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DRESDEN - Galerias e os Museus - 2/3


 

 

Arquivo Josef Hegenbarth – Calberlastrasse, 2 -

 

O Fausto, de Goethe, a Arca de Noé, os contos de fadas de Grimm,  o Conto do Califa Cegonha, de Hauff, e as histórias de Heinrich Kleist. Josef Hegenbarth trabalhara em todos eles. Em sua casa em Dresden, onde vivera desde 1921, ilustrava os clássicos da literatura mundial. Com alguns traços rápidos de sua caneta, dera vida a cenas de cafés, animais exóticos em zoológicos e acrobatas de circo.  Hoje, a tinta nos pequenos frascos de vidro do seu estúdio já secaram  há muito tempo, mas, fora isso, os seus espaços de vida e de trabalho praticamente não mudaram desde a sua morte: ao lado de inúmeros livros ilustrados e dos desenhos e utensílios, a mesa onde trabalhava ainda estava de pé, com vista para a encosta do Rio Elba, em Loschwitz. Fora a sua viúva Johanna Hegenbarth quem doou o espólio do artista ao Kupferstich-Kabinett – com a condição de que fosse tornado acessível ao público.  Abria a visitas aos domingos das 15.00 às 18.00h.

 

Museu Alemão da Higiene -

Situado nas proximidades da Frauenkirche era um convite para vivenciar as pessoas e seus corpos. O empresário de Dresden e fundador da fábrica Odol, Karl August Lingner, fundara o Museu Alemão de Higiene em 1912, após a 1ª Exposição Internacional de Higiene realizada em Dresden, como um centro de educação pública para cuidados de saúde. O objetivo de Lingner era educar a população sobre uma higiene pessoal mais ampla e um estilo de vida que promovesse a saúde comunitária. Como parte da segunda exposição em 1930, o museu mudara-se para o prédio ontem está instalado. O estilo entre o neoclassicismo e a Bauhaus fora destruído na noite do bombardeio de 13 de fevereiro de 1945 e inúmeras exposições foram perdidas. Durante a era da República Democrática Alemã, a educação em saúde para a população continuava comparável ao Centro Federal de Educação em Saúde. Após a reunificação, o foco do museu fora ampliado para incluir questões sociais e culturais.

Museu Carl Maria von Weber -

Estava localizado em Dresden-Hosterwitz, perto do Castelo Pillnitz, era  um museu de música, instalado numa casa de veraneio que pertencera a um Enólogo. O compositor Carl-Maria-von-Weber ficara tão impressionado com esta casa de jardim, que alugara para si e sua família durante os meses de verão de 1818. Fora sua residência até 1824 e ainda hoje pode ser visitada como museu. As suas outras residências não eram conhecidas. Ao final do século XIX e na primeira metade do século XX, começaram a ser feitos esforços para preservar a herança cultural do compositor Weber para a posteridade, tendo a primeira exposição sido organizada no piso térreo em 1948. Era um memorial oficial desde 1957. O visitante também ficaria impressionado com a magnífica paisagem rural em torno de Hosterwitz, entre as encostas do Elba e do Elba de Dresden. Fora esta paisagem encantadora que levara Carl-Maria-von-Weber a se deixar impressionar e adquirir novas forças para compor. Ficara particularmente impressionado com o idílico Keppgrund, por onde  gostava de caminhar. Inspirado em todas as suas impressões, partes das óperas Der Freischütz, Euryanthe e Oberon foram criadas em sua casa.

