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CÓRDOBA  -  O Alcazar, a Mesquita e os museus -
Espanha  -  1/2

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ETIAS 2025 - Autorização para entrar na Europa

Anunciado em 2016, o  European Travel Information and Authorization System (ETIAS) — Sistema Europeu de Informação e Autorização — está cada vez mais próximo de ser concretizado. A nova regra de entrada de estrangeiros na Europa se baseia no sistema americano, com maior segurança e será válido, a partir de 2025 mas ainda sem data para início do procedimento. O sistema verificará as credenciais de segurança e cobrará uma taxa (atualmente divulgada como sete euros) dos viajantes que visitam os países-membros do Tratado de Schengen, para fins de negócios, turismo, médicos ou de trânsito. Os viajantes, que atualmente visitam a Europa sem Visto, podem entrar na UE e nos países-membros de Schengen, gratuitamente e sem qualquer triagem de segurança digital antes de sua chegada à Europa. Vale lembrar que o ETIAS não será um Visto, mas uma autorização de viagem para viajantes que não precisam de Visto Consular para visitar a Europa.

 

Um pouco de sua história

Córdoba fora o local de nascimento de três  grandes filósofos: o estóico Sêneca, em sua época romana, fora o primeiro. Averroes, era considerado por muitos o maior filósofo árabe, da Idade Média, e sua obra literária girava em torno de Aristóteles, definindo as relações entre religião e filosofia. Por último, o judeu Maimónides, filósofo, rabino, intérprete da lei hebraica e médico, publicara várias obras, em múltiplos campos do saber, das quais o Guia dos Perplexos, obra de filosofia aristotélica, baseada na Torá, conciliava o judaísmo com a razão.

 

A presença árabe na cidade estivera marcada por dois períodos. O primeiro era o Emirato de Córdoba, proclamado por Abderramán I, em 756 dC, no qual se tornava independente do centro da Dinastia, em Bagdá. Já o Califado, fora fundado por Abderramán III, em 929 d C. Durante o reinado de seu filho, Hisham II (976/1016), o grande protagonista fora o hayib ou Primeiro Ministro Almanzor, gênio militar que em várias batalhas mantinha os reis cristãos do norte em xeque, chegando a invadir León, Pamplona, Barcelona e Santiago de Compostela. Depois de sua morte em 1002, os problemas sucessórios levaram a uma guerra civil, que ocasionara a desintegração do Califado, em 1031 d C. Como resultado, surgiram os Reinos de Taifas, que devido à sua descentralização e fragilidade, fortaleceram os reinos cristãos e acelerando o processo de Reconquista. Em 1236, Córdoba era reconquistada para o Reino de Castilla y León, graças ao Rei Fernando III, El Santo.

 

Alcázar dos Reis Cristãos - Plaza Campo Santo de los Mártires -

Um dos principais monumentos desta época, era um prédio de aspecto militar, construído durante o reinado de Alfonso XI, de Castilla, sobre os restos do Alcázar árabe anterior.  Fora residência dos monarcas, em suas permanencias pela cidade, e os Reis Católicos, nele permaneceram durante oito anos, dirigindo da mesma, a campanha contra o último Reino Muçulmano de Espanha, o Reino de Granada. Em suas dependências, Cristóvão Colombo, solicitara os fundos para sua aventura marítima, em 1486. Numa das praças, estava a estátua de Cristóvão Colombo, junto com os Reis Católicos.

 

Depois da conquista de Granada (1492), os Reis Católicos cederam o imóvel às autoridades eclesiásticas, que o transformaram no Tribunal de Santo Ofício, perdendo seu ambiente de Palácio. Com a abolição do Tribunal da Inquisição, em 1812, fora transformado em prisão, até que em 1931, fora destinado a fins militares. Por fim, em 1955, fora cedido à Prefeitura de Córdoba e, atualmente era um Museu e Centro Cultural.

