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GUIMARÃES  - Portugal  -  Berço da nação lusa

Situada no Distrito de Braga, a apenas 55 km da cidade do Porto, a pitoresca cidade de Guimarães, era um dos mais importantes destinos históricos de Portugal. O primeiro Rei de Portugal, Dom  Afonso Henriques, escolhera esta antiga cidade romana como capital do Reino de Portugal, após sua vitória na Batalha de São Mamede, em 1128. Era reconhecida como Berço da Nação, e um local fascinante para visitar, com  seu histórico Castelo e um bem preservado bairro medieval. A cidade fora classificada como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2001.

A cidade era um labirinto de vielas sinuosas, ladeadas por casas antigas decoradas com estatuária que conduziam à bela praça principal, o Largo da Oliveira, e ao antigo Palácio Ducal. A melhor época para apreciar o ambiente medieval de Guimarães, era a primeira semana de Agosto, durante a qual se celebravam as Festas Gualterianas, que se realizavam desde 1452, como um importante mercado de artesanato de estilo medieval, feira de artes e animado desfile de trajes típicos pelas pçrincipais ruas da cidade.

ABVP Travel Fest 2024 - Teatro Jordão 

O próximo ABVP Travel Fest, o grande evento anual da ABVP – Associação de Bloggers de Viagem Portugueses, será realizado em 11 e 12 de maio de 2024, em Guimarães.  Depois do sucesso das duas primeiras edições, a Câmara Municipal  aceitara  o convite para acolher o festival, que acontece no Teatro Jordão, um grande espaço revitalizado da cidade-berço.

​Referências históricas e turísticas 

Antigos Paços Municipais

Por cima das arcadas que ligavam a Praça de São Tiago ao Largo da Oliveira, encontrava-se o prédio dos Antigos Paços do Concelho, onde tomavam assento os homens que governavam a cidade. A sua construção teria iniciado no século XIV, prolongando-se até meados do século XV, época em que reinava D. Afonso V. Entre os séculos XVI e XVIII o prédio passara por várias reformas. Mais tarde, em 1877, era colocada na sua fachada a escultura de um guerreiro, proveniente do antigo prédio da Alfândega. Segundo a tradição, este guerreiro simbolizava o duplo contributo dos guimaranenses, nas conquistas realizadas na África.

 

Casa da Memória - Av. Conde de Margaride, 536 –

Era um centro de interpretação e conhecimento que expunha, interpretava, refletia e comunicava testemunhos materiais e imateriais, que contribuiam para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães e de seu povo. Era um lugar de encontro da comunidade com o exterior e da comunidade consigo própria, que propunha uma visão múltipla, diversa e não linear do passado, presente e futuro de Guimarães.

Na Casa da Memória poderia encontrar histórias, documentos, fatos e objetos que permitiam conhecer diferentes aspectos da comunidade guimaranense, através de um largo arco temporal: da pré-história à fundação da nacionalidade, das sociedades rurais e festividades, à industrialização do Vale do Rio Ave, e à contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da história era ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas.

​Capela de São Miguel do Castelo -  Rua Conde Dom Henrique, 3 - 

Nesta capela da Igreja de São Miguel da Oliveira, contava a lenda que fora onde ocorrera o batizado do primeiro Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques. O templo datava do século XIII, ainda guardava sua pia batismal,  que fora utilizada na cerimônia. A entrada era gratuita e a capela abria das 09.30 às 18.00h.

Castelo de Guimarães Rua Conde Dom Henrique - 

A imponente Torre de Menagem do Castelo de Guimarães, dominava todo o horizonte. O Castelo, em forma de escudo, fora construído no século X para proteger a cidade dos invasores, e ampliado no século XII, passando a ser usado como Arsenal e Palácio. Segundo a história, o primeiro Rei de Portugal teria nascido aqui. Os visitantes podiam caminhar ao longo das muralhas e visitar a pequena Capela Românica de São Miguel.