 

Museu da Cidade - Landhausstrasse Eingang - Wilsdruffer Strasse, 2 -

Este prédio erguido entre 1770 e 1775, conforme os planos do arquiteto Friedrich August Krubsacius, era uma das obras arquitetônicas mais interessantes de Dresden. Em quatro salas, a exposição permanente contava com mais de 1.000 peças em exposição. Mais de vinte terminais de mídia e muitos recursos educacionais, criaavm uma variedade de maneiras de interagir com oitocentos anos de história na cidade. Várias instalações cinematográficas e um pequeno cinema ilustravam as mudanças aqui ocorridas ao longo do século passado. Abria para visitas às terças, quartas,  quintas, sábados e domingos das 10.00 às 18.00h. Nas sextas-feiras estendia até as 19.00h. e a entrada era gratuita. Nos demais dias cobravam uma taxa de 5 Euros por pessoa.

 

Museu da Energia - Wettiner Platz, 7 -

Destaque para as exposições especiais de Tubos, Transístores, Dispositivos e Raios e Proteção contra Raios, e também para antigas máquinas de escrever, disjuntores, contadores de eletricidade e dispositivos de medição, coleção de tubos, rádios, toca-discos, gravadores e televisores. O acesso era pela Hertha-Lindner-Strasse, perto da coluna Post Mile. Havia estacionamento limitado nas ruas circundantes e nas garagens em redor da Postplatz. Abria às 10.00h e a última entrada era às 14.00h.

 

Museu da História Militar – Olbrichtplatz, 2 -

Baseado nos planos elaborados pelo arquiteto Daniel Libeskind, o histórico prédio do Arsenal recebera um detalhe moderno na forma de uma ponta de flecha transparente, que rompia a fachada neoclássica como uma expressão de inovação já externamente visível. Distanciando-se das apresentações habituais da história militar, o novo conceito de museu voltava-se, para as causas e conseqüências da guerra e da violência. O foco era colocado na componente humana, em todos os medos, esperanças, paixões, memórias e aspirações, e em fatores como a coragem, a razão e a agressão, porque só seria possível compreender a guerra se a sua representação pudesse ser baseada na natureza humana. Com 20.000 m2. Com espaço para exposições internas e externas e um conjunto de 1 milhão e duzentas mil peças, era o maior museu de Dresden.

 

Não somos um museu leve, dizia Alexander Georgi, responsável pela assessoria de imprensa da instituição, demonstrando uma pontinha de orgulho. Segundo ele, o observador deveria estar em condições de formar sua própria opinião ao visitar o local. Era ele quem decidiria se queria mergulhar profundamente nos 700 anos de história militar alemã ou não. Era possível, por exemplo, abandonar a volta cronológica e se voltar mais para a economia da guerra, para a história das vítimas, para a tecnologia bélica. Havia, por exemplo, um grupo de armamentos da Idade Média, que surgiam da escuridão como fantasmas de uma batalha. Estavam também expostos 60 sapatos, resquícios do campo de concentração Majdanek – não, como de costume, jogados uns sobre os outros, como símbolo do extermínio nazista, mas dependurados isoladamente: eram sapatos em tamanho grande, pequeno, masculinos, femininos e infantis, que remetiam de imediato à existência das pessoas que um dia os calçaram.

 

Museu da Locomotiva a Vapor -

Estava instalado na antiga Estação Ferroviária Dresden-Altstadt, no sopé do Nossener Brücke, e proporcionava uma experiência ferroviária interessante e prática com a apresentação de vários modelos de locomotivas e vagões.

 

Museu da Pequena Fazenda  - Schullwitzer Strasse, 3 – Reitzendorf

Ficava na localidade de Reitzendorf, situada a 14 km de Dresden e um pequeno museu agrícola estava no centro da vila mostrando uma antiga fazenda típica da região, com prédios datados do século XIX. As visitas poderiam ser realizadas de abril a outubro das 9.00 às 16.00h e aos sábados e domingos das 13.00 às 17.00h. De novembro a março era de segunda a sexta das  10.30 às 16.00h.

 

Museu da Porcelana  - Meissen –

A fábrica Meissen fora fundada em 1710, pelo Eleitor Augusto - o Forte, da Saxônia. Tudo começara na cidade de Meissen, a 40 km de Dresden, com o “ouro branco” – a descoberta da porcelana de pasta dura, pelo alquimista da Corte Johann Friedrich Böttger em 1708. As criações de porcelana de Meissen têm causado admiração em todo o mundo há mais de 300 anos.