Um dos monumentos mais extraordinários que a arte hispano-muçulmana produzira no país, a Mesquita de Córdoba, posterior Catedral da Asunção de Nossa Senhora, era considerada o monumento islâmico mais importante do Ocidente. Declarada, juntamente com o centro histórico, Patrimônio da Humanidade, fazia parte da lista dos 12 tesouros do território espanhol.

Estábulos Reais de Córdoba -

‎O prédio estava localizado no ‎‎centro histórico‎‎ e fazia fronteira com o Rio ‎‎Guadalquivir, onde abrigavam os melhores garanhões e éguas da raça Real ‎‎de Cavalos Andaluz.‎‎ Sob Decreto de  Felipe II, em 28 de novembro de 1567, a raça de cavalo andaluz com padrões formalizados, foi criada, e um Estábulo Real fora estabelecido. O Rei encomendou a Diego López de Haro y Sotomayor, o Primeiro Marquês de El Carpio, para construir os estábulos em parte da área da Fortaleza de Alcazar. A marca continha um R para Real, dentro de um C para Córdoba, com uma coroa no topo do C; o selo Real fora colocado em cavalos produzidos nos Estábulos Reais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Judería

 

Vizinha à Mesquita-Catedral, a Judería de Córdoba, o bairro judeu da cidade, era um labirinto de ruas estreitas, casas pintadas de branco e muitos vasos com flores espalhados pelas vielas e pelas janelas, que encantavam os olhos de quem visitava a cidade. Caminhar pelas ruas e praças da Judería, era um grande atrativo, repleto de surpresas, para todo aquele que se deixavam levar pelas ruas estreitas e charmosas.

 

Mesquita - Catedral  - Calle Cardenal Herrero, 1 -

A Mesquita e Catedral de Córdoba, era um dos principais pontos turísticos da cidade e da Espanha; além de uma mistura incomum, como já sugeria o nome. Foi a segunda maior Mesquita do mundo em superfície, ficando apenas atrás da Mesquita de Meca. Mais tarde, em 1238, após a Reconquista Cristã de Córdoba, a Mesquita teve a sua consagração como Catedral, e seu primeiro Bispo era Lope de Fitero. Atualmente era de culto católico. O local foi declarado Bem de Interesse Cultural e Patrimônio Cultural da Humanidade.

 

Por volta dos anos 700 d.C, os árabes cruzaram o estreito que separava a Península Ibérica, da costa norte da África, e resolveram que ficariam por aqui mesmo. Então, batizaram a terra de Península de Al Andalus, construíram palácios, cidades e mesquitas, e se assentaram. A chamada ocupação moura, não encontrou muita resistência para tornar-se real – em menos de uma década, estava tudo dominado, e se prolongou por séculos, só tendo terminado definitivamente, em 1492. Tempo suficiente para deixar profundas marcas históricas, arquitetônicas e culturais. Os mouros se estabeleceram em boa parte do território da Espanha e Portugal, mas a comunidade autônoma da Andaluzia, no sul da Espanha, era sem dúvidas a que mais preservava as heranças desse período. Horários: Funciona de segunda a sábado, das 10.00h às 18.00h. Aos domingos e feriados religiosos, das 9.00 às 10:30h e das 14.00 às 18.00h.

 

Preços: Os bilhetes regulares podiam ser adquiridos no local e custavam 15 euros. Visitas guiadas deviam ser agendadas com antecedência no site oficial. A entrada era grátis entre as 8.30 e as 10.30h, quando aconteciam as missas. Não deixe de subir no Minarete, para ter uma vista da cidade, em especial da Juderia e do bairro árabe, e de passear pelo pátio das laranjeiras, a fruta que era uma marca registrada das cidades da Andaluzia.