Depois da Reconquista Cristã, o Castelo fora outorgado no século IX a um cavaleiro de origem castelhana, chamado Diogo Fernandes. Uma de suas filhas, Mumadona Dias, casara com Hermenegildo Gonçalves, e mais tarde governara desde o século X até XI. Mumadona tornara-se uma figura muito importante na história da cidade, já que depois de possuir vários domínios, os dividira entre seus filhos e fundara um Mosteiro, ao qual mais tarde doara terras, gado, objetos e rendas. A partir do século XV, o Castelo perdera suas funções defensivas e mais tarde, suas dependências começaram a abrigar uma Cadeia Municipal. Segundo constava nos registros, fora em Guimarães que nascera o primeiro Rei de  Portugal, D. Afonso Henriques.

Centro Internacional das Artes José de Guimarães - Av. Conde de Margaride, 175 –

Inaugurado a 24 de junho de 2012, o CIAJG encontrava-se inserido na Plataforma das Artes e da Criatividade, um projeto infra-estrutural de transformação do Antigo Mercado de Guimarães, num espaço multifuncional. O CIAJG era uma estrutura dedicada à arte contemporânea e às relações que esta tecia com artes de outras épocas e diferentes culturas e disciplinas. Agregava peças das três coleções que José de Guimarães vinha reunindo há cerca de cinco décadas – Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga –, obras da autoria do artista e de outros contemporâneos e objetos do patrimônio popular, religioso e arqueológico, num roteiro espiritual e simbólico que descrevia um arco geográfico e temporal que tinha origem na sua terra natal, a cidade de Guimarães e que atravessava civilizações de três continentes com culturas ricas e complexas, para regressar ao lugar de origem.

De autoria do atelier Pitágoras Arquitetos, o projeto arquitetônico da Plataforma das Artes e da Criatividade, onde se localizava o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, tinha sido distinguido com diversos prêmios. Em 2012, ganhara o Prêmio Internacional de Arquitetura Detail Prize 2012, da revista alemã de arquitetura, com o mesmo nome. Em 2013, recebeu o Prêmio Nacional de Reabilitação Urbana, na categoria de Impacto Social, e fora distinguido com o prêmio Red Dot Design Award 2013, na categoria Best of the Best. Em 2015 ganhara o prêmio The Plan Award 2015, na categoria Cultura.

Igreja de São Miguel do Castelo - Rua Conde Dom Henrique, 3 -

Havia sepulturas subterrâneas de guerreiros da época da Independência portuguesa. Estava  localizada entre o Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques e podia ser visitada. A entrada era grátis e a igreja estava aberta entre 10.00 e 18.00h. Ficava fechada no Natal, no Ano Novo, na Páscoa e no dia 1º de maio.

​Igreja de Nossa Senhora da Oliveira -   Largo da Oliveira, 8 - 

Era também chamada de Colegiada de Guimarães e um dos exemplares da arquitetura gótica no norte de Portugal. Antigamente era um Mosteiro pré-românico, fundado por Mumadona Dias, no ano de 949. Depois, para protege-lo, fora erguida uma fortificação, onde hoje era o Castelo de Guimarães. Durante o século XIV, a Colegiada se tornara um importante centro de peregrinação. Fora considerado Monumento Nacional, em 1910. A  igreja tinha entrada gratuita e funcionava de segunda a sábado das 08.30 às 12.00h e das 15.30 às 19.30h. Aos domingos, estava aberta das 9.00 às 13.00 e das 17.00 às 20.00h.

Igreja de São Guálter - Largo de São Brás, 42 -

Ficava numa das pontas do largo e fora construída no século XVII, também era conhecida como Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos. A igreja tinha entrada gratuita e permanecia  aberta de segunda a sábado, das 07.30 às 12.00h e das 15.00 às 17.00h  e aos domingos, das 7.30 às 12.00h.

Largo da Oliveira – Centro Histórico

Depois de visitar as atrações do Paço dos Duques, caminhe pelas ruas estreitas do Centro Histórico de Guimarães. Ao longo do caminho até o Largo da Oliveira, encontraria pequenas praças e prédios históricos. Aqui havia várias lojinhas, Cafés e restaurantes.

Largo do Brasil -

No caminho de volta para a Estação de Trens, estava o Largo do Brasil com  um grande jardim com uma bela fonte e mais adiante a Igreja de São Guálter.  