Museu das Telecomunicações - Hertha-Lindner-Strasse/Freiberger Strasse

Era uma organização sem fins lucrativos dedicada à preservação, manutenção e restauração do funcionamento de equipamentos de telecomunicações. As telecomunicações passaram a fazer parte das nossas vidas e aqui se poderia melhor entender como era a comunicação de longa distancia no passado e o visitante poderia experimentar a utilização de vários desses equipamentos.

 

Museu de Artes Decorativas

Estava localizado no Palácio Pillnitz, a residência de verão da Dinastia Real Saxônica. Reunia pinturas e grafismos, bustos de mármore e bronze, objetos preciosos e jóias, móveis e trajes, armas e armaduras, prataria e porcelana, arte popular e etnografia - com um total de doze museus, as Coleções de Arte do Estado de Dresden ofereciam uma temática única diversidade. Uma exposição mais famosa das Coleções de Arte do Estado era a Madona Sistina, de Rafael, uma das pinturas mais famosas de todos os tempos.

 

Museu de Arte Popular Saxônica e Coleção de Marionetes – Köpckestrasse, 1 –

Instalado no ambiente atmosférico do Jaegerhof, de 400 anos, poderá admirar a arte popular saxônica e uma das maiores coleções de teatro de marionetes do mundo. O passeio pelo museu oferece uma visão abrangente do fascinante mundo da arte popular e apresenta uma abundância de tradições antigas, bem como obras mais recentes e contemporâneas que ultrapassam a fronteira entre a vida cotidiana e a arte: encantadores objetos esculpidos das Montanhas Ore e os tecidos bordados da Lusácia, trajes luxuosos de Sorb e rendas intrincadas da região de Vogtland, móveis pintados, cerâmicas ricamente decoradas e uma coleção diversificada de brinquedos históricos.

 

A Coleção de Teatro de Marionetes instalada no andar superior era uma das maiores e mais importantes coleções do gênero no mundo, cujo acervo variava de marionetes e fantoches de feiras de 200 anos, a figuras de teatro da Bauhaus e itens do teatro de fantoches contemporâneo. A coleção fora criada pelo professor de Leipzig, Otto Link fora editor da primeira revista alemã sobre marionetes, e co-fundador da UNIMA, uma organização internacional de marionetistas, em Praga, em 1929. Atualmente estavam em preparativos de mudança para o Kraftwerk Mitte!, e poderá se beneficiar de grandes espaços de exposição no novo centro de cultura e economia criativa na antiga Central Elétrica Kraftwerk Mitte.

 

Museu de Ciência e Tecnologia –  Junghansstrasse, 1 – 3

Instalado num prédio com uma torre de 48 m. De altura, fora anteriormente uma fábrica de câmeras e lentes fotográficas, era local de negócios da Ernemann Works, mais tarde Zeiss-Ikon AG e VEB Pentacon – era considerado um dos prédios industriais mais significativos do século passado. Abrigava mais de 30.000 objetos da história industrial, técnica e cotidiana dos últimos 150 anos: câmeras e projetores, máquinas de escrever e de costura, rádios e televisores, instrumentos musicais mecânicos, processadores, computadores, máquinas domésticas, equipamentos científicos, bem como bem como numerosos produtos industriais fabricados na República Democrática Alemã. Na Torre Ernemann havia  um Café que proporcionava uma bonita vista da cidade . As visitas poderiam ser feitas de terça a sábado das 9.00 às 17.00h e aos sábados e domingos das 10.00 às 18.00h. O ingresso custava 5 Euros.