Os Pátios

O tempo extremamente quente e seco de Córdoba, faziam com que a arquitetura das casas, já no tempo dos romanos, proporcionasse algum conforto para seus habitantes. Dessa forma, as casas foram concebidas com um pátio central e construídas ao redor desse espaço. O pátio funcionava como uma espécie de oásis, com abundante vegetação para aumentar a sensação de umidade. Todo ano, no mês de maio, acontecia a Fiesta de los Patios de Córdoba, um concurso para escolher o pátio mais bonito. Para o concurso, os pátios se enfeitavam com flores e plantas. Era uma competição tão emblemática que, em 2012 foi designada Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Ponte Romana

Construída no início do século 1 d.C, na época de dominação romana na cidade de Córdoba, a Ponte Romana ficava sobre o Rio Guadalquivir, e tinha uma extensão de 330 metros, aproximadamente. Era formada por 16 arcos, apesar de originalmente ter tido 17. Era bastante importante porque foi uma das formas principais para acessar a cidade, pela parte sul da Península Ibérica, e também por ser o único ponto para atravessar o rio sem necessidade de qualquer tipo de embarcação. No extremo sul da ponte, ficava a Torre de la Calahorra, uma torre de defesa. Já no extremo norte, ficava a Puerta del Puente, também chamada de Arco del Triunfo, que era uma das portas da antiga muralha.

Praças   -  

Havia diversas praças lindas, mas valia destacar uma em especial: a Plaza de la Corredera. Era um dos lugares mais emblemáticos da cidade, e um de seus principais pontos turísticos. Era a única praça, em formato quadrangular, de toda a Andaluzia, lembrando um pouco a Plaza Mayor, em Madri. Estava situada no centro da cidade, e a entrada e saída,  se fazia pelos chamados Arco Alto e Arco Bajo. Na praça, ficavam alguns prédios importantes: Mercado de Sánchez Peña e Casas de Doña Ana Jacinto.

Ruas de Córdoba  - Calleja de las Flores

Andando por Córdoba, era fácil encontrar ruas cheias de charme e decoradas com flores, que contrastavam com as paredes brancas do centro histórico. Uma das principais e que já se tornara um famoso ponto turístico, era a Calleja de las Flores, localizada em uma transversal da Calle de Velázquez Bosco, era super estreita, desembocava em uma das praças. O pavimento era em granito e começara a ser decorada em meados dos anos 50. Além de ser um lugar lindo, era também um dos cartões postais.

Onde dormir

Hotel Carpe Diem - $$ - Calle Barroso, 4 - 

Estava localizado no centro histórico. No alto do hotel, tinha um terraço que permitia apreciar a cidade e sua Mesquita. Os quartos, com decoração moderna, contavam com ar condicionado e banheiro privativo e com  amenities. Oferecia conexão WiFi gratuita.

Hotel Córdoba Centro - $$$ - Calle Jesús María, 8 -

Ficava no antigo Bairro Judeu, onde estavam algumas das referências mais bonitas, como a Mesquita de Córdoba, localizada a poucos passos do hotel, a Plaza de las Tendillas, e a principal área comercial e de entretenimento. As estações de trem e rodoviárias,  ficavam a 15 minutos a pé. Um estacionamento público, estava disponível nas proximidades.

Hotel Don Paula - $$ - Plaza de Pineda, 2 -

Era simples e também estava localizado no centro histórico, próximo da Mesquita. Seus 10 quartos, decorados com móveis de estilo antigo, contavam com ar condicionado, Tv HD, Wi-Fi grátis, banheiro privativo, frigobar, e uma pequena saleta.

Hotel Tryp Córdoba -  $$$Av. de Medina Azahara, 7 -  

Era um moderno hotel da rede Tryp,  localizado estrategicamente entre a Estação de Trens e o centro histórico. Dispunha de  quartos amplos, com decoração moderna e elegante, além de conexão WiFi gratuita.

La Llave de la Judería - $$$$ - Calle Romero, 38 -

Era um pequeno e charmoso hotel, situado no centro histórico. Localizado no coração da Judería,  tinha nove quartos. com decoração clássica. Todos os quartos contavam com frigobar, secador de cabelo, roupão e amenities, além de conexão WiFi gratuita. 