Largo do Toural -

Considerado como o coração da cidade, era um local que, séculos atrás, ficava fora dos muros que protegiam a cidade Era onde se realizavam feiras, principalmente para a venda de gado. Depois de várias reformulações, o Largo se transformara em uma praça com um belo chafariz. Era onde estava um símbolo muito fotografado por turistas: a frase Aqui nasceu Portugal ,  inserida num  grande muro de pedra.

​Monte da Penha

Era a parte mais elevada de Guimarães, e desde seu topo tinha-se uma belíssima visão da cidade e do mar. No topo, ficava a estátua do Papa Pio IX. O Monte da Penha estava muito bem estruturado, havendo equipamentos como parque de campismo, campo de mini golfe, áreas de passeio, monumentos, mirantes e grutas. Para chegar, usava-se o Teleférico que custava 5€. Abria todos os dias das 10 h às 17 h 30 de novembro a março. Em abril, maio e outubro, abria das 10.00 às 18.30h, e em junho, julho e setembro das 10.00 às 19.00h, e em agosto das 10.00 às 20.00h.

​Mosteiro de Nossa Senhora da Oliveira Largo da Oliveira, 9 -

A igreja fora fundada por D. Afonso Henriques, e restaurada no reinado de D. João I para comemorar sua vitória na Batalha de Aljubarrota, em 1385. Famosa pela torre com ornamento em estilo Manuelino, a igreja era também conhecida por uma curiosa lenda local, segundo a qual teria sido plantada à sua frente uma oliveira, para fornecer azeite para as lâmpadas do altar. Entretanto, a árvore acabara por secar e morrer. Mais tarde, um comerciante colocou uma cruz no local e a oliveira recuperara milagrosamente a vida!

Museu de Alberto Sampaio -  Rua Alfredo Guimarães - 

Criado em 1928, se dedicava a abrigar as coleções da já extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, além de outras igrejas e Conventos de Guimarães. Ficava no centro histórico da cidade, no mesmo local onde a Condessa Mumadona instalara um Mosteiro, no século X. O Museu preservava uma das mais valiosas coleções de arte sacra, azulejos, prataria e escultura do país. Eram de particular interesse a túnica em cota de malha, supostamente usada pelo Rei D. João I, na Batalha de Aljubarrota e um tríptico em prata, representando a Visitação, a Anunciação e o Nascimento de Cristo. Abria de terça a domingo das 10.00 às 18.00h. A entrada custava 5€, e no primeiro domingo de cada mês a entrada era gratuita.

Museu Arqueológico Martins Sarmento -  Rua Paio Galvão, 2  -

A Sociedade Martins Sarmento era uma instituição cultural, fundada em 1881, e seu valioso e diversificado patrimônio incluia o Museu Arqueológico Martins Sarmento, principal referência da cultura castreja em Portugal, e um dos mais importantes museus de todo o espaço europeu onde se manifestava aquela cultura. Fora instituído em 1885, com o espólio reunido por Martins Sarmento, nas prospecções que realizou na Citânia de Briteiros, no Castro de Sabroso e em inúmeros sítios arqueológicos do Noroeste de Portugal. Ao longo do tempo, fora enriquecido com os achados de escavações que promovia, e com diversos legados, possuindo hoje um acervo ímpar no contexto da Cultura Castreja, do noroeste peninsular.

Instalado no claustro gótico de São Domingos,  o museu possuia uma boa coleção de arqueologia pré e proto-histórica, epigrafia, numismática e no núcleo de arte contemporânea havia uma coleção de pintura da 1ª metade do séc. XX. Uma das peças mais importantes, era uma estela funerária conhecida por Pedra Formosa, que por iniciativa do Dr. Martins Sarmento, fora trazida para o museu em 1897.  Abria de terça a sábado das 9.30 as 12.00h  e das 14.00 as 17.00h. Aos domingos das 10.00 as 12.00h e das 14.00 as 17.00h. A entrada custava 2€. 