 

Museu de Desenho de Arte e Fotografia -  Taschenberg, 2 -

A fabricação de câmeras e a indústria do papel, a pesquisa em empresas e na Universidade Técnica, importantes estúdios fotográficos e extensas coleções - tudo isso moldara o significado histórico e internacional de Dresden como centro da fotografia. Arquivos, bibliotecas e museus da cidade recolhiam e preservavam os testemunhos desse patrimônio e também mostravam obras atuais. Centenas de equipamentos e milhões de fotografias eram aqui conservados, pesquisados ​​e disponibilizados ao público.

 

Os governantes saxões começaram a colecionar arte em papel desde o século XVI. Tratava-se menos de valor artístico e mais de construir uma espécie de centro de documentação de imagens, que unificasse conhecimentos e idéias sobre o mundo. Fora Augusto, o Forte, que dividira o acervo em vários museus especiais, em 1720, e além das coleções de ciências naturais e da biblioteca, fora criado o Kupferstich-Kabinett - como o mais antigo museu especial de arte em papel na língua alemã. Em 1899 fora fundado no Departamento de Arte Artística Fotográfica. O nacional-socialismo trouxera consigo uma grande perda para o acervo: 381 obras, especialmente de artistas expressionistas como Ernst Ludwig Kirchner, foram vítimas da campanha Arte Degenerada. Em 1940, parte da coleção fora realocadas e assim sobreviveram aos bombardeios em Dresden. Após a Segunda Guerra Mundial, o Exército Vermelho transportou 90% das imagens para a União Soviética, de onde a maioria delas regressara em 1958. Constava que ainda existiam cerca de 50.000 obras desaparecidas devido à Guerra desde 1945.

 

Museu de Arte - Wilsdruffer Strasse, 2 -

Conhecido também como Galeria de Arte, a exposição permanente no Museu de Arte Municipal proporcionava aos visitantes uma visão geral da arte de Dresden, do século XX e XXI, com obras de artistas como Eugen Bracht, Robert Diez, Hubertus Giebe, Ernst Grämer, Hans Grundig, Olaf Holzapfel, Kai Hügel, Eric Johansson, Hans Jüchser, Ralf Kerbach, Hans Körnig, Karl Kröner, Georg Lührig, Kurt Magritz, Wilhelm Müller, Hermann Naumann, Rudolf Nehmer, Dietrich Nitzsche, Charlotte Sommer-Landgraf, Robert Sterl, Erika Streit e Werner Wittig.

 

 

Museu de Instrumentos Matemáticos e Físicos – Theaterplatz, 1 -

Conhecido também como Sala de Matemática e Física fora fundada em 1728, durante o governo de Augusto, o Forte e era considerado um dos museus mais significativos do mundo dos instrumentos científicos históricos. O museu mais antigo do Palácio Zwinger em Dresden mostrava, de uma forma fascinante e inovadora, como o mundo era medido há séculos: aqui poderia ver e apreciar globos, relógios, máquinas, espelhos portáteis, telescópios e outros instrumentos científicos requintados que não só fascinavam pelo seu funcionamento, mas também pela sua beleza. As exposições podem ser observadas tão de perto que até as menores gravuras e ornamentos podem ser vistas. As animações permitiam  olhar para o interior e funcionamento dos objetos selecionados. Era cobrado ingresso no valor de 15 Euros.

 

Museu de Pré-história e História Antiga – Wasserburg, 6 –

Este extenso museu científico de pré-história e história antiga estava localizado na entrada da Torre de Menagém e Tribunal na cidade de Egeln.Apresentava informações sobre a história do assentamento de Egelner Mulde, desde o período Paleolítico até o início da história. Outras salas sobre a história da cidade e do castelo, uma sala de história local, uma sala de exposições especiais e a Torre de Menagém, de 36m de altura completavam a visita ao museu. Abria de terça  a sexta das 14.00 às 16.00h.