Gastronomia

O prato típico era o Salmorejo, uma espécie de sopa fria, muito comum na região da Andaluzia. A receita incluia tomate, azeite virgem extra, alho, sal e pão. Tudo batido e por cima, se decorava com ovo picado e alguns pedaços de presunto, o famoso jamón ibérico. O prato tinha tanta fama, que havia um dia em sua homenagem, 24 de Abril – dia do Salmorejo Cordobés. Por ser um prato frio, a melhor época para experimentá-lo era nos meses mais quentes. Era servido como entrada. Depois vinha o restante da comilança!

       Onde comer

       

       Bar Santa Marina - Calle Mayor de Sta. Marina, 1 -

Era tão antigo que se colocar o nome no Google Maps ele não apareceria. Mas ele existia e ficava em frente a Igreja de Santa Marina, no centro histórico. De sua pequena cozinha saiam todos os clássicos espanhóis, incluindo uma tortilha, feita inteiramente do zero todos os dias. Era mais bem apreciado se acompanhado de um vermute (uma bebida favorita aqui), enquanto se examinava as paredes cobertas com pôsteres amarelados, de touradas do início do século XX, e fotos desbotadas de uma Virgem Maria chorando. Era um clássico da boemia cordobesa.

 

Bar Santos - Calle Magistral González Francés, 3 -

Era recomendado por fazer as melhores e maiores tortilhas da cidade. Enquanto muitos outros bares poderiam justificadamente alegar ser rivais na primeira contagem, nenhum outro lugar os tornava tão grandes quanto este bar. Exibidas com orgulho nas janelas do bar, que ficavam de frente para a parede leste da grande Mesquita-Catedral, elas pareciam gordos pneus amarelos. Como nem o turista mais faminto comeria uma inteira, eram servidas numa grossa fatia num prato de papelão, com um garfo de plástico. O costume era degustar na rua, acompanhado de uma cerveja ou um vinho.

 

Bodegas Campos - Calle Lineros, 32 - 

Um dos restaurantes antigos e famosos daqui, era uma visita obrigatória se quizesse comer e beber com os habitantes locais, em um ambiente tipicamente andaluz. Um labirinto de quartos charmosos, pátios e corredores divididos em vários níveis, servia pratos tradicionais da Andaluzia. Acompanhe a sua comida com um copo do seu próprio Montilla - o vinho doce favorito da cidade - para uma verdadeira experiência gastronômica.

Bodega Guzman – Calle Judios, 7

Era um bar e restaurante de tapas, com ênfase para a cozinha espanhola e mediterrânea. Este era o lugar para provar a bebida local, montilla - um vinho branco seco da região. Autêntica e simples, esta era uma visita obrigatória na cidade antiga. Eles serviam tapas e vinho, direto do barril. A decoração colorida e uma sala que celebrava a história local das touradas, contribuiam para a experiência!

Bodega San Basilio - Calle San Basilio 29 esquina Calle en Medio – 

Sua cozinha era espanhola e mediterrânea, e também oferecia algumas opções vegetarianas. Quando estiver circulando pelos Páteos, encontraria esta Bodega. Era muito bem recomendado pelos locais!

El Tercio Viejo Calle Enrique Redel, 19 -

Estava situado na mesma rua do Palácio de Viana - a atração principal da Feria de los Patios - era um pequeno bar que servia alguns dos melhores e mais baratos tapas do bairro. Praticamente não havia espaço interno, então os clientes rapidamente enchiam o pequeno terraço externo para desfrutar de tapas e cervejas geladas, enquanto assistiam o mundo passar na rua movimentada que descia para Viana. Não saia sem antes experimentar um copo cheio de caracóis - o lanche da assinatura do Viejo.

 

Gallego's - Calle Alhaken II, 12 – 

Preparava o melhor lombo assado na brasa e o  Solomillo na madeira de Encino era o melhor prato do cardápio. A apresentação, gosto e ambiente eram ótimos. O proprietário chegava à sua mesa, para cumprimentá-lo neste restaurante familiar, que tinha uma atmosfera e decoração de pescadores. Os preços também eram bons. Altamente recomendado.