Museu da Cultura Castreja –  Rua do Solar – Briteiros – São Salvador –

Estava instalado no Solar da Ponte que era propriedade da Sociedade Martins Sarmento, num prédio cuja construção remontava ao século XVIII e que servia de residência à família de Francisco Martins Sarmento. Este respeitado Investigador, que alcançara nível de destaque europeu, tinha a Arqueologia e a História como uns dos seus principais interesses, tendo estudado as ruínas de uma cidade a que chamavam de Citânia. Era o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, cultura autóctone que existia apenas no noroeste peninsular, constituindo-se como matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica. O museu evidenciava a importância dessa cultura.

​Museu do Convento de Santo Antônio dos Capuchos - Rua Paio Galvão -

Criado pela Santa Casa da Misericórdia, em 2008, a fim de manter o interesse e conservação de seu patrimônio artístico e cultural. Ficava localizada na Colina Sagrada, num prédio que ocupava o mesmo espaço, onde fora construído o Convento no século XVII, comprado em 1842 pela Misericórdia. Abria todos os dias das 10.00 as 17.00h. A entrada custava 4€.

​Museu José Guimarães -  Rua Conde Dom Henrique -

Fora pintor e escultor importante, e este Museu fora criado para dedicar seu espaço às obras do artista. Estava localizado em uma das alas do Paço dos Duques de Bragança. Abria das 10.00 as 18.00h.

Paço dos Duques de Bragança -   Rua Conde Dom Henrique, 3 -

O Palácio fora construído no século XV, a pedido de Dom Afonso, como presente para sua amante, para que quando estivessem juntos, tivessem uma residência luxuosa. Tinha estilo borgonhês, refletindo os gostos do Duque, adquiridos em suas viagens pela Europa. Mais tarde, os Duques se mudaram para o Paço Ducal de Vila Viçosa, no Distrito de Évora. Já na época do ditador Salazar, o lugar era residência oficial da Presidência. Era possível visitar o Paço dos Duques e alguns de seus quartos. Algumas salas  eram um verdadeiro museu, com  grande acervo de  tapetes persas, flamencos, e   pinturas. Os vitrais   eram   deslumbrantes,  assim como o teto da sala de banquetes, reproduzindo o casco virado de uma Caravela. Era uma visita que devia ser realizada e que mostrava a riqueza da época, além de contar um pouco sobre os costumes e história daqueles anos.

​Paço Ducal -  

Construído no século XV, pelo primeiro Duque de Bragança, este impressionante prédio fora abandonado e acabara em ruína, sendo restaurado durante a ditadura de Salazar. O museu e as salas principais abrigavam belas peças de mobiliário renascentistas, soberbas tapeçarias flamencas e tapetes persas. O Palácio estava classificado como Monumento Nacional, e hoje era utilizado como residência oficial do Presidente da República.

Plataforma das Artes e Criatividade   Av. Conde Margaride, 175 -

Funcionava como um projeto para transformar o Antigo Mercado, em um local onde havia uma variedade de funções ligadas às artes, cultura e também atividades econômicas e sociais. Em 2012, o prédio conquistara o Prêmio de Arquitetura Detail Prize 2012, além de outros prêmios, que foi ganhando ao longo dos anos. Funcionava de terça a domingo das 10.00 as 13.00 e das 14.00 as 19.00h. O preço da entrada era de 5€ para adultos. As crianças até 12 anos não pagavam, e aos domingos de manhã (entre 10.00 e 12.00h ) a entrada era gratuita.

​Rua de Santa Maria -

Fora uma das primeiras ruas abertas na cidade, no século XII. Antigamente servia de ligação entre o Convento Santa Clara e o Castelo. No local ainda havia vários pontos arquitetônicos que remetiam ao passado, como a Casa do Arco, a Casa Gótica dos Valadares de Carvalho, entre outros.

Santuário da Penha – Varanda de Pilatos - 

Era um exemplar único da arquitetura religiosa de Marques da Silva. Em 1930, o reconhecido arquiteto, um verdadeiro amigo da Penha, ficara incumbido do projeto e da escolha do local de sua implantação. Os trabalhos de regularização do terreno começaram em 6 de Agosto do mesmo ano. Inaugurado em 1947, era um monumento de singular beleza e valia arquitetônica e religiosa.