 

Museu de Tecnologia e Indústria  -  Junghanstrasse, 1-3 - Blasewitz

Estava instalado numa antiga fábrica com fácil acesso através do Tram. As informações eram no idioma alemão, o que dificultava o entendimento por parte dos visitantes em geral. Os visores de câmaras fotográficas históricas, e os escritórios em art deco, eram belíssimos. A subida ao topo da torre proporcionava  excelente vista da cidade.

 

Museu do Arsenal - Rüstkammer  - Taschenberg, 2 -

Magistralmente instalado no Palácio Residencial, reunia as maiores coleções mundiais de armamentos, cerimoniais, armaduras e têxteis históricos. Apenas cerca de 1.300 artefatos ficavam expostos, mas este número representava menos de 10% de todo este acervo. O Complexo do Castelo de Dresden funcionava das 10.00h às 18.00h, permanecendo fechado apenas nas terças-feiras.

Museu do Bonde  - Trachenberg Strasse, 38

Depois que a Tramways Company of Germany Limited operara o primeiro bonde elétrico em Dresden, em 1893, a cidade comprara o controle de toda a rede de bondes em 1905. Aproveite para reviver a época dos antigos elétricos, fazendo um passeio no vagão 309, de 1902. A empresa de transportes possuía uma bela coleção de veículos históricos, que foram restaurados, mantidos pelos amigos dos bondes da Associação do Bond Museum, na Trachenberg. Havia várias unidades históricas em demonstração, exposições, sinais de paradas históricas e uma sala de espera original e típica da cidade.

Museu do Castelo - Schlossstrasse, 24 –

O antigo Palácio Real era hoje uma grande atração cultural que abrigava algumas das coleções de arte mais antigas da Alemanha. Desde a reconstrução após o bombardeio a Dresden, em 1945, o castelo fora construído como o Palácio de Artes e Ciências. Após a Segunda Guerra Mundial, sua reconstrução tivera início, mas fora concluída somente em 2013 e apresentava muitos elementos modernos. Entre no saguão do visitante, no pátio do castelo, e admire o teto. A cobertura transparente e quadriculada protegia os prédios do pátio, de intempéries, mas ainda permitia que a parte exterior de pedra fosse iluminada pela luz natural. Abria de terça a domingo das 10.00 às 17.00h no período de abril a outubro e de novembro a março das 10.00 às 16.00h.

Museu do Romantismo  - Hauptstrasse, 13 –

Era um museu de arte, literatura e música. localizado na antiga casa do pintor Gerhard von Kügelgen. Era dedicado aos artistas da era romântica e suas obras. A exposição abrangia nove salas que mostravam a arte do final do século XVIII a meados do século XIX. O período romântico fora significativo para Dresden, pois importantes artistas trabalharam na cidade. Suas vidas e obras eram objeto deste museu, que abrangia filosofia, literatura, pintura e música da era romântica, bem como política e economia. Eram também referenciada como Casa Kügelgen.

Museu dos Transportes – Augustusstrasse, 1 -

Faça uma viagem pela história dos transportes e descubra como a mobilidade mudara ao longo do tempo e como influenciara na vida cotidiana das pessoas. As exposições permanentes incluíam ferrovias, rodoviárias, viagens aéreas e marítimas, narrativas sobre locomotivas históricas, automóveis de todas as épocas, clássicos e raridades das construções de motocicletas, bicicletas e magníficos modelos de navios e veleiros. O museu estava alojado no Johanneum, no Neumarkt, construído entre 1586 e 1590 e era um dos prédios mais antigos do museu.

 

Museu Erich Kästner  - Antonstrasse, 1 –

Apresentava o autor famoso de livros infantis, poeta, jornalista e homem da mídia como escritor exemplar do século XX. O conceito inovador do museu oferecia o máximo de informações com o consumo puramente baixo de recursos, com o qual os visitantes poderiam conquistar de forma divertida, o complexo mundo Kästner. Oferecia um método de transmissão de informações baseado em apresentações informais e autodeterminação. O micro museu interativo móvel era constituído pelo núcleo que, além da tecnologia multimídia, oferecia ainda espaço expositivo de originais e uma pequena biblioteca, com 13 colunas móveis equipadas com zonas de apresentação. Abria diariamente das 10.00 às 17.00h menos na terça-feira.