Garum 2.1 - Calle San Fernando, 122 -

Era um gastrobar badalado, localizado no final da Calle San Fernando, uma das ruas mais movimentadas da Cidade Velha. Além dos pratos típicos regionais, oferecia especialidades da cozinha européia e mediterrânea. O serviço era tão elogiado quanto a comida.

Taberna Gongora - Calle Conde de Torres Cabrera, 4 -

Excelente comida e atendimento. Para fugir da muvuca turística, e conhecer um pouco dos habitantes do local. Ficava um pouco afastada do centro histórico, mas talvez por isso, também era muito frequentada. Sua cozinha, também era focada na culinária espanhola e mediterrânea.  Serviam excelentes tapas.

 

Taberna La Montillana Calle San Alvaro, 5
Se quiser experimentar um dos melhores salmorejos cidade, a pedida era aqui. Sua cozinha misturava com um cardápio mais elaborado. O atendimento era  excelente, e os preços eram condizentes com a qualidade. Experimente as sobremesas caseiras. Era um lugar recomendado para um jantar familiar ou mesmo para um cenário romântico.

Breve roteiro de visitas

Primeiro dia

 

Com pouco tempo de viagem, a sugestão era buscar um dos Free walking tours, um tipo de passeio permitia que, em duas horas e meia, apreciasse o panorama histórico da cidade, passando pelas principais ruas e atrações. O tour começava todos os dias às 10.30h, na Plaza Tendillas, situada na parte comercial. Circulava pelas ruínas romanas, Plaza de la Corredera – a antiga Plaza Real, que hoje era um point de encontro local; pela Puerta de Amodóvar e pela Judería – incluindo uma paradinha na Calleja de Flores, o beco sem saída mais bonito da cidade e por um Spa de banho árabe e a Ponte Romana.

 

Terminado o passeio, escolha um restaurante na Judería, para almoçar  ou nas redondezas da Mesquita-Catedral, e depois siga para visitar a grande estrela do dia (10.00 as 18.00h ). Espere gastar cerca de uma hora, percorrendo os corredores de arcos vermelho e branco, capelas e a impressionante nave que deixava claro a mistura de influências cristã e árabe desta imponente Catedral. Depois, percorra com mais calma as ruelas da Cidade Velha e busque conhecer algum Pátio Andaluz, aqueles jardins internos, que eram típicos da arquitetura árabe. Em Córdoba, eles eram motivo de orgulho para seus proprietários, que faziam questão de mantê-los muito bonitos. À noite, escolha um dos restaurantes da Cidade Velha para  apreciar também um pouco dos bailados e músicas flamencas.

Segundo dia

Pela manhã, caminhe às margens do Rio Guadalquivir, até a ponte Romana e atravesse até a Torre de la Calahorra. A vista da ponte para o centro histórico, era bem bonita e rendia ótimas fotos, com a Mesquita ao fundo. Subir a Torre, também valeria e proporcionava uma bela vista do rio.

Na parte interna, ficava o Museu Vivo de Al-Andalus, ótimo para conhecer um pouco mais sobre a presença moura na Andaluzia, e a vida na cidade na época em que os muçulmanos, cristãos e judeus conviviam em uma complexa dinâmica social. Termine a travessia da ponte, compre algo para comer do outro lado do rio ou almoce por ali mesmo, sentado ao ar livre, próximo às margens do Guadalquivir. Na parte da tarde, reserve tempo para outra importante atração: o Alcázar de los Reyes Cristianos. Construído em estilo mudejar – de influência moura, após a reconquista cristã. O Alcázar era outro exemplo arquitetônico, que guardava marcas das duas culturas. Servira de residência para Isabel de Castela e Fernando II de Aragão, no século XV. A exemplo do que se via em todos os palácios árabes, os jardins do Alcazar eram provavelmente a parte mais impressionante e abrigavam estátuas, de todos os Reis que já passaram por aqui.

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