Considerado como a obra prima do arquiteto Marques da Silva, em carta manuscrita, em posse da Irmandade, datada de 11 de Maio de 1930, o arquiteto  exprimia o seu pensamento do seguinte modo: Gostaria de fazer qualquer coisa própria e adequada, expressiva e moderna. Precisaria ser um prédio com caráter particular, muito próprio da situação que ocupava e muito especial para que pudesse ser visitado, com interesse igual ao que arrasta lá acima à montanha da Penha, os que vão admirar e estranhar a natureza, antes uma natureza estranha.

Teleférico - Rua Cônsul Aristides Sousa Mendes, 37 -

Ligava o Centro Histórico e a Montanha da Penha. Um bilhete de ida e volta custava em torno de 10 Euros e o passeio durava cerca de 10 minutos.  Aproveite para conhecer a Montanha da Penha, uma grande área verde que abrigava um santuário, restaurantes, bares e áreas de piquenique e um campo de mini-golfe.

​Outras sugestões para visitar

  • Capela de São Miguel Monte Latito

  • Citânia de Briteiros

  • Convento de Santa Clara

  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo

  • Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos

  • Largo da Oliveira

  • Largo do Toural

  • Montanha da Penha

  • Muralhas

  • Penha de Guimarães

  • Praça de Santiago

Curiosidades do Teleférico

 

Constava ter sido o primeiro Teleférico a funcionar em Portugal, no ano de 1995, fazendo a ligação entre a cidade e a Montanha da Penha, chamado também de Teleférico da Penha. O percurso tinha cerca de 1700 m. e era feito a uma altura de 4m, quando chegava ao local de culto a Nossa Senhora do Carmo da Penha, um Santuário muito visitado no norte do país. Eram 40 cabines para visitantes, além de cabines apropriadas para o transporte de bicicletas e demais equipamentos. No inverno, funcionava sextas, sábados, domingos e feriados das 10.00 as 17.30h, entre 1o de novembro e 31 de março. No verão, operava quase todos os dias. Em abril, maio e outubro, abre das 10.00 as 18.00h; em junho e julho abria às 10.00 todos os dias e fechava de segunda a sexta às 19.00h e aos sábados, domingos e feriados as 20.00h. Em agosto abria das 10.00 as 20.00h e em setembro das 10.00 as 19.00h. O teleférico partia a cada meia hora, com parada de manutenção na primeira segunda-feira de cada mês. O bilhete normal de ida e volta custava 10€, e só a ida custava 6€. As crianças entre 4 e 11 anos pagavam 3€ no bilhete de ida e volta e 2€ no bilhete de ida. A Estação ficava na Rua Aristides Sousa Mendes, 37. 

Onde dormir

​Hotel Fundador - $$$ - Av. Don Afonso Henriques, 740 -

Os quartos eram modernos, arejados e confortáveis, dotados de televisão LCD por satélite, cofre e frigobar e banho completo. O bar, situado no último piso, servia vinhos portugueses e drinques. O café da manhã era tipo buffet e também podia ser servido no quarto. Em seu entorno, havia vários restaurantes recomendados, que serviam pratos tradicionais do Minho.

​Hotel ibis Guimaraes - $$$ - Av. Conde Margaride, 12 -

Estava localizado na área  central, ao lado do Centro Comercial ( Shopping Center ) e a 15 minutos a pé do centro histórico. Possuia quartos com acesso gratuito a Wi-Fi, ar condicionado, frigobar e mesinha auxiliar. A lanchonete funcionava 24 horas.

Pousada Mosteiro – $$$$$ - Largo Domingos Leite de Castro, Lugar da Costa -

Localizada em um antigo Mosteiro Agostiniano do século XII, tinha vista para a cidade. Os quartos dispunham de comodidades modernas, excelentes camas, ar-condicionado e TV a cabo. Tinha uma boa piscina e oferecia estacionamento gratuito. Servia um excelente café da manhã para hóspedes e não hóspedes, servido no grande salão onde funcionava a Adega e o Celeiro do antigo Mosteiro.

