava o Burj al Khalifa. Dava para visitar através da atração At The Top – The Burj Khalifa Experience, que permitia uma visita ao mirante panorâmico, localizado no 124º andar. O ingresso deveria ser comprado antecipadamente via internet e custava 125 dhs  para adulto.

 

Quase ao lado do Burj al Khalifa está o Dubai Mall, o maior shopping do mundo em área total. Eram mais de mais de 1.00 lojas, 120 restaurantes e cafés, 22 salas de cinema, o gigante Dubai Aquário e outras opções de lazer e entretenimento. O shopping possuia uma ala especial, a Fashion Avenue, reservada para as principais grifes de luxo. Na área externa do Dubai Mall, e ao lado do Burj al Khalifa, no coração do Complexo, havia um lago artificial, onde, diariamente a partir das 18.00h, a cada meia hora, o show das Fontes de Dubai, o maior show de águas dançantes do mundo, um espetáculo surpreendente e inesquecível que não poderia deixar de ser visto. Este passeio em Dubai Downtown podia durar horas e a ordem de visita das atrações ficava à sua escolha. Poderia tomar como base o horário do agendamento da visita ao Mirante do Burj. Uma sugestão era visitá-lo no final da tarde, depois passear no Dubai Mall e por fim assistir ao show das Fontes de Dubai, no próprio Shopping.

 

Segundo Dia

 

​A sugestão para o segundo dia era começar com um passeio em Jumeirah Beach, mais especificamente na área em frente ao famoso Hotel Burj Al Arab, o principal cartão-postal de Dubai. A praia tinha faixa de areia larga com águas limpas e calmas, ideais para um mergulho. Aqui poderá aproveitar para se refrescar no calor dos Emirados, curtindo o visual composto pelo belo prédio,  em formato de vela. ​Outro hotel localizado próximo e que também chamava bastante atenção era o Jumeirah Beach Hotel, que possuia em seu Complexo, o parque aquático Wild Wadi, outra atração que também poderia ser visitada. Depois de curtir a praia, siga para o Madinat Jumeirah, um Complexo que reúne cafés, restaurantes, lojas, hotéis e um souk tradicional. Foi criado ao redor de um canal artificial e era possível fazer um passeio de barco neste canal para curtir o cenário, que tem ao fundo o Hotel Burj al Arab.

A sugestão para a tarde e noite deste segundo dia era fazer um Safári, com jantar, no deserto dos Emirados. O passeio era longo, dura cerca de seis horas, e tem início no meio da tarde. A empresa de turismo busca o turista no hotel no horário previamente combinado e faz o transfer de ida e volta ao local do jantar. O tour começava com um Rally, pelas areias do deserto até chegar a um acampamento de beduínos, onde ocorrem apresentações de dança e outras atividades, além do jantar. Há várias agências que ofereciam este passeio

Terceiro Dia

 

​​O terceiro dia podia ser um bate-volta a Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes, que estava localizada a 150 km de Dubai, numa viagem que dura em torno de uma hora e meia. Entre as atrações turísticas que podiam ser visitadas na cidade, sugerimos pelo menos duas, o Ferrari World e a Grande Mesquita Sheikh Zayed. O Ferrari World, era o parque diversões da Ferrari, localizado na Yas Island, junto ao Circuito de Formula-1 de Abu Dhabi. Era um grande parque, repleto de atrações para todas as idades, inspiradas no mundo da Ferrari, incluindo duas montanhas-russas. Uma delas era a Fórmula Rossa, a montanha-russa mais rápida do mundo, que chegava a atingir 240 km/h.

Outra atração imperdível, em Abu Dhabi, era a Sheikh Zayed Grand Mosque, também chamada de A Grande Mesquita Branca,  a maior Mesquita dos Emirados Árabes. Era possível visitar seu interior, em determinados horários, mas mesmo que  não queira ou não consiga entrar, vale visitar seu pátio para registrar algumas fotos, pois a Mesquita era grandiosa e maravilhosa. No caminho entre uma atração e outra, aproveite para um giro pela cidade, passeando pela Corniche Road, a principal Avenida de Abu Dhabi, que possuia um grande calçadão e parques públicos. Dependendo do horário do retorno a Dubai, dava para visitar o Shopping Wafi Centre, localizado no centro da cidade, que apresentava todas as noites, um show de luzes e sons, com imagens projetadas na fachada externa do prédio. Se quiser conhecer  um vero hotel cinco estrelas, vá até o Emirates Pálace localizado na área central da cidade. Na primeira página deste descritivo sobre Abu Dhabi, havia bastante informação sobre este maravilhoso hotel.

 

Quarto Dia

O último dia em Dubai poderia começar com um passeio pela ilha artificial The Palm, mais precisamente no Resort Atlantis The Palm, um Complexo que reunia, além do hotel,  restaurantes, lojas e opções de lazer e entretenimento que poderiam ser visitadas pelos turistas, assim como um Parque Aquático e um Aquário gigante. Logo ali ao lado, estava o Parque Aquático Aquaventure, um programa para toda a família. Possuia tobogãs radicais, uma área infantil, corredeiras, praia artificial e uma praia natural e particular, com vista para a cidade de Dubai. Mesmo que não queira curtir as atrações do Resort, vá até o hotel, nem que seja para bater umas fotos e admira-lo, pois o prédio era muito bonito,  impressionava e mereckia o registro.

Saindo da ilha The Palm, o próximo local a ser visitado era a Dubai Marina, um dos bairros mais recentes da cidade, que reunia alguns dos maiores arranha-céus,  construídos ao redor de um grande canal artificial. O belo cenário formado por dezenas de super prédios,  representava toda a modernidade da cidade. Contornando o canal artificial, havia um grande calçadão chamado Marina Walk, que poderia ser o local para a opção de almoço, pois ao longo dele havia diversos restaurantes. Daqui partiam passeios de barcos, tanto durante o dia quanto à noite, com direito a jantar a bordo. ​Para finalizar o roteiro, a última parada sugerida era no Mall of the Emirates, o segundo maior shopping de Dubai, com centenas de lojas e muitas opções de alimentação. Um dos seus principais atrativos, era o Ski Dubai, uma grande pista coberta, de esqui, com direito a teleférico e muita neve artificial. Enquanto a temperatura externa estava na casa dos 50 graus, internamente ficava em menos 4 graus.

Os títulos nobres

Veja o significado de cada um e a diferença entre seus poderosos designados:

Emir

Designado pelo Califa, o Emir também escrito como amir, tinha origem na raiz árabe amr, que significava comando. A autoridade tinha um alto grau de nobreza nas nações árabes e em Estados turcos, e estava relacionada a um título essencialmente militar. Os ex-delegados provinciais designavam os atuais chefes-executivos do Qtar e do Kuwait e indicavam status de príncipes ou princesas, sendo comumente nomenclaturas incorporadas como os primeiros nomes de algumas pessoas.

Sheik

Era o título tradicional de um líder tribal beduíno nos últimos séculos, Sheik era um dos termos mais familiares do planeta e tinha sido utilizado nas mais diversas situações, porém era corretamente referido a um senhor que governa um território entre os muçulmanos. A nomeação poderia ser atribuída a autoridades religiosas ou políticas, bem como a um estudioso islâmico — termo de honra que homenageava a idade e a sabedoria.

 

Sultão

De origem árabe, o Sultão é a mais alta autoridade civil e tinha suas origens no termo aramaico sultana, que significava oder. Símbolo de força ou governo, o título equivalia ao status do Rei de um Estado Islâmico e passou a ser amplamente utilizado após o século X, chegando aos atuais territórios de Brunei e Omã (monarquia) e nas Filipinas, na Indonésia e na Malásia, pelas lideranças regionais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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