 

Museu Etnográfico – Palais Platz, 11 -

Com a fundação de uma Câmara de Arte, em 1560, o Eleitor da Saxônia, Augusto I, lançara as bases para a atual coleção do museu. Os objetos recolhidos por ele e pelos seus sucessores mostravam a necessidade de representações na Corte e a sua preferência pelo exótico e pelo curioso. O ano de 1875 era considerado o ano de fundação do museu. Abrigava uma coleção significativa de obras de arte não européias. Desde 1977, apresentava exposições temporárias no Palácio Japonês. Fora re-inaugurado em 8 de dezembro de 2016 e  seu acervo abrangia e mais de 100.000 objetos oriundos de todo o mundo.

 

Museu Ferroviário -  Zwickauer Strasse, 86 –

Estava localizado na Bahnbetriebswerk Dresden-Altstadt, uma antiga Estação onde existiam apenas algumas partes da instalação original. O acervo do incluia várias locomotivas a vapor, um guincho movido a bateria, dois guindastes ferroviários e um guindaste Ruge fixo, entre outros equipamentos e itens ligados a ferrovia.

 

Museu Kraszewski  - Nordstrasse, 28 -

Era o primeiro museu binacional da Alemanha e abrira suas portas em 1960, no cenário romântico da antiga residência do escritor polaco Józef Ignacy Kraszewski, que fora um dos personagens mais importantes da Polônia no século XIX. A exposição mostrava uma visão abrangente da vida deste autor versátil, juntamente com a história e cultura da Polônia durante a época em que vivera.

 

Museu Leonhardi -  Grundstrasse, 26
 -

Conhecido desde 1785 como Moinho Hentschel, fora comprado em 1879 por Eduard Leonhardi, aluno de Ludwig Richter. O falecido romancista usara esta casa como estúdio e museu até sua morte em 1905. Durante as décadas de 1970 e 80, ações e exposições politicamente ousadas foram realizadas aqui por artistas progressistas da República Democrática Alemã. O prédio agora abrigava exposições itinerantes de arte contemporânea e uma exposição permanente das obras de Leonhardi.

 

Museu Palitzsch   - Gamigstrasse,  24 -

A exposição permanente era dedicada à história de 7.000 anos de Prohlis, à vida e obra do agricultor e astrônomo Johann Georg Palitzsch e aos fundamentos da astronomia. A exposição mostrava os vestígios do período Neolítico na vila e posteriormente no conjunto habitacional de Prohlis, no sudoeste de Dresden. A vida e obra de Johann George ocupavam uma segunda seção.

 

Em 1758, Palitzsch fora o primeiro a redescobrir o cometa previsto por Edmond Halley e batizado em sua homenagem de Cometa Halley, causando grande entusiasmo nas Academias da Europa. Esta exposição revelava os fundamentos da astronomia de uma forma impressionante, relembrando a história da astronomia e avançando para as missões espaciais atuais. O destaque era um Planetário digital que para conhecê-lo era preciso prévia inscrição. Abria de quarta a domingo das 12.00 às 17.00h e o ingresso era de 5 Euros.

 

Museu Zwinger  - Sophienstrasse -

Chamava atenção pelo prédio que o abrigava, um belíssimo palácio em estilo barroco. Muito mais do que um museu, Zwinger era um Complexo de arte, sendo um dos maiores pontos turísticos de Dresden, principalmente para os interessados por sua história, que começava nas primeiras décadas do século VXIII, quando fora construído. Atualmente, nesse Complexo de arte, se encontrava diversos museus, como o Old Masters’ Gallery, que era o mais importante deles e guardava pinturas de grandes mestres como Raffael e Titian.

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