Onde comer

Berço dos Bifes - Largo da Misericórdia, 9 -

O cardápio apresentava as melhores carnes da região,  e provavelmente uma das melhores em Portugal. A parede do fundo do restaurante fazia parte de uma muralha antiga. Experimente o bife com farofa de broa e bacon e peça o Pijama, um doce de calda para partilhar com o grupo.

Café Oriental – Largo do Toural, 11 -

Muito bem localizado, no coração da cidade, oferecia um excelente buffet e opção a la carte. Surgira em 1925, apresentando uma decoração de influência egípcia, considerada muito arrojada para a época. Em pouco tempo de atividade, acabara fechando as portas e sumindo com a decoração. Atualmente funcionava no mesmo local e mantinha o tradicional nome, mas sem sua exótica decoração original.

Casa Amarela Largo de Donães, 24 -

Oferecia culinária típica portuguesa e internacional. Prove o camarão ao alho e laranja e a bochecha de porco no vinho tinto, e de sobremesa, a mousse de chocolate com flor de sal e pimenta rosa.

Cor de Tangerina Largo Martins Sarmento, 1 -

Com serviço de cafeteria e restaurante, estava situado no centro da cidade, em frente ao Paço dos Duques de Bragança e ao Castelo de Guimarães, instalado numa casa antiga recuperada.  Integrava uma Cooperativa, que se baseava nos princípios de sustentabilidade e do respeito, às pessoas e aos animais.

Cozinha Regional Santiago Praça de São Tiago, 16 -

Era considerado o melhor lugar para comer, em toda a região do Minho, instalado numa das mais antigas residências de Guimarães, o Santiago era muito procurado e recomendado pelos locais e se destacava por seu cardápio onde sobressaiam as Alheiras, de diferentes ingredientes, o bacalhau com broas de milho, o arroz de pato e os nacos de novilhos. Destaque para seu ambiente acolhedor, com mesinhas enfeitadas com toalhas em vermelho e branco, paredes de pedras imitando uma antiga muralha, fotos antigas da cidade e uma coleção de centenas de cédulas de dinheiro de vários países, deixadas pelos visitantes. Aqui se reuniam as figuras da sociedade, políticos e jogadores do clube de futebol Vitória de Guimarães.

Medieval Tapas Bar & Restaurante - Praça da Oliveira, 19 -

As mesinhas instaladas na praça eram agradáveis no verão, mas não deixe de conhecer o painel retratando o cenário exterior. Abria todos os dias, uma raridade no interior português.

​Novais - Rua Santa Apolônia, 24 -  

Era também um dos mais tradicionais restaurantes da cidade, muito procurado para eventos sociais e de empresas, por possuir várias salas. Seu cardápio contemplava a culinária portuguesa e algumas opções da cozinha espanhola. Era considerado muito bom e seus preços também eram aceitáveis.

Pastelaria Clarinha - Largo do Toural, 86 –

Era uma tradicional confeitaria/pastelaria que apresentava o melhor dos doces típicos regionais, como a receita original da Torta de Guimarães, o doce emblemático da cidade.

Restaurante Buxa - Largo da Oliveira, 23 -

Era tipicamente português, cujo nome significava refeição rápida, mas esqueça o tempo para saborear o polvo à lagareiro, acompanhado de vinho tinto nacional enquanto curte a vista da praça.

Tapas e Manias - Praça de São Tiago, 12 -

Oferecia especialidades portuguesas, em porções para petiscos que viravam um banquete, em ambiente moderno e um atendimento perfeito. O dueto de queijos e com os cogumelos salteados com nozes e queijo brie, eram imperdíveis. Era um restaurante aconchegante em ambiente moderno, administrado pela 3ª geração da família. As sugestões do chefe eram arroz de pato e bacalhau com natas.

​Alguns doces portugueses para não deixar de experimentar!

  • ​Clarinhas de Esposende

  • Ovos moles do Aveiro

  • Pastel de Belém

  • ​Pudim de Abade

  • Siricaia

  • Torta de Azeitão

  • Toucinho do Céu

